sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Romance com o Duque

Talvez este livro devesse ter outro título! - Admito que esta foi uma das primeiras coisas que pensei, afinal o título entrega a parte mais importante da trama. Isso, se você não conhecer o currículo de sua autora. Tessa Dare tem vários prêmios por seus romances históricos para maiores. Tendo essa informação a questão importante não é a existência do romance, mas quando e como ele vai acontecer.

Em Romance com o Duque, a filha de um famoso escritor de fantasia, Isolde "Izzy" Ophelia Goodnight, se encontra em apuros. Após a morte repentina de seu pai, se descobriu sem recursos, quando seus bens foram passados para seu primo, uma vez que no século XIX mulheres não tinham direito à herança, à menos que indicada em testamento. Felizmente, seu padrinho Conde Linforth fez exatamente isso, deixou algo para todas as suas afilhadas.

Izzy se torna dona de um castelo. Infelizmente esta propriedade já tinha um dono e residente, o tal Duque do título. Não precisava nem da dica no título para perceber que a dupla vai se apaixonar enquanto briga pela posse do castelo. A parte interessante fica por conta do desenvolvimento deste romance e da personalidade dos protagonistas.

A mocinha, cresceu cercada por contos de fadas, mas sabe que a vida não se parece nem um pouco com eles. Se considera uma mulher sem atributos que provavelmente passará a vida sozinha. Já Ranson, o duque, é um rico amargurado que após um evento trágico se tornou um recluso. A dupla vai descobrir entre um namoro e outro, como superar seus traumas e dificuldades.

Novamente, não é uma história extremamente original, mas seu desenvolvimento prende o leitor. Especialmente por causa da linguagem simples e direta de Dare e pelo carisma que a autora dá à seus personagens. Os mais exigentes podem ficar incomodados com alguns detalhes incertos, e imprecisões históricas. Como detalhes da deficiência de um personagem, ou do absurdo número de fãs dos livros de Goodnight (suficiente para uma convenção, com direito a cosplayers) em uma época que a educação formal não alcançava grande parte da população.

E por falar na série de livros de Goodnight, eles trazem um universo à parte dentro da narrativa. Uma vez que estes também foram interrompidos com a morte do pai de Izzy. Fazendo com que a mocinha vire alvo da curiosidade dos fãs. Fãs estes que se comportam como os fãs de hoje em dia, organizando clubes, trocando correspondências, fazendo cosplay. Talvez seja historicamente impreciso, mas é de fato divertido. Além disso há quem ficará tão interessado na história dentro da história, quanto na trama principal.

Assim como em Uma semana para se perder, o final soa um tanto apressado. Uma característica da autora que não agrada a esta blogueira que vos escreve, mas parece ser constante e não incomodar a maioria. Considerando que o romance foi vencedor do RITA Awards (Romance Writers of America) em 2015.

Romance com o Duque é o primeiro volume da série Castles Ever After*, que conta as histórias das afilhadas do Conde Linforth e seus castelos recém-herdados. E entrega o que promete no título, além do estilo habitual de quem já conhece o trabalho de Tessa Dare. A intenção é proporcionar algumas horas de entretenimento leve e divertido. Tarefa que cumpre muito bem.

Romance com o Duque (Romancing the Duke)
Série Castles Ever After
Tessa Dare
Gutemberg

*A editora Gutemberg já publicou no Brasil o segundo volume da coleção, Diga sim ao Marquês.

Leia também a crítica de Uma semana para se perder.
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quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Nerve: Um Jogo Sem Regras

Um novo jogo é lançado, vira sucesso instantâneo ao ponto de chamar a atenção da mídia quanto aos extremos que os jogadores estão dispostos à alcançar. Não. Eu não estou falando de uma notícia sobre Pokémon Go. Até porque, o game de capturar monstrinhos é coisa de criança perto de Nerve.

É como verdade ou consequência, sem a parte da verdade! O jogo Nerve é anunciado assim ainda no trailer do filme. Sem coragem de sequer contar para a mãe que quer cursar uma faculdade diferente, Venus "Vee" DeMarco (Emma Roberts) é assumidamente apenas uma expectadora dessa nova febre. Até que uma discussão com sua amiga Sydney (Emily Meade) leva a garota a tentar se provar entrando no jogo. Os jogadores precisam realizar desafios propostos pelos observadores e logo no primeiro ela conhece Ian (Dave Franco), com quem passa à compartilhar a "aventura".

É claro, os desafios ficam mais perigosos conforme se avança no jogo,e com ele as relações entre jogadores e observadores. E apesar do título nacional Nerve: Um Jogo Sem Regras, este tem sim seu regulamento, que desclassificam o jogador que falhar ou desistir de um desafio. Dedurar a brincadeira para as autoridades também é proibido.

Impossível não fazer relação com aplicativos da vida real, especialmente Pokémon Go, que como Nerve traz a brincadeira para fora dos smartfones, e leva os jogadores para diferentes pontos da cidade. Obviamente o filme leva as ações ao extremo, criando de forma peculiar um retrato exagerado dos nossos tempos. Especialmente entre os jovens que além de lidar com os vícios da tecnologia, foram criados pela sociedade para buscar atenção e popularidade à todo custo.

Tudo isso em um trilher, que usa bem a linguagem que aborda na própria narrativa. Imagens de celulares, gráficos, textos na tela, tudo faz referência ao mundo dos computadores, jogos, aplicativos e redes sociais.

O elenco jovem entrega uma atuação eficiente. Além Roberts, Franco e Meade, traz o rapper Machine Gun Kelly, Miles Heizer, Samira Wiley e Kimiko Glenn (estas duas últimas vivem o casal Poussey e Soso em Orange is the New Black). Juliette Lewis completa o elenco como a mãe de Vee.

Baseado no livro Nerve de Jeanne Ryan, o longa não é imprevisível, mas guarda bons momentos de tensão e adrenalina. Fala diretamente com o público jovem, mas deve se relacionar muito bem com qualquer um que viva nos dias de hoje. E com alguma sorte fará todos nós pensar um pouco sobre limites e extremos. Além de fazer muita gente perceber que Pokémon Go, nem é tão perigoso assim!

Nerve: Um Jogo Sem Regras (Nerve)
EUA - 2016 - 96min
Suspense
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segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Hora de Falar das Olimpíadas do Rio

Fazendo uma pausa nos filmes, séries e livros e relembrando as origens deste blog (nascido como um espaço de comentário geral), esta blogueira que vos escreve abre um parênteses para falar um pouco de nosso recente período olímpico. Isso mesmo, não resisti à um post sobre o  bom é o ruim dos jogos olímpicos do Rio. Embora eles ainda não tenham terminado de fato, as paraolimpíadas estão chegando.

E esse é o primeiro detalhe difícil de ignorar, os jogos paralímpicos foram meio que deixados de lado pela mídia. Isso aconteceu, até este fim de semana, quando clima de despedida tomou conta da imprensa, que dizia "adeus às instalações olímpicas", e os expectadores começaram à se questionar, ué mas os para-atletas não vão usar as mesmas áreas de competição? Depois disso foi revelado que poucos ingressos para as competições foram vendidos e a busca por ingressos se tornou uma prioridade. Mesmo assim, a cobertura da mídia quanto à segunda parte dos jogos não tem metade das atenções que as semanas anteriores. Isso sempre acontece, mas já que esta edição é em nosso quintal, bem que podíamos fazer direito ao menos uma vez!
A tocha hipinótica!

Do lado positivo, presenciamos um crescimento do orgulho brasileiro. Mais que necessário, neste período crítico do país. A parte surpreendente? Nem precisamos de medalhas para isso! Bastou uma cerimônia de abertura muito bem feita, (leia-se cultura nacional de verdade, longe de estereótipos) para o brasileiro lembrar das partes boas de se viver por aqui.

Enquanto nós fugimos dos estereótipos, os nadadores estadunidenses fizeram um desfavor á sua nação abraçando aquele estereótipo de jovem irresponsável, que costumamos ver em em seus filmes sobre universitários. Bebedeira, arruaça, mentira, falsas acusações, além de fazer um papelão quase causaram um incidente internacional. Felizmente as autoridades envolvidas, entenderam o mau comportamento dos atletas e aparentemente, após alguns procedimentos legais, resolveram, tratá-los como as crianças que são. Sem indisposições entre os países, apenas um bom castigo (espero) para os mimados.

Ok! Eu sei que os meninos do futebol finalmente conquistaram a medalha de outro, único título que ainda não tínhamos. Mas, é bom não esquecer que foi o time feminino que jogou bem durante todo o campeonato, e não apenas quando a situação ficou insustentável, e depois de darem muitas coletivas equivocadas. Caso você tenha um lapso de memória é só procurar no Google as atitudes arrogantes de Neymar pós medalha. Apesar da mídia o retratar como herói, se Weverton não tivesse defendido o chute anterior, a cobrança dele e nada seriam a mesma coisa. Só calhou de ele ser propositalmente e midiaticamente escolhido para ser o último a bater. Também vale lembrar: é triste, mas uma vitória por pênaltis não é maior que uma goleada!
"Fugindo do assunto" para ilustar o post com quem merece!
Getty Images / Shaun Botterill

Mas o rei do besteirol ainda é o prefeito do Rio. Eu sei que Eduardo Paes é o prefeito da cidade sede, logo sua autoridade e porta voz. Mas convenhamos, a Olimpíada mexe com todos os brasileiros, não apenas os cariocas, e o resto de nós não votou nesse cara. E se ele não pensa antes de falar devia perder este privilégio de falar por nós.

Mas não faltaram bons exemplos, bons discursos, de atletas brasileiros e de todas as partes do mundo. E provavelmente não preciso descrevê-los para você. Cada um já deve ter seus momentos favoritos gravados na memória. Aliais, se quiser compartilhe nos comentários!

Empoderamento feminino? Medalhas de esportes que nem sabíamos que existia? Teve sim!
Foto: Alex Livesey  Getty Images

Clicks perfeitos? Teve também! 
(Como assim ele sorriu para a foto? - Briga entre as Coreias? Aqui não!)
Fotos: Getty Images e Dylan Martinez - Reuters

E teve claro, os momentos da torcida! Essa torcida maluca que torceu para o juiz, cantou clássicos do cancioneiro nacional para atletas estrangeiros que não deviam fazer ideia do que se passava, adotou atletas de outros países estrangeiros por motivos mais diversos, transformou a arena do vôlei numa boate à céu aberto e compõe o maior coral não ensaiado do mundo. Animou a si mesma, aos jogadores, ao pessoal que assistia em casa. E no final transformamos tudo em meme!

E a empolgação começava com o mascote Vinícius! Aquele que inicialmente achamos muito estranho (afinal ele tem partes de diferentes animais brasileiros em cores nada tradicionais), mas acabamos nos apaixonado por ele!



Pode não ter sido os jogos olímpicos mais perfeitos (ou justos, a maratona terminar no sambódromo foi só para vender mais ingressos né?). E não estávamos muito animados no início, mas deu certo. Foi divertido, levantou o moral, celebramos literalmente por toda a cidade e não fizemos vergonha. E ainda recebemos o Mário no Maracanã, e depois teve samba, claro!

Agora é esperar os para-atletas, se programar para tentar viajar para Tóquio. E torcer para que o supra-mencionado legado também "dê certo"!
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Eu sei, estes comentários não foram nada ortodoxos. São apenas as observações aleatórias de uma brasileira comum. E tem mais desses textos!

Leia sobre as Olimpíadas de Pequim, e o Jogos Pan-Americanos do Rio.
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domingo, 21 de agosto de 2016

Sherlock: fã de carteirinha

Demorou, mas as meninas do The Hillywood Show retornaram com outra de suas impressionantes paródias. Desta vez, a brincadeira é com a série Sherlock da BBC Com o crescimento do canal, e apoio dos fãs o profissionalismo da dupla está crescendo. Se antes elas surpreenderam conseguindo participações de quase todo o elenco de Supernatural, agora elas viajaram para a terra da Rainha.

Em Londres, usaram locações reais da série da BBC. Além de Hanna e Hilly Hindy respectivamente John e Sherlock, o vídeo também conta com Osric Chau como Moriarty, Chris Rankin como Mycroft. Além de uma participação especial que deixarão os fãs da série do sociopata funcional (e também do Time Lord) de queixo caído.



Para quem gosta dos detalhes, o canal também liberou os bastidores das gravações e o Diário de Sherlock. O pacote todo no ar de uma só vez!

Assista mais vídeos de Fãs de Carteirinha da cultura pop. Leia mais sobre Sherlock, ou veja outros vídeos das irmãs Hindy, de quem esta blogueira que vos escreve é fã de carteirinha.
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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

WarCraft (o livro)

Hollywood ainda não descobriu a fórmula perfeita para transportar as aventuras dos games para as telas. Logo não é surpresa que a grande aposta deste ano, Warcraft - O Primeiro Encontro de Dois Mundos, chegasse às telas não com um mais com dois "reforços". O prequel Durotan e a novelização do roteiro do longa.

E Christie Golden, que também escreveu o prequel, teve realmente como base principal o roteiro de Chis Metzen, a visão do do diretor Duncan Jones e até o trabalho do elenco. E sim, com pouquíssimas surpresas o filme traz uma transcrição um pouco mais detalhada, porém fiel ao filme.

Draenor, o mundo dos Orcs está morto. Logo, a espécie precisa de um novo lar e com ajuda de magia chegam à Azeroth, que pretendem colonizar. Mas este novo reino é habitado, e os humanos vão defender seu território de invasores. Vale sempre lembrar, toda magia tem seus perigos, toda guerra tem dois pontos de vista e em ambos os lados da disputa há heróis e vilões.

Assim, os motivos das duas raças são bastante claros. Os humanos precisam defender seu mundo, enquanto os Orcs estão em uma busca desenfreada, e desmedida, para garantir sua sobrevivência.

Sim, os dois parágrafos acima são exatamente a mesma sinopse que usei na critica do filme. A diferença no livro fica no espaço estra para desenvolver melhor o que os personagens sentem e pensam.

Assim, as suspeitas de Hadggar conforme seus estudos evoluem ficam mais evidentes, bem como a instabilidade do Guardião. As dúvidas de Durotan mais fortes. Os relacionamentos mais detalhados, seja os de amizade entre Medivh, Rei Lane e Lothar, seja o relacionamento deste último com seu filho e a mestiça Garona.

E por falar na meio-orc, meio-humana, é ela a personagem que ganha um pouco mais de espaço que no filme. Quando o livro oferece uma ou outra informação importante sobre seu passado, que espectadores mais atentos podem ter percebido nas entrelinhas do longa.

Menos livre que o prequel, este volume tem seu ritmo complicado pelo excesso de personagens, tramas simultâneas e o formato com resquícios de um roteiro. Temos a invasão da Horda, o clã de Durotan, a resistência humana, a pesquisa de Hadggar, as ações do Guardião, os relacionamentos de Lothar. O vai-e-vem entre os diferentes núcleos é frenético e pode atrapalhar o ritmo de leitura. Especialmente no início quando estamos tentando aprender nomes, costumes e motivações de tantos personagens.

Os pontos positivos são os mesmos dos filmes, um universo rico, com personagens complexos e carismáticos. Uma história de origem (curiosamente origem de uma guerra), que cumpre seu papel de apresentar este novo mundo para não iniciados. E que ainda nos deixa curiosos sobre os rumos desta batalha pelo mundo.

WarCraft, o livro, não é excepcional. Mas, é um ótimo complemento para quem gostou daquele universo, seja nas telas ou games. Além de deixar uma bem vinda vontade de descobrir mais.

WarCraft
Christie Golden
Galera Record

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quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Razão x Emoção - o curta metragem que inspirou Divertida Mente?

Antes da Pixar nos apresentar de forma simples um complexo conflito de emoções dentro do cérebro de uma garotinha, foi lançado Razão x Emoção. O curta metragem criado por alunos da escola americana Ringling College of Art and Design retrata um conflito parecido de forma ainda mais primitiva.

Ao invés de diferentes sentimentos, a batalha aqui é travada entre Razão e Emoção, diretamente da sala de comando do cérebro de um rapaz. Esta última bastante parecida com a da cabeça da pequena Riley. A ocasião? O desconfortável primeiro encontro. Quem será que vence essa batalha?



O curta é de 2013, e há quem diga que serviu de inspiração para Divertida Mente (2015). Concorda? Ou foi apenas coincidência?

Razão x Emoção (Brain Divided)
EUA - 2013 - 5min
Animação/Curta-Metragem

Leia a crítica de Divertida Mente.

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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

38 participações em Gilmore Girls que você deveria reconhecer - parte 2

Continuando nossa maratona para lembrar quem é quem nas participações especiais de Gilmore Girls. A segunda parte começa com uma revelação da TV atual. Confira a primeira parte aqui.

Vale lembrar esta lista exclui aparições fáceis de lembrar, ou que fizeram mais que apenas uma ponta, como Melissa McCarthy, Jared Padaleki, Todd Lowe e Milo Ventimiglia.

21 - Rami Malek o protagonista de Mr. Robbot, ou o faraó da Franquia Uma Noite do Museu era um dos alunos da universidade de Lane no quarto ano da série.

22 - Larry Pine conhecido por House of Cards e O Grande Hotel Budapeste, foi o pretendente de Emily Gilmore quando seu casamento ficou abalado.

23 - Gregg Henry pai do último namorado de Rory, Logan. O Sr. Mitchum Huntzberger aparece pela primeira vez na quinta temporada. Henry trabalha muito na TV, seus mais de 160(!) créditos incluem, The Killing, The Following, Scandal, Chicago Med entre outras.

24 - John Kapelos é outro com uma quantidade absurda de créditos (180!). Logo, participou de quase todas as séries que você conhece e outras que nunca ouviu falar, além de alguns filmes. Para ficar no exemplo mais simples ele está em Clube dos Cinco.

25 - Leann Hunley a mãe de Logan, exige muito esforço dos cinéfilos para lembrar que a viram no longa Família Buscapé numa longínqua Sessão da Tarde. O trabalho mais recente dela foi em Raising Hope.

26 -Lexi Ainsworth que você conhece de General Hospital apareceu pequenininha na lanchonete de Luke, na sexta temporada de Gilmore Girls.

27 - Mark Harelik dá um emprego no jornal para Rory. Ele apareceu no terceiro Jurassic Park e continua dando as caras em séries como The Leftovers, Unbreakable Kimmy Schmidt e Preacher.


28 - Dale Dickey apareceu na sexta temporada de Gilmore Girls em muitas produções de sucesso como Breaking Bad e Homem de Ferro 3, sempre em papéis secundários. Resultado? É uma daquelas atrizes que você conhecem mas não lembra de onde.

29 - Danny Pudi de Comunity, é um dos colegas de Rory no Jornal de Yale.

30 - Monique Coleman antes de ficar conhecida no segundo grau de High School Musical, ela já frequentava a faculdade de Yale e até escrevia no jornal. Não deve ser coincidência, já que Kenny Ortega diretor do longa musical comandou vários episódios da série.

31 - Abigail Spencer é uma das madrinhas que dormiu com o irmão da noiva, Logan o namorado da Rory na sexta temporada da série. Você deve reconhecê-la de True Detective.

32 - Leslie Odom Jr foi presidente do jornal de Princeton em um debate de que Rory participa. SupernaturalLaw & Order: SVU, Smash e Person of Interest estão entre seus trabalhos de maior destaque.

33 - Paul Anka, não o cachorro, o astro da música. Apareceu como ele mesmo em um sonho de Lorelay.

34 - Melora Hardin de The Office é uma pretendente que Emily tenta juntar com Christopher na sexta temporada da série.

35 - Krysten Ritter a Jessica Jones, ou a "vadia do apartamento 23", frequentou Yale com Rory em seu último ano. Já era maluquinha, porém fofa, naquela época.

36 - Kathy Baker foi a dona de hotel, Mia que deu abrigo e emprego a Lorelay na adolescência. Você a conhece principalmente de Edward Mãos de Tesoura.

37 - Vanessa Marano a filha de Luke, April também aparece em Desaparecidos, Dexter e atualmente está em Switched at Birth. Ela irmã mais velha da estrelinha do Disney Channel Laura Marano.

38 - Hayley McFarland de Lie To Me e Invocação do Mal é uma das coleguinhas de April, filha do Luke.


- Ei, acho que está faltando gente nesta lista! - Com certeza!!!

A lista original passava de 80 participações, que incluía rostos poucos conhecidos dos brasileiros. E até políticos "estadunidenses". Logo, uma redução aleatória foi necessária.

E aí, você reconheceu todos? Quem você acha que devia estar na lista? Já está preparado para a próxima lista de participações especiais e futuras estrelas? 

Já podemos incluir a primeira dama estadunidense, Michelle Obama nessa contagem. Você já viu este promocional da nova temporada da série?



Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar, a continuação da série chega à Netflix dia 25 de Novembro. Contará com quatro episódios de 90 minutos cada, um para cada estação do ano, e trará de volta boa parte do elenco original.

Leia a primeira parte deste post, ou descubra outras séries da  Netflix
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