sábado, 17 de dezembro de 2016

Comic Con Experience: A Feira - 2016

Caso você tenha lido o resumão dos painéis deste ano deve ter deduzido: passei pouco tempo na feira este ano. E apesar de priorizar as atrações do auditório tenha sido escolha minha, admito queria ter tido mais tempo no chão do pavilhão. Até porque a feira cresceu este ano. E muito!

O São Paulo Expo estava finalmente pronto (quem se lembra do canteiro de obras, que virou mar de lama depois da chuva na edição de 2015?) e a feira ganhou o dobro do espaço. Mais atrações, estandes maiores, múltiplas praças de alimentação, o retorno da área de games e o maior Artists' Alley do mundo e corredores mais largos estão entre as principais melhorias.

Mas vamos ao que interessa: o que tinha de bom por lá? De tudo um pouco. A exigência de interatividade nos estandes fizeram muitas empresas se superarem. Salto de Fé (do Assassin's Creed), um dragão fumegante, um trono de coelhos, o maior desenho do mundo,uma infinidade de jogos, painéis e apresentações no chão da feira tornaram impossível participar de tudo em dia. Infelizmente!

Entre os estandes favoritos estão o da Fox, que tinham várias interatividades de curta duração. Na maioria fotos, e um encontro com a Lucille, eram rápidos e por isso as filas mais ágeis. Não que não compensasse sacrificar alguns minutos na fila pela maioria das atividades.

O espaço da Netflix, tradicionalmente um dos mais disputados pela variedade de brincadeiras tinha longas filas e um pessoal animado para jogar cara-a-cara, tiro ao alvo, mímica, entre outros (inclua aqui o karaokê apresentado em 2015 e seu hit What's Up, trilha de Sense8). Já os brindes não eram tão empolgantes. A grande maioria posteres, alguns reprints daqueles distribuídos no ano passado. Além de copos e baldes menos impressionantes que dos anos anteriores. As camisetas desapareceram. Ao menos era possível observar os figurinos de várias séries do serviço de streaming e carregar o celular no estande.

Outro espaço super disputado era o da estreante HBO. Algumas pessoas esperaram horas na fila para ver a incrível projeção em 3D da abertura de Game of Thrones e tirar uma foto no Trono de Ferro (ainda esperando enviarem a minha HBO!), desta vez com cenografia completa e compartilhando espaço com vários figurinos e adereços da série. 

Curiosamente sem filas no momento em que passei por lá, a área dedicada à Westworld, tinha um anfitrião em construção, uma área para fotos (também não recebi), um game que dava um curto período de acesso livre à HBO GO e um espaço para participar de uma cena da série de ficção-cientifica. Este último, consegui receber. Olha eu aí, visitando a igrejinha de Escalante.

Muito Rogue One, Piratas do Caribe, e Marvel (incluindo uma pista de dança de Guardiões da Galáxia) e muitos espaços para fotos adornavam a Disney. Senti falta de um pouco mais sobre Moana, a nova princesa da casa, já que houve premiere do filme (resenha em breve) e painel com os criadores durante a CCXP.

Entretanto, o maior estande era o da Warner, com espaço para painéis, com a Annabelle como expectadora permanente. Além de área dedicada à DC nos cinemas e TV, com atenção especial aos 75 anos da Mulher Maravilha com os figurinos originais de Gal Gadot e Linda Carter. Também haviam figurinos das séries da CW (Supergirl, Flash e Arrow) e dos personagens principais de Animais Fantásticos e Onde Habitam, na área dedicada ao mundo bruxo também havia uma simulação de varinha cujo o vídeo receberíamos em casa (mais um que ainda não veio, tô percebendo um padrão aqui hein!). 


Causava comoção também o estande da MSP, que volta e meia trazia convidados especiais (incluindo o próprio Maurício e sua filha Mônica, a de carne e osso). Tinha também arte feita ao vivo, diversos produtos e o tal trono de coelhos: irresistível não importa sua idade. A área dedicada aos games, que senti desfalcada em 2015, estava gigantesca e ficava bem pertinho da pérola desta edição.

Dentro do espaço dedicado aos animes, as Armaduras de Ouro ganharam um pequeno santuário próprio. Com ambientação própria e muitas filas deixaram de queixo caído até quem nunca ouviu falar de Cavaleiros do Zodíaco (existe gente assim?).

Artists' Alley ganhou o espaço de destaque que merecia, afinal é com os quadrinhos e seus artistas que toda comic con começa. Este ano, ao invés de um cantinho tímido eles ocupavam o coração da feira. Alguns com standes personalizados e todos com bastante espaço nos corredores para acomodar as filas. Ainda não conheço o suficiente de quadrinhos para apreciar apropriadamente, mas perdi um bom tempo por lá. Observando, comprando uma coisa ou outra e me segurando para não levar uma arte de cada um. Afinal, de bottons à posteres passando por grandes encadernados tinha produtos para todos os gostos e bolsos.

A decepção ficou por conta da supra-anunciada loja oficial de Harry Potter. E olha que o descontentamento não tem nada a ver com a já esperada mega-fila para entrar na loja. E sim, com o estoque pequeno e a pouca diversidade de produtos. Muitos potterheads encontraram melhor custo-benefício no kit especial vendido no estande do Omelete Box. Os preços da praça de alimentação também eram decepcionantes, mas estes já eram esperados.

Sim, eu queria e precisava de mais tempo na feira este ano. Mas até que colocando na balança eu consegui aproveitar bastante e ver de tudo um pouco. A coleção de foto de cosplays? Fiz também, já está lá no blog parceiro Roteiro Adaptado, veja se você está nela.

Agora é hora de economizar para planejar a edição 2017. "Quem vamos?"

Quer saber mais da experiência? Confira meu post de impressões da CCXP2016 no blog parceiro Roteiro Adaptado. Leia também um resumão dos Painéis e detalhes sobre as edições anteriores da Comic Con Experience.

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