segunda-feira, 31 de outubro de 2016

As Bruxas da Disney

Todo clássico Disney, tem um vilão. Toda princesa uma bruxa malvada, isso é um fato! Mas quantos destes malfeitores são de fatos bruxos ou bruxas? Hora de acabar com a generalização e dar título de detentor de poderes mágicos à quem realmente merece.

Neste Halloween das Bruxas, vamos separar os trouxas nomag malvados sem magia daqueles cheio de poderes. E lembrar quem nem todo vilão é uma bruxo, assim como nem toda bruxa é malvada.

Rainha Má (Branca de Neve e os Sete Anões)
É a "primeirona", e a clássica bruxa/madrasta, com covil secreto no porão, caldeirão, livro de feitiços e venenos. Muda seu visual de acordo com a necessidade, mas sua obsessão é pela beleza. Na parceria a série Once Upon a Time com a Disney, ganhou versão de carne e osso com nome, Regina, e mais obcecada com vingança que com aparências. Outra versão live-action, mais tradicional aparece no filme Descendentes do Disney Channel)


Malévola (A Bela Adormecida / Malévola)
Uma das mais celebradas, criou uma maldição apenas porque não foi convidada para o batizado da Princesa Aurora. Tem pele verde, meio acizentadas, seguidores demoníacos e pode se transformar em um dragão. Também ganhou uma versão na série de TV, e no Disney Channel, mas chamou atenção recentemente ao ganhar um filme contado por seu ponto de vista.

Malévola com Angelina Jolie, chegou aos cinemas em 2014. E trouxe uma versão não verde e com "maldades justificadas". No final das contas é a versão boazinha da bruxa.

Merlin (A Espada Era a Lei)
Na versão Disney da lenda do Rei Arthur, ele ajuda o rei ainda menino à merecer o trono. Tem poderes quase ilimitados, mas é um tanto quanto atrapalhado.

Madame Min (A Espada Era a Lei)
Também apareceu na lenda do Rei Arthur, oficialmente rival de Merlin é tida inicialmente como malvada (parecer com uma bruxa malvada do Pernalonga, também não ajudou com sua reputação). Apesar disso quando passou para os quadrinhos, ficou simpática e muito poderosa.

Úrsula (A Pequena Sereia)
A Bruxa do Mar, meio mulher, meio polvo, troca favores por almas, e qualquer outro dom dos desfavorecidos que vão procurá-la. Roubou a voz de Ariel e quase ficou com a alma da princesa e de seu pai. Também ganhou versão para a TV.


Jafar (Aladdin)
Primeiro representante masculino da feitiçaria, tem a clássica ambição de dominar o mundo. Preferencialmente com poderes ilimitados, para isso procura uma certa lâmpada mágica. Também ganhou versões para a TV em Descendentes Once Upon a Time.


Dr. Facilier (A Princesa e o Sapo)
O Homem da Sombra é um bruxo diplomado. Trabalha com o voodu sulista estadunidense, mas é azarado na busca por fortuna e poder. Por isso, acaba devendo aos "amigos do outro lado". Sabe cantar, e lembra vagamente o Ronaldinho Gaúcho.

Mama Oddie (A Princesa e o Sapo)
Oficialmente no time das boazinhas, também é uma tradicional bruxa sulista estadunidense. Vive reclusa na floresta, e até onde sabemos não pratica maldades.

Rainha Narissa (Encatada)
Essa já nasceu com versão animada e live-action na pele de Susan Sarandon. Tradcional "combo" Bruxa/Rainha Má/Madrasta, não quer que o enteado Edward (James Marsdem) tome as rédeas do reino. Isso começa a acontecer quando o rapaz conhece a bela Gisele (Ammy Adams). Pode viajar entre realidades, faz feitiços, produz venenos muda de aparência e pode virar dragão.

Mamãe Gothel (Enrolados)
Bruxa e mãe postiça, não tem muitos poderes, mas sabe usar a magia da natureza. Queria viver jovem e bonita para sempre, costumava usar uma flor mágica para isso. Mas quando a planta é usada para salvar a vida da rainha e seu bebê, sequestra a princesinha para continuar usando a magia da planta presente na menina.

Bruxa/Carpinteira (Valente)
Outra que não é necessariamente malvada. Até causa um certo problema para a princesa Merida, mas com a intenção de ensinar uma lição. Cheia de truques e sem nome, há teorias que na verdade de que ela seja a Boo, a garotinha de Monstros S.A., já crescida e viajando no tempo.

E aí, de qual delas você tem mais medo? Happy Halloween!

Veja outros textos do Dia das Bruxas e leia mais sobre a Disney.
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sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Luke Cage - 1ª temporada

A mais difícil série da parceria Marvel-Netflix até agora. Embora seu personagem título já tenha sido apresentado (e aprovado) em sua aparição em Jessica Jones, Luke Cage se propõe a apresentar toda uma nova vertente cultural, além de adapta-la para os dias atuais.

Cage nasceu nos anos de 1970 fortemente na carona dos filmes de Blacksploitation populares na época. O estilo era extravagante exagerado, abraçando os estereótipos negros, como reafirmação da cultura. Direitos civis e outros problemas da comunidade negra serviam como plano de fundo para as tramas. Mas, agora é 2016 e a série se passa nos dias de hoje. Os dilemas são outros e o visual original certamente soaria caricato demais. Como trazer Luke Cage de volta?

Pontuada por aquilo que persiste e não "sai de moda", boa música e estilo próprio. Seja visual ou narrativo. Este segundo é o que pode causar estranhamento. Menos "super-heroico" que seus companheiros que vieram primeiro, Cage (Mike Colter) não quer ser heroi, não é visto como herói, e seus poderes invulnerabilidade e super-foça são mais defensivos que ativos. Além disso, ele não quer salvar o mundo, a cidade ou exterminar um psicopata, apenas viver em paz no bairro que ama, o Harlem.

Some tudo isso e o resultado é uma produção com o ritmo mais lento, mais preocupado nas relações entre os personagens e com o Harlem que de fato com a ação. Sim existe ação, mas fica sempre a sensação de que poderia se mais explosiva, já que o protagonista é muito contido. Um fugitivo, ele só quer passar despercebido. Ah, e caso você tenha chegado até aqui sem uma sinopse:

Luke Cage, foi condenado por um crime que não cometeu. Na prisão passa por um experimento cientifico que não termina muito bem. Foge de lá com super-força e pele impenetrável, tenta reconstruir a vida sem chamar muita atenção para suas habilidades. Mas, sabe como é, grandes poderes....

Esta é provavelmente a primeira série da Netflix em que recomendo isso: EVITE A MARATONA! Ao menos as mais longas, assista um ou dois episódios por vez. Dê tempo para seu cérebro assimilar o estilo e ritmos diferentes.


Entretanto, não importa o tempo que você dê para a série, seus vilões sempre vão soar como "pouco espertos". Em alguns momentos as escolhas de Cornell "Cotton Mouth" (Mahershala Ali, se divertindo), chegam a irritar. Ele é impulsivo, não pensa nas escolhas que do lado de cá da tela, sabemos de cara: não vai dar certo. Mariah (Alfre Woodard), também não vai longe disso. Enquanto Willis Stryker "Kid Cascavel" (Eric LaRay Harvey) demora à dizer á que veio. Mas seus passados são bem desenvolvidos. Logo, sou levada a acreditar que suas falhas são herança dos quadrinhos.

Ao menos isso ajuda muito pouco, o trabalho dos poucos policiais honestos do Harlem, representados na figura da detetive Misty Knight (Simone Missick). Mas é a Claire Temple, A Enfermeira da Noite a melhor parceira de Luke na briga contra os vilões. A personagem vivida por Rosario Dawson, já apareceu em Jessica Jones e nas duas temporadas de Demolidor. Sua ligação com os vigilantes, inclusive é o motivo da moça precisas abandonar seus plantões em Hells Kitchen, e vai viver com a mãe Soledad (Sônia Braga) no Harlem.


Uma história de origem dramática e cheia de conflitos, Luke Cage é a série com mais personalidade da Marvel-Netflix. Também é a que mais dá enfase a comunidade, além do herói e dos bandidos. As pessoas do Harlem tem poder e peso no desenrolar da trama.

Uma série bem produzida, que só precisa lembrar que veio dos quadrinhos, pode e deve, se divertir de vez em quando. Mas, agora a história de origem, e os princípios do personagem já estão bem estabelecidos. Então, talvez na segunda temporada, ou mesmo na reunião dos heróis em Defensores, Cage possa descobrir a parte bem humorada de ter super-poderes.

Luke Cage tem 13 episódios, e todos estão disponíveis na Netflix.

Leia mais sobre séries, Netflix. Ou descubra as outras parcerias do serviço de streaming com Marvel, Demolidor e Jessica Jones.
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quarta-feira, 26 de outubro de 2016

A Garota no Trem

Rachel (Emily Blunt) é a tal "garota no trem". Na verdade uma mulher com dificuldades de superar o divórcio que pega o mesmo trem diariamente e no trajeto observa instantes da vida de um casal que imagina ser perfeito. Na casa vizinha outra vida perfeita: a de seu ex-marido com a nova família. Megan (Haley Bennett, Letra e Música) e Anna (Rebecca Ferguson) são as outras duas mulheres em foco, respectivamente. Mas suas vidas não chegam nem perto da perfeição que Rachel imagina.

É uma mudança na rotina, que tira a garota do trem e de sua ilusão voyeurista e a joga no meio destas vidas intrincadas. Inclua aqui, um mistério, memórias distorcidas por alcoolismo, personagens pouco confiáveis, muitos segredos e um possível crime.

A Garota no Trem é na verdade um suspense que aborda o abuso doméstico e as imposições da sociedade sobre a mulher. Especialmente em relação à maternidade. Baseado no livro homônimo de Paula Hawkins, o filme tenta emular a narrativa dividida em três pontos de vista. Tornando o início um pouco arrastando, mas funcionando bem quando o mistério entra em cena e a narrativa se torna um thriller.

O enredo policial, que aliais também é investigado por uma mulher (Allison Janney. Mom), é um tanto previsível. Problema contornado pelo bom trabalho do elenco feminino, especialmente Blunt que abraça a figura de uma mulher perturbada, tentando entender o mundo distorcido pelo álcool. Já os personagens masculinos interpretados por Luke Evans (Drácula - A História Nunca Contada) e Justin Theroux (The Leftovers), são figuras unilaterais que beiram a caricatura. Talvez por serem apresentados pelo ponto de vista de três mulheres perturbadas.


De qualquer forma a abordagem é eficiente no que se propõe. Apontar um problema silencioso por trás das supostas "famílias perfeitas". E talvez chamar ainda mais atenção que o original literário sobre o abuso doméstico, físico e psicológico. Ao mesmo tempo consegue intrigar mesmo o expectador que supõe o final, lá pelo meio da projeção. Como bônus consegue surpreender ao não ter medo de mostrar violência.

O elenco ainda conta com Lisa Kudrow (a Phoebe de Friends) e Laura Prepon (Orange is the New Black). A direção fica a cargo de Tate Taylor (Histórias Cruzadas), que pesa a mão um pouco nos closes e no foco sobre o trio de protagonistas. Não é ruim, mas observar um pouquinho mais sobre o mundo que as cerca talvez nos ajudasse a compreender ainda melhor as dificuldades destas "garotas".

A Garota no Trem (The Girl on the Train)
EUA - 2016 - 112min
Suspense
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segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Treinamento de Melissa Benoist para Supergirl (ou quase isso!)

Supergirl retorna na Warner esta semana. E se na segunda temporada você ainda está surpreso desta série dar tão certo. Não fique! O bom desempenho é resultado de muito treino. Na verdade anos de trinamento para merecer a capa vermelha. 

Duvida? Confira o vídeo abaixo, que explica muita coisa!


Brincadeirinha! A pérola acima é um dos números musicais de Glee (sim, eles fizeram de tudo, mesmo!), onde Melissa viva a doce e morena Marley. Se a imagem da boa moça de capa foi a inspiração para escalar a atriz como Supergirl, não sei dizer. Aliais tinha uma sala cheia de super-heróis na cena, para inspirar qualquer um. Uma coisa posso afirmar que os produtores de séries de super-heróis estão atentos à atores com habilidades musicais (mas isso é assunto para outro post!).


Por hora, curta mais um pouco de Holding Out for a Hero, com Benoist  E Becca Tobin em um momento "Girl Power". Depois curta a segunda temporada que estreia na próxima quarta-feira (26/10), às 22h30 na Warner Channel.

Leia outros posts sobre Supergirl  e sobre séries como Glee!
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sexta-feira, 21 de outubro de 2016

As 'Judiths' de The Wakling Dead

A sétima temporada de The Walking Dead está chegando. E ao contrário do que muita gente pensa, o grande questionamento não é sobre a vítima de Lucille e Negan, já decidimos que ele matou o cameraman, mas sim o quanto Judith cresceu.


A suposta filha caçula de Rick Grimes (vale lembrar que sua mãe não tinha certeza da paternidade da menina), nasceu durante a terceira temporada, em 2012. Há 4 anos! Mas no mundo pós-apocalíptico o tempo corre em seu próprio ritmo, e  Judith Grimes tem no máximo uns dois anos de idade no final da sexta temporada  no início deste ano.

Para manter a personagem com a idade correta, novas bebês atrizes são escaladas sempre que preciso. Nessa brincadeira, a personagens já foi vivida por nada menos que 8 pares de gêmeas, 16 bebês ao todo. A escolha por gêmeas é comum em produções para TV e cinema para poupar os bebês do excesso de gravações.

3ª Temporada

Adelaide e Eliza Cornwell foram as primeiras intérpretes da versão recém nascida de Judith, e tinham apenas 6 meses de vida.

Loudyn and Leighton Case assumiram ainda na terceira temporada. As meninas na verdade não são apenas gêmeas. Elas nasceram junto com o irmão, na verdade são trigêmeos.

As gêmeas em Stranger Things
4ª Temporada

Tinsley e Anniston Price viveram a personagem pelos dez primeiros episódios da quarta temporada. Depoi disso elas deram vida à Holly, a irmã caçula de Mike Wheeler em Stranger Things. Por causa deste trabalho recente a dupla é a única creditada na página do IMDB da série.


Eleora e Elisea DiFranco apareceram nos episódios mais lembrados da vida do bebê. Nos episódios que a pequena Lizzie, começa a acreditar que virar zumbis é o caminho, mata a própria irmã e pretende fazer o mesmo com o bebê.

Sophia e Delia Oeland apareceram apenas no último episódio do quarto ano.

5ª Temporada

Charlotte e Clara Ward viveram Judith por grande parte do quinto ano e tem até uma página do Facebook para provar isso. Com direito à fotos da produção e imagens atuais das meninas.

Kiley e; Jaelyn Behun ficaram à cargo do papel, na segunda metade da quinta temporada. Quando o grupo chega em Alexandia.

6ª Temporada

Chloe e Sophia Garcia-Frizzi tiveram o sexto ano todinho só para elas. A versão mais velha de Judith Grimes até agora.

Que ela mudou com o tempo você deve ter percebido, mas chegou a imaginar que a pequena teve tantos rostinhos diferentes? Vale lembrar que nos quadrinhos o bebê de Lori não sobreviveu. E muita gente está surpresa pela filha de Rick estar sobrevivendo por tanto tempo nesse mundo.  

E no próximo ano, como estará Judith? Meu palpite? Ainda vai ser a pessoa mais despreocupada do apocalipse zumbi!

A sétima temporada de The Walking Dead  estreia no próximo domingo (dia 23/10), quando finalmente descobriremos como está a menina. Ah, é! Tem aquela parada com o taco de basebol também....

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