domingo, 28 de fevereiro de 2016

Publique seus contos sobre zumbis!!!

Atenção futuros escritores de sucesso! Chegou aquela época. Época que a Editora Andross procura por seus talentos, para publicar em coletâneas temáticas. Os mortos-vivos são o assunto da vez! Até 31 de março de 2016, a Andross Editora estará recebendo contos sobre zumbis para publicação no livro ALVORADA DOS MORTOS.

"Alvorada dos mortos - Contos sobre zumbis”, deve ser lançado em Outubro de 2016 no evento Livros em Pauta. Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar o site www.andross.com.br, ler o regulamento de participação e submeter seu texto à avaliação. As inscrições vão até 31 de março de 2016.

Todos os autores que forem aprovados para publicação nessa coletânea automaticamente concorrerão ao STRIX, prêmio criado e concedido pela Andross Editora aos autores cujos textos mais se destacarem em suas coletâneas. O processo de votação encontra-se no site do prêmio.

SINOPSE DO LIVRO:
O vírus Ambulansmortvirus se alastrou ainda mais e já contaminou um terço do planeta. Só resta aos governos acionarem o PROTOCOLO: PANDEMIA, uma série de medidas para conter o avanço do vírus e salvar o resto da população mundial. Marinha, Exército e Aeronáutica se unem para refrear o caos instaurado pelas criaturas que outrora foram humanos. Há cura? Haverá paz? Restarão sobreviventes? Continuaremos atentos às próximas notícias. Enquanto isso, tranquem suas portas, preguem suas janelas, estoquem água e comida. Não sabemos quanto tempo durará essa ofensiva biológica de proporção global.
Prêmio STRIX

SERVIÇO:
Livro: “Alvorada dos mortos - Contos sobre zumbis”
Organização: Leandro Schulai
Envio do texto: até 31/03/2016

Lançamento: Outubro de 2016 (no evento Livros Em Pauta)
Regulamento: no site www.andross.com.br
Realização: Andross Editora

Esta não é a primeira vez que a editora abre espaço para novos autores. Esta é apenas a primeira seleção de 2016. Acompanhe o blog, para não perder novas oportunidades!
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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Arquivo X - 10ª temporada

- Ué!?! Acabou? - Seguido de uma corrida ao "google" para descobrir se há planos para um desfecho. Essa provavelmente é a reação de quase todos que assistiram aos novos episódios de Arquivo X, sejam velhos expectadores ou novos fãs.
A resposta para os expectadores ansiosos é: há rumores (leia-se vontade do criador da série), mas nada oficializado. Embora a intenção de continuar seja muito mais que mera insinuação de seu corrido episódio final.

Seguindo a moda nostálgica de reviver séries do passado, Arquivo X, ganhou uma décima temporada condensada e cheia de esperança. Com apenas 6 episódios, e muitas promessas. Oferecer mais alguns momentos com Mulder e Scully, esclarecer pontos chave, trazer algumas respostas, atrair novos adeptos, entre outras expectativas que os fãs criaram ao longo dos anos. Era de se imaginar que a série se concentraria, em cumprir esse objetivos nos poucos episódios que ganhou.

Infelizmente, não foi isso que o público viu. A dinâmica entre os protagonistas, e o tom nostálgico de mistério ainda funcionam. Mas a série desperdiça muito dos novos temas que sugere, como cenário político atual, tecnologia, terrorismo. E não desenvolve bem os temas que deixou por resolver nos anos anteriores. 

O resultado são quatro episódios procedurais, exibidos entre dois episódios de mitologia. O expectador começa empolgado com mistérios e mitologia, passa quatro episódios procurando pistas até chegar no mais problemático deles, o season finale.

Corrido, com uma ameaça que se desenvolve mais rápido que a lógica permite, (inclua, aqui as coisas acontecerem de repente logo após um personagem explicar como deve ser o curso da nova e inevitável ameaça). Além de soluções preguiçosas, como uma cura produzida em poucas horas. E um final em aberto.

Parece uma série dos anos de 1990, lutando para entender o espectador de 2016, sem abrir mão de seus atalhos. A não ser pelo feliz reencontro com seus personagens adorados (leia-se fator nostalgia), a série não satisfez os fãs ávidos por respostas, e pouco cativou novos expectadores. Estes últimos não conseguiriam distinguir entre a mitologia que devem aprender nas reprises do Netflix, e novos questionamentos levantados sem muitos objetivos.

Eu diria que é uma pena. Não fosse a boa audiência e os rumores sobre novos episódios vindos do criador da série. Se por um lado, suas decisões de não dar respostas, passar episódios fora da ordem e deixar um final em aberto, parecem uma escolha desesperada para conseguir atenção. EU QUERO ACREDITAR que Mulder e Scully ainda tenham seu espaço na cultura pop.

Se a verdade está lá fora, ainda estamos esperando por ela!
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Orgulho, Preconceito e Zumbis

Ainda no início da projeção, o primeiro zumbi que vemos de fato em ação, é uma típica jovem da era pré-vitoriana "cinematográfica". Cabelos bem arrumados e impecável vestido branco, a diferença aqui, é o rosto sujo de sangue o nariz em decomposição com ranho saindo da narina não existente. Caso você não tenha entendido pelo título, esta cena está ali para pontuar: esta é uma paródia!!!  

Orgulho, Preconceito e Zumbis reapresenta o romance mais adorado de Jane Austen incluindo mortos vivos ao cenário já conhecido por muitos. Assim as garotas Bennet são treinadas para sobrevivência, enquanto o Sr. Darcy (Sam Riley) além de bom partido é um coronel na batalha que assola a Inglaterra.

No geral, a trama segue da mesma forma que o romance original, com jantares, bailes e longas discussões. A diferença aqui é que eventualmente estes são interrompidos, ou mesmo seguem, na presença de zumbis e lutas de espadas.

Para os interessados em mortos vivos, fica a dica: não é The Walking Dead. De fato, os zumbis deste romance tem suas próprias características de evolução (calma, ninguém brilha), mas os efeitos da decomposição e a consciência são bem diferente dos tradicionais mortos andantes.
Os zumbis são bem feitos, e a produção de arte é eficiente, mas nada que já tivéssemos visto antes, ou que esperássemos de uma produção deste porte. Já o roteiro precisa pegar alguns atalhos para contar a longa história de Orgulho e Preconceito, incluindo a parte sobrenatural (sim, pois nessa época não era vírus, mas uma praga bíblica mesmo). 

O resultado são saltos na história, alguns personagens com pouca função e eventuais furos. Nada no entanto que comprometa muito o desenvolvimento.


Apesar da correria, sobra tempo até para referências às diversas adaptações (tradicionais) que o romance já tivera. Além de espaço para piada, humor negro e até fetiche.

É o elenco no entanto que vai chamar atenção. Lilly James (Cinderela, Downtown Abbey) completa o casal de protagonista. Completam o elenco Charles Dance e Lena Headey (Game of Thrones). Douglas Booth (Noé), Bella Heathcote (Sombras da Noite) Jack Huston, Sally Phillips e tentam conseguir espaço, enquanto Matt Smith (o 11º Doctor Who), rouba a cena ao da vida ao não mais enfadonho Mr. Collins.
- Oi, Matt Smith, eu era o Doctor, então vou roubar as cenas!!!
A primeira zumbi! Não é SPOILER,
você a viu no trailer!
Baseado no livro homônimo creditado à Jane Austen e Seth Grahame-Smith, Orgulho, Preconceito e Zumbis é uma divertida brincadeira com um clássico, sabe e admite isso. Deve desagradar apenas os fãs xiitas, sejam do romance ou dos mortos vivos, que entrem na sala desavisados. Aqueles que cultivam afeição moderada por qualquer um dos gêneros, vão no mínimo passar duas horas de muitos risos!

Orgulho, Preconceito e Zumbis (Pride and Prejudice and Zombies)
2016 - EUA - 107min
Terror/Ação/Romance
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Bolão do Oscar 2016

Ano vai, ano vem e meu desempenho no Bolão do Oscar continua pavoroso. Mas eu sou brasileira e não desisto nunca!!! Por isso mais uma vez liguei o chutômetro pra erra o mínimo de palpites possível na tradicional blogagem coletiva do DVD, Sofá e pipoca.
Ah! e por falar nisso, todo mundo pode participar, descubra como.

Sim, eu acredito em milagres! Também acho que o concorrente mais provável "O Regresso" de Iñarritu não vai levar já que Birdman também do diretor levou ano passado.

Melhor Diretor - George Miller - Mad Max - Estrada da Fúria
Ainda acreditando em milagres, também acho que toda a repercussão negativa quanto às escolhas dos indicados, seja étnica ou comercialmente, pode ter influenciado um pouquinho as escolhas da Academia. Ou no mínimo, porque geralmente não faz sentido o melhor diretor não ter feito o melhor filme.

Melhor Atriz - Brie Larson - O Quarto de Jack
Puro método de eliminação.

Melhor Ator - Leonardo DiCaprio - O Regresso
Precisa de explicação???

Melhor Ator Coadjuvante - Sylvester Stallone - Creed - Nascido para Lutar
Acho que rola um fator nostalgia com relação ao candidato acima.

Melhor Atriz Coadjuvante - Jennifer Jason Leigh - Os 8 Odiados
Única mulher no bando odioso tarantinesco a moça guia o enrredo. Embora eu acho que  Alicia Vikander (A Garota Dinamarquesa), tenha chances.

Melhor Roteiro Original - Peter Docter, Meg LeFauve, Josh Cooley - Divertida Mente
Que os adultos me perdoem, mas é a ideia mais original, de fato.

Melhor Roteiro Adaptado - Emma Donoghue - O Quarto de Jack
Intuição cinéfila!?!

Melhor Animação - Divertida Mente
O Menino e o Mundo tem chances, se Divertida Mente levar roteiro.

Melhor Documentário em Curta-Metragem - Claude Lanzmann: Spectres Of The Shoah
Chutômetro

Melhor Documentário em Longa-Metragem - What Happened, Miss Simone?
Porque a Acadêmia quer provar que não é antiquada e está antenada com as modernidades do Netflix!?!

Melhor Longa Estrangeiro - Embrace Of The Serpent - Colombia
Chutômetro #2

Melhor Curta-Metragem - Day OneEverything Will Be Okay (Alles Wird Gut)
Chutômetro #3

Melhor Curta em Animação - Os Heróis de Sanjay
Ué! Cadê Lava???

Melhor Canção Original - "Til It Happens To You" - Lady Gaga e Diane Warren- The Hunting Ground
Nossa, como está ruim essa categoria esse ano!!!!

Melhor Fotografia - O Regresso
Pelo que li, é de longe a melhor característica do filme (Leo à parte, claro).

Melhor Figurino - Cinderela
Voto baseado no "porque eu gostei" deste ano!

Melhor Maquiagem e Cabelo - O Regresso

Melhor Mixagem de Som - Star Wars - O Despertar da Força.

Melhor Edição de Som - Star Wars - O Despertar da Força
Motivos de BB8!

Melhores Efeitos Visuais - Ex Machina
Já viu aquele robô? Acredito que é de verdade, passou no meu teste de Turing!

Melhor Design de Produção - Mad Max - Estrada da Fúria
Ressuscitaram um mundo de 2 décadas atrás, igualmente absurdo porém extremamente crível.

Melhor Edição - Mad Max - Estrada da Fúria

Melhor Trilha Sonora - Ennio Morricone - Os 8 Odiados
Fator nostalgia aqui também!

Meus palpites podem ser ruins, mas minhas justificativas são legais, admita!!!
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Entre Quadros - Um ano a menos e outras histórias

Seis histórias distintas. É isso que traz esse volume 100% digital da coleção Entre Quadros. E quando digo, histórias distintas, quero ressaltar as diferenças entre elas. Os contos curtos desta vez transitam pelos mais diversos temas e estilos, abordando desde histórias cotidianas, casos quase impossíveis, e até sobrenaturais.

Um ano a menos, história que dá nome ao volume, traz a história de Auto César. Por motivos incomuns tem quase certeza do dia de sua morte. Quase!

Em A mais bonita, a Morte em pessoa tira folga após anos de trabalho duro, e resolve "mudar o visual". Curiosamente o conto me remeteu imediatamente à uma história similar da Morte de Maurício de Souza. É claro, apesar de argumento parecido, o destino da personagem da Turma do Penadinho e da protagonista deste conto é diferente. Se um serviu de inspiração para o outro, ou trata-se de mera coincidência não sei dizer.

Maria Tereza vai reencontrar (Será?) um amor da juventude. A rivalidade entre roqueiros e playboys de Brasília na década de 1980 é o tema de A dança das pedras. Difícil não imaginar neste cenário diversas bandas de sucesso nascidas nesta época na capital do país.

Pappy the Duke é um fugitivo da prisão, no Velho Oeste "estadunidense". O protagonista está de volta ao saloon para acertas as contas. Terra é protagonizada por Mitko, ou Carol como prefere ser chamada a menina descendente de japoneses que vai aprender a valorizar suas origens.

Diversidade é a palavra chave deste volume, menos melancólico que os anteriores. A constante é o traço detalhado e monocromático, e narrativa acessível. 

Outra novidade que contribui para a diversidade temática, é que juntan-se a Mário César novos nomes nos roteiros. Reginaldo Minas, Nick Farewell, Mário César, Marcelo Saravá dividem a criação das histórias. Os novos nomes trazem frescor às histórias que devem agradar fãs da coleção.

Este volume da coleção Entre Quadros está disponível apenas para plataformas digitais, na Amazon, no app Comix Trip e no Social Comics.

Entre Quadros - Um ano a menos e outras histórias
Mário César


Leia a resenha de outros volumes da coleção A Walk on the Wild Side (e Wake up) e Beginning of a Great Adventure.

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Deus Inc.

Salvador Pereyra (Rafael Sánchez Navarro) finalmente volta para casa após 10 anos viajando pelo Oriente Médio, em busca de provas que sustentem sua teoria e viabilizem a publicação de seu livro. De volta ao México, após anos sem conseguir fazer contato, sua família o considera morto e seguiu com a vida.
Entretanto, se descobrir morto para sua mulher e filha, nem de longe é a pior surpresa que aguarda o protagonista. Seu livro, sobre a origem das religiões (todas elas), foi publicado por outro, e está sendo usado como guia para uma seita que explora comunidades carentes. Inclua aqui, distorção de conceitos, alienação, doutrinação de crianças, rituais de gosto duvidoso, e claro, muito dinheiro envolvido.

Deus Icn. é a nova série latina, e polêmica, da HBO. A produção é mexicana, mas sua temática não é estranha à nós brasileiros.  De fato, a série chega em uma época em que, devoção extremada, fanatismo religioso, e má apropriação de doutrinas é um tema recorrente e preocupante em todo mundo. Seja na aparentemente inofensiva, porém estranha, doutrinação cinéfila promovida pelo lançamento de Os Dez Mandamentos. Ou pela mais urgente e preocupante ameaça mundial iminente o Estado Islamico. O perigo do fanatismo em geral, aliais, não é uma ameaça nova. Sempre esteve presente, seja com religião ou qualquer outra ideia como pano de fundo.
Uma coisa a produção deixa bem clara: não é a fé o problema. Mas, as pessoas que se apropriam de sua capacidade de guiar outros em benefício próprio. Assim, a série promete um batalha digna de Davi e Golias, ao colocar um homem de bem, contra uma instituição com recursos ilimitados e moral duvidosa.

Ao longo da temporada, salvador vai encontrar aliados e tentar descobrir/entender seus inimigos, enquanto tenta resgatar sua obra do "mal caminho". Sem deixar de relembrar situações semelhantes e referências ao longo da história, ao redor do mundo. Tudo isso de forma orgânica, natural e coerente, afinal ele é um estudioso.

Em produção desde 2014 a qualidade do projeto faz jus a qualquer produção da emissora. Com locações diversas e boas cenas de ação. Com tudo isso, nem precisava que os personagens, fossem carismáticos para a produção ter relevância. Felizmente eles são. Assim como o elenco é eficiente, e conta com Luis Arrieta, Rocío Verdejo, Fernando Luján, Isabel Burr, Dagoberto Gama, Manuel Balbi, Carlos Torrestorija, Adriana Paz e Lourdes Reye.

Uma série de qualidade que vai levar o expectador a se preocupar com a jornada de salvador e cia. Ao mesmo tempo que discute questões relevantes para o cenário atual, que por algum motivo ainda é pouco abordada no cinema e na TV. É pena que a série esteja passando despercebida por muitos.

Então fica a dica, Deus Inc. é exibida pela HBO, aos domingos às 22h. O quarto episódio vai ao ar este domingo. A série terá 12 episódios no total.

Confira mais posts sobre séries no blog.
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Pai em Dose Dupla

Brad (Will Ferrell) é um padrasto careta, porém extremamente dedicado à tarefa de cuidar dos filhos postiços. Incapaz de ter filhos e faz de tudo para conquistar as crianças. Wuando parece que finalmente seu trabalho está funcionando, surge Dusty (Mark Wahlberg), pai biológico durão, descolado e completamente irresponsável tentando reconquistar sua família.

Ficou com a sensação de que já ouviu esta sinopse antes? Não é para menos, a trama é de um típico filme-família, cujas altas confusões você já deve ter acompanhado em alguma Sessão da Tarde, especialmente nas décadas de 1980 e 90. A diferença aqui, obviamente, é atualização para 2015.

No novo milênio, as famílias "não tradicionais" já são comuns nas telas. Aliais o tema é moda (vide Modern Family, exemplo máximo disso). Já as crianças além de mais atrevidas, tem uma série de atividades cujos pais suburbanos precisam se engajar.

Assim, além de causar boa figura para a mãe, e impressionar os pequenos com suas habilidades (verdadeiras ou não), os pais precisam se encaixar na atribulada vida suburbana. Inclua aqui, várias piadas e referências aos padrões que esta "sociedade" impões, bem como seu "politicamente correto" universo.

Repetindo a parceria de Os Outros Caras, a dinâmica de opostos entre Will e Mark funciona bem conquistando algumas rizadas. Entretanto não vai muito além disso, graças ao tema já explorado e roteiro previsível.

Linda Cardellini (a Velma do Scooby Doo, recententemente esposa de um dos Vingadores), vive a mãe não tão exemplar assim Sarah. Já Hannibal Buress é o alívio cômico abusando de uma piada recorrente sobre o politicamente correto. Thomas Haden Church e Bobby Cannavale completam o elenco.

Pai em Dose Dupla, entrega o que promete. Aquela trama que você provavelmente já conhece, com uma roupagem nova e piadas espertinhas, proferidas por um elenco confortável. Não vai mudar vidas, mas deve garantir duas horas de escapismo divertido com a família.

Pai em Dose Dupla (Daddy's Home)
2015 - EUA - 96min
Comédia
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segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

8 anos falando nisso...

Interrompemos nossa maratona do netflix folia de carnaval, para celebrar mais um ano de blog. Aliais, nem é preciso interromper, basta aumentar a festança, não é mesmo? Já são 8 anos blogando, seja para muitos leitores, seja para o grande buraco negro da rede mundial de computadores. Blogar é preciso!

Sem mais delongas, segue o tradicional balanço do último ano:

Este é o post de número 915 do blog. 150 textos foram publicados desde o último aniversário, sobre cotidianoTVliteratura, e muitos sobre cinema entre outras coisas...

Nas redes sociais estamos alcançado cada vez mais leitores (a mais popular, está chegando aos 400 seguidores). Pode não parecer muito, mas vale lembrar: tudo isso foi alcançado apenas com conteúdo. Nada de prêmios, ou outras estratégias não tão legais (leia-se troca de links, compra de seguidores, entre outras coisas estranhas que rolam pela blogsfera). E com uma equipe de exatamente 1 pessoa. Esta blogueira que vos escreve, que por sua vez, ainda não vive de blog. Infelizmente.

É por essas e outras que agradeço aqueles que me acompanharam por mais este ano. Sejam leitores desde o início, adeptos recém iniciados, e até quem "cai aqui de para quedas", vez ou outra. E como além do carnaval (que é oficialmente quando o ano começa em terras brasucas), esta semana também se comemora o ano novo chinês, nada mais apropriado, que começar tudo outra vez e seguir em frente.

Aprimoramentos e novidades à caminho
Iniciando a temporada 2016 do Ah! E por falar nisso... assim que acabar a maratona do Netflix folia!

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domingo, 7 de fevereiro de 2016

Deadpool

Está procurando uma pessoa que pode honestamente dormir sem culpa todas as noites? Seu nome é Ryan Reynolds! Não que ele seja o único culpado por arruinar duas adaptações de super-heróis distintas. Da mesma forma que divide os méritos por Deadpool, afinal cinema é uma arte coletiva. Ainda sim, seu rosto era o símbolo destes erros do passado, que finalmente serão enterrados.

Ironicamente, a redenção vem por trás da máscara de um anti-herói que não tenta (nem pode), abusar do rosto de seu interprete famoso. O ex-militar e mercenário Wade Wilson (Ryan Reynolds) descobre ter câncer em estado terminal. Sem alternativas, aceita ser cobaia de um experimento cientifico que pode lhe trazer à cura, entre outras coisas.

Infelizmente uma dessas "outras coisas", são efeitos colaterais desastrosos. É a partir daí que nasce Deadpool, um anti-herói que neste filme busca vingança pela experiência malfeita.

Sim, outra história de origem. Mas não se engane, está longe de ser mais do mesmo. Á começar pelo tom de comédia abusada, desbocada, sem limites ou pudores adotada desde a promoção do filme. A falta de censura se estende às violentas cenas de ação. A censura brasileira ficou em 16 anos (particularmente acho pouco, mas nesse país o que um adolescente ainda não viu?)

A produção não impõe barreiras ou limites para contar a história que pretende. O que inclui a quebra recorrente da quarta parede. Deadpool, quer nos contar sua história. E ele vai, pessoalmente, do seu jeito peculiar, que inclui flashbacks, piadas palavrões, metalinguagem.Toda piada em potencial pode e será usada pelo filme. E caso alguma delas seja ruim, tudo bem, admitir isso também é uma piada.

Por mais caótico que possa soar, uma vez estabelecido o tom, a narrativa flui muito bem para contar esta (pasmem!) história de amor e vingança. Já que pouco antes de descobrir seu estado terminal Wade encontrou sua cara metade na figura de Vanessa (Morena Baccarin, com prática no assunto quadrinhos, já que também está em Gotham). A química de romante perturbado de Reynolds e Baccarin é perfeita.

Toda a busca pelos responsáveis pela nova condição do protagonista também não decepciona. Já que além de tradicionais sequencias de ação e perseguição, traz combatentes super-poderosos. Ajax (Ed Skrein, o Dario rejeitado original de Game of Thrones) e sua assistente Pó de Anjo (a lutadora de MMA Gina Carano). Além dos X-Men Clossus (Stefan Kapičić, interprete nos filmes anteriores Daniel Cudmore recusou a oferta de retorno para este) e Negasonic Teenage Warhead (Brianna Hildebrand).


Apagando completamente sua encarnação anterior do personagem em X-Men Origens: Wolverine, Reynolds se entrega à personalidade abusada, bem humorada e careteira de Deadpool. Deve agradar os fãs, e apresentar apropriadamente o anti-herói aos não iniciados. Além de proporcionar duas horas de ação hilária. Como de costume, não saia antes do fim dos créditos e, procure por Stan Lee. Também não perca os créditos iniciais, um dos melhores dos últimos anos.

Deadpool
2016 - EUA - 106min
Ação/Comédia
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Informações úteis para sua maratona de Between

Nós já empoderamos jovens protagonistas em aventuras fantásticas, distopias e invasões alienígenas: Próximo passo: deixar a juventude responsável por toda uma cidade em crise. Essa é a proposta de Between parceria da Netflix com o serviço de streaming canadense shomi.


Mortes súbitas e sem explicação começam a acontecer em um dia qualquer na pequena cidade de Pretty Lake. Com o tempo nota-se que apenas os moradores com mais de 21 anos são afetados pelo evento misterioso. Logo, não demora muito para que uma quarentena seja imposta, e para que todos os moradores restantes sejam crianças, adolescentes, e jovens adultos.

Assim a garota gravida, a filha do pastor, o líder do time de futebol, o rapaz da fazenda, os "caipiras", o garoto problema, entre outros tipos conhecidos precisam cuidar da cidade e dos mais jovens. Enquanto tentam não sucumbir a suas divergências (leia-se brigarem até a morte). Some aí o misterioso "virus" que matou os adultos, e o comportamento estranho das autoridades. Suspense e caos, são o carro chefe da trama.

Informações úteis para sua maratona de Between


1 - Sim, a mina do poster é a menina do ICarly (não a Carly, a amiga dela Sam). É o primeiro papel de peso de Jennette McCurdy. Rosto mais conhecido da produção é considerada a protagonista, embora com o tempo se perceba que se trata de uma daquelas séries com "vários protagonistas".


2 -  Já que estamos falando de séries infanto-juvenis, os melhores fisionomistas podem reconhecer Jordan Todosey, de Minha Vida com Derek.

3 - Não se engane. Pretty Lake não é uma típica cidadezinha estadunidense. A história acontece no Canadá.

4 - Aliais a série é a primeira parceria canadense da Netflix com o serviço de streaming shomi. E foi exibida no canal de TV do Canadá "Global City".

5 - Na Netflix seus episódios foram disponibilizados semanalmente na maior parte do mundo.

6 - Entrentanto Netflix Canadá só disponibilizará o primeiro ano de Between às vésperas da estreia de sua segunda temporada.

7 - Junto com Between foi produzida uma websérie chamada Between The Lines. Lançada no site do canal City com oito mini-episódios de 2 minutos. Segue personagem Amanda (Krystal Nausbaum) enquanto ela entrevista alunos de Pretty Lake para o anuário da escola. A websérie acompanha o pré-surto, e continua durante toda a quarentena. Infelizmente o produto não foi liberado por aqui.

8 - Apesar de ser uma série onde 99% dos personagens tem menos de 21 anos, mortes e acidentes trágicos não estão fora do enredo. Em outras palavras, morre muita gente. A série até tem um contador de mortes. E algumas destas pessoas são crianças pequenas e fofas.

9 - Provavelmente você vai se perguntar se aos 21 era tão problemático quanto a maioria daqueles jovens. Uma vez que além de não concordar em nada, eles parecem não conhecer as prioridades em uma quarentena.
Suprimentos? Quem liga? Bora criar treta com nossos rivais de colégio!
11 - Também vai achar incrível, que apesar de ser uma cidadezinha do interior do Canadá (daquelas em que apenas uma família é dona de quase tudo) Pretty Lake tenha uma prisão de segura máxima e um zoológico.
12 - Tente não passar toda a temporada pensando porque, apesar de ser um gênio, esse menino não consegue pentear o cabelo? Não dá para usar a quarentena como desculpa, ele já começa a série assim.

13 - Sim, Between se parece bastante com Under the Dome. Mas ao invés de intrigas orquestradas para tomar o poder, a gurizada briga mesmo, deixando emoções, vontades e instintos falarem mais alto. Ainda sim deve agradar quem curtia a trama de sítio da prisão invisível.
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A primeira temporada de Between tem 6 episódios, todos já disponíveis no Netflix. E a segunda temporada já foi confirmada para 2016.

Leia mais sobre séries, ou confira outros posts da série Informações úteis para sua maratona - Sense8, Orange is The New Black, Demolidor, Umbreakable Kimmy Schimidt, Narcos e Jessica Jones
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