sábado, 31 de outubro de 2015

Terror para os fracos!

É Halloween, ou Dia das Bruxas, e você também quer fazer aquela maratona cinéfila temática mas morre de medo de filmes de terror. Seus problemas acabaram! Pois este ano resolvi fazer uma lista de filmes de terror para os medrosos as pessoas com nervos delicados.

Os filmes a seguir estão oficialmente classificados como "terror", entretanto a probabilidade de ataques cardíacos dos mais sensíveis é pequena. O que não significa que sejam filmes ruins. Confira:

Poltergeist - O Fenômeno (Poltergeist - 1982)
Estou falando do original produzido por Spilberg de 1982, não da refilmagem lançada este ano. Nele, uma típica família estadunidense começa a presenciar atividades paranormais em sua residência. A caçula inclusive conversa com a estática da TV (para os mais novinhos, os aparelhos de televisão de antigamente ficavam com a tela cinza de chuviscos na ausência de um sinal). Até que em uma noite cheia de efeitos especiais, a pequena Carol Anne é sugada pelo seu guarda-roupa. É a busca pela pequena Carol Anne, e a compreensão do que está acontecendo na casa, inclua aqui a chegada de especialistas no assunto, é o que move Poltergeist - O Fenômeno.

A "atmosfera Spilbergiana", da um tom sessão da tarde família. E os ótimos, porém datadoss efeitos especiais mais divertem quem assustam. A trama é bem amarradinha, tem mistérios, acontecimentos sobrenaturais e fantasmas. Sim é um terror, mas pode ser visto por toda a família. As histórias dos bastidores da produção, de fato assustam muito mais que a trama em si. - Leia a resenha completa de Poltergeist - O Fenômeno -

A Noiva de Chucky / O Filho de Chuck (Bride of Chucky - 1998 /Seed of Chucky - 2004)
Sim!!! Momento combo de filmes. O primeiro filme do boneco Guy possuído pelo espírito de Charles Lee Ray, o O Estrangulador de Lakeshore, tinha muito potencial de aterrorizar. Entretanto quando alcançamos o quarto e quinto filmes da franquia o terror, já havia se tornado "terrir".

Em A Noiva de Chucky, Tiffany saudoza namorada de Charles Lee Ray consegue resgatar o boneco de seu amado, que estava sendo guardado como evidência policial. Restaura o brinquedo com agulha e linha, e com vudu ela faz com que a alma do seu ex-namorado volte para o boneco. Porque ela não comprou outro boneco? Ou ainda encontrou um corpo adequado? É um mistério. De volta à trama, o casal se desentende Chuky mata Tiffany e a coloca em uma boneca. Assim o casal passa à ter um objetivo em comum: encontrar novos corpos. Romântico né! Tanto que os bonecos até se enamoram e se gabam por não precisarem de contraceptivos, pois já são de plastico.

É claro, que eles estavam errados, e desta noite de descuido nasce O Filho de Chucky. Órfão, Glen consegue ressuscitar os pais, em Hollywoody onde estão acontecendo as filmagens do longa sobre o caso do brinquedo assassino (todos amam metalinguagem). Infelizmente o rapaz descobre que não tem os mesmos interesses que seus progenitores.


Os Garotos Perdidos (The Lost Boys - 1987)
Nada a ver com os meninos da terra do nunca. O Jovem Sam e seu irmão mais velho, eram adolescentes comuns até se mudarem para a pacata Santa Carla, Califórnia, informalmente conhecida como a capital nacional dos assassinatos. Não demora muito para perceber que a cidade é mais estranha que violenta. Enquanto o primogênito Michael se encanta com uma moça, ao mesmo tempo que se envolve com a gangue de motoqueiros da qual ela faz parte. O caçula Sam conhece garotos com estranha obsessão por quadrinhos de vampiros.

Simplificando em termos simples, se os Goonies entrassem em uma aventura com os irmãos Winchester, seria exatamente assim. De fato o Goonie Corey Feldman faz parte do elenco. Visual dos anos de 1980, ótima trilha sonora e vampiros (um deles o jovem Jack Bauer, Kiefer Sutherland). Os Garotos Perdidos tenha é uma divertida e sombria aventura. - Confira a resenha completa -
O glamour dos anos 80 em forma de vampiros!!!

A Hora da Escuridão (The Darkest Hour - 2011)
Segundo seus produtores este filme é uma obra de horror e ação. Acompanhamos um grupo de jovens, que tenta sobreviver ao "apocalipse alien", em Moscou. O pessoal devia estar vivendo as "férias de suas vidas", entretanto passam todo tempo do grande ataque inicial refugiados em uma despensa. Então perdemos a parte da ação, ao pular correria nas ruas, o medo, acidentes de avião, etc.

É apenas quando os corajosos americanos decidem que é seguro sair, que vamos descobrir nosso inimigo: o MORMAÇO! Sim, os vilões invisíveis mais parecem aquela ondulação que vemos sob o sol quando está muito calor. Eles também são elétricos, causando um blackout quando chegam, mas ligando tudo por onde passam. Logo, nossos heróis temem as luzes e adoram a escuridão (seria uma metáfora invertida?). Difícil ter medo assim. - Confira a resenha completa -

Então está completa a lista para maratona de "terror light" de 2015. Um terror fofo, dois que fazem rir, uma aventura vampiresca, e um filme ruim demais para conseguir assustar, respectivamente. E aí, quais você pretende assistir? Quais já viu? Ficou com medo de algum?

Para os mais corajosos não deixe de ler o post de como tornar sua sessão de terror mais assustadora: Como assistir à filmes de terror

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quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Fã de Carteirinha: no The Voice!

Qual o tamanho da sua fanatice? Sério, o quanto você é fã das coisas que você gosta? Teria coragem de levar sua identidade adoradora à um processo de seleção importantíssimo para sua carreira? Pois existe quem tenha.

Confere só esses candidatos do The Voice de diferentes partes do mundo. Eles vestiram a camisa de sua nerdice em rede de TV, e a melhor parte: conseguiram virar as cadeiras e ficar no programa. Antecipadamente torcendo para o candidato que tiver essa coragem na versão nacional.

Repara que os dois primeiros são do The Voice Peru, que tô achando deve ser o mais legal do mundo.


Essas duas criancinhas cantando Disney em inglês lindamente são alemães. É claro que alguém cantou Let it Go, mas não quem você imagina.


Entretanto ninguém "diva" mais que o tributo feminino da Alemanha, que é fã de Jogos Vorazes, mas foi vestida de Stitch!


E você que manifestação de fã gostaria de ouvir/cantar no The Voice? Você acha que os jurados brasileiros reconheceriam as músicas mais nerds, como os Peruanos?

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terça-feira, 27 de outubro de 2015

The Strain - 2ª temporada

Quem aí se confundiu nas contas, e perdeu a transmissão da segunda temporada de The Strain? Fique tranquilo companheiro, você não é o único! E a confusão é compreensível, afinal a primeira temporada chegou por aqui com um atraso de meses, estreando em Janeiro deste ano. Enquanto o segundo ano teve transmissão simultânea com os Estados Unidos, chegando e telas brasucas em julho do mesmo ano. Aí fica difícil mesmo organizar o calendário de séries.


Mas não é porque tem "serie demais para pouca vida", que vamos desistir de alguma. Segue então, com um pouquinho de atraso, o balanço da segunda temporada de The Strain.

Não é mais mistério para ninguém os Strigoi (nome mais apropriado para esses "vampiros", que podem muito bem ser a origem não apenas dos bebedores de sangue mas da maioria dos monstros de diversas mitologias ao redor do mundo) existem são perigosos e se espalharam por Nova York. Infelizmente as autoridades incompetentes, não sabem muito bem como lidar com os infectados. Enquanto nosso pequeno grupo protagonista, cansado de tentar se fazer ouvir se empenhou e falhou na sua primeira tentativa contra o Mestre.

Eph (Corey Stoll), Nora (Mia Maestro), Setrakian (David Bradley, o Argos Filch de Harry Potter, e Walder Frey de Game Of Thrones), Fet (Kevin Durand), Dutch (Ruta Gedmintas) e o pequeno Zach (reescalado, Ben Hyland foi substituido por Max Charles), continuam juntos. De fato agora formam uma unidade determinada e descobrir como eliminar os vampiros. Uma vez que apenas o sol não foi suficiente para eliminar o sangue-suga mor. E nessa pausa de "reagrupamento e pesquisa", cada um desenvolve seus conflitos. Afinal, os inimigos não são mais o grande mistério, agora o interesse é nos personagens.

O mais abalado deles o professor Abraham Setrakian (David Bradley), precisa lidar com uma falha no trabalho de toda uma vida. E após um período depressivo descobre a salvação em um livro mítico. A busca pelo Occido Lumen vira sua nova obsessão.

Mas essa série tem uma abordagem cientifica em todo o processo de transformação humano-vampiro. Logo, Eph e Nora buscam uma saída de laboratório. O que se bem sucedido implica em encontrar recursos (leia-se uma empresa farmacêutica e ajuda militar e política) para reproduzir em massa.

É claro que falta tempo para dar atenção ao pequeno Zach, em plena fase de negação pela transformação de sua mãe. A fase mais rebelde do garoto aliais, é, segundo os produtores, o motivo para a troca de ator.

Mas nem todos estão infelizes nesse apocalipse Strigoi. Fet e Dutch estão se entendendo muito bem. O que você pode adivinhar não vai durar muito tempo. O mesmo vale para o recém-revitalizado ricaço do mal Eldritch Palmer (Jonathan Hyde), cuja "parceria" com o mestre começa a enfraquecer.

Seguindo com sua história paralela e incógnita Gus (Miguel Gomez), é nossa porta de entrada para outro lado do mundo dos monstrengos. Revelando que o Mestre, não é "mestre de todos" e que desagrada sua própria espécie. Assim novos jogadores entram na disputa, embora as alianças sejam raras e arriscadas.

E por falar em novos personagens, a veradora Justine Feraldo (Samantha Mathis) adota a luta para si. De forma bastante agressiva, com força policial apesar de não ter muito conhecimento das criaturas que estão enfrentando. É claro, que ela vai ter que lidar com muita politicagem antes de conseguir alguma coisa.

Do lado malvado da história nem tudo são flores também. O Mestre foi ferido sim pela tentativa de nosso grupo protagonista. Logo, precisa tomar providências para que não se isso não se repita. Ignorando o sentimento de insatisfação e fracassos frequentes de seu primeiro imediato o Nazista Thomas Eichhorst (Richard Sammel).

Achou muita coisa? E isso foi apenas a sinopse da situação inicial da maioria dos personagens. The Strain não peca pelo marasmo, nem tenta enrolar o expectador com episódios em que pouco acontece Benefício da temporada mais curta, e do rico material em que é baseado, a Trilogia da Escuridão série literária criada por Chuck Hogan, em parceria Guillermo del Toro.

Se o ritmo é acelerado, eventualmente perdemos um ou outro personagem, como a misteriosa humana que auxilia o mestiço Mr. Quinlan (Rupert Penry-Jones). Ou ainda ficamos na vontade de conhecer melhor outros como o ex-ator mechicano "Anjo de Prata".

Outro detalhe complicado é a localização das tramas pela cidade de NY. O que na primeira temporada parecia ser apenas um detalhe, na segunda se mostra uma ferramenta para compreender como a infecção está se espalhando. Nem toda a cidade foi afetada da mesma forma, consequentemente as reações também são diferentes. O problema, é que para quem não está familiarizado com a geografia da cidade, fica difícil conhecer os "pontos críticos", as proximas áreas alvos, e a politica interferindo nas prioridades.

Nada tão grave que interfira na ação e no horror. A trama é inteligente, bem desenvolvida, e com cada personagem desenvolvendo seus arcos, não faltam coisas com que se preocupar. Incluam aqui eventuais flashbacks, que mostram o passado do Mestre, as "aventuras" de Setraquian e Palmer.

The Strain mantém sua trama interessante, mitologia própria e rica. Além da qualidade de uma produção de Guillermo del Toro, sinônimo de monstros bem feitos e horror despreocupado com "faixa etária". Diversão para os grandinhos!


A série terá cinco temporadas. A segunda e terceira devem cobrir o segundo livro, enquanto o último volume fica por conta do quarto e quinto anos. No Brasil é exibida pelo FX.

Leia sobre The Strain, e veja como foi a 1ª temporada da série.

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sexta-feira, 23 de outubro de 2015

Blindspot

Então você está em mais um pacato dia resgatando mulheres em cativeiro de um maníaco, em seu trabalho no FBI, quando uma bela moça (digna de Asgard), aparece desnuda em meio a Times Square, com seu nome tatuado nas costas. O que você faz?

A apresentação da protagonista de Blindspot é sem dúvida um dos pontos marcantes da série, e o que atraiu grande parte de seus expectadores. A moça vivida por Jaimie Alexander (a Lady Sif de Thor e Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D.) surge de dentro de uma mala suspeita, largada no meio do ponto turístico nova iorquino, já devidamente evacuada pelo esquadrão anti-bombas. A bolsa não é uma bomba, mas o surgimento desta ninguém, desencadeia uma série de acontecimentos explosivos (com o perdão do trocadilho).

Com toda sua memória apagada quimicamente, e todo o corpo tatuado recentemente. Não demora muito para todos decidirem que suas tatuagens são pistas para algo maior. Á começar pelo nome do agente do FBI Kurt Weller (Sullivan Stapleton), que não faz ideia do porque foi envolvido, mas logo assume o papel desta "desconhecida". Esta por sua vez começa a ser chamada pelo termo usado para "indigentes do sexo feminino" em inglês: "Jane Doe".

Ainda no piloto, Jane começa a descobrir habilidades específicas que apontam: essa moça não é uma qualquer. Embora realmente no momento seja ninguém, já que não existe registro algum de sua existência. É por ela, que você continua a assistir. Seja por já ser fã da atriz, ou para finalmente vê-la obter todo o "girl power" equivocadamente lhe negado nos longas do Thor.

Se o expectador fica por Jane, espera-se que a série abrace sua protagonista, tornando-a outro ícone feminino da cultura pop. E evitando cair na clichê de série policial, com parceiros diante de um grande mistério, e eventualmente um interesse amoroso. Não há nada de errado, em seguir esta fórmula, aliais este parece ser o rumo escolhido para a produção. Focar apenas nisso, abusar de reviravoltas forçadas para manter o expectador, enquanto negligencia uma protagonista forte em potencial que seria um problema.


Perigo este, que fica ainda maior com a extensão da primeira temporada. Os primeiros episódios foram tão bem recebidos que a produção antes de apenas 13 episódios ganhou temporada completa, com 22 capítulos.

Uma boa série com uma protagonista forte, e um grande mistério. Tem tudo para durar, se a trama escolher bons rumos. Fica à torcida! Blindspot é exibida pela Warner nas terças-feiras, às 22h30.

P.S.: Com Jaimie Alexander ganhando uma série só dela, significa que Lady Sif não vai mais dar o ar da graça em Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D.? Quem a aí conhece o contrato da moça? Ao menos em Thor: Ragnarok sua presença está garantida.
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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

O Futuro é Hoje!!!!

Tomamos o caminho mais longo, mas chegamos. É quarta-feira, 21 de outubro de 2015. Estamos no futuro!

Ou pelo menos a data que Marty McFly de 1985, vista em De Volta para o Futuro - Parte 2. Uma época incrível, na qual a justiça é rápida, pois os advogados foram abolidos. Os paparazzi foram substituídos por drones fotográficos. O papel tem tecnologia repelente de poeira, temos roupas auto-secantes, tênis que se amarram sozinhos, Tubarão 19, comida re-hidratada, carros voadores e os favoritos de 11 entre 10 cinéfilos os Hoverboards.

Ficou triste né! Percebeu que a data mágica chegou e não temos nada disso. Tudo bem, eu também fiquei triste enquanto escrevia. O culpado por não termos tudo isso é o próprio Marty, que em De Volta para o Futuro - Parte 3 não topou aquela corrida, mudou o próprio destino provando que o futuro não está escrito.

E se você conhece o conceito do Efeito Borboleta (não lembre do filme do Ashton Kutcher), sabe que essa mudança pode ter provocado uma reação em cadeia que resultou na não existência daquelas coisas legais do segundo parágrafo. Ao invés disso temos smartphones com milhões de funções.

Brincadeiras à parte, no geral bem que tentamos criar o futuro que Dr. Bown e Marty encontraram. Não conseguimos replicar tudo exatamente, mas algumas coisas até funcionam. Segue agora uma versão atualizada, e mais completa de um post de 2011! Sim, comemoro o futuro olhando o passado, eu sou louca!

Videoconferência
Temos Skype baby! E smartvs gigantes onde podemos usá-los igualzinho ao filme, embora a maioria de nós fique nos netbooks mesmo. No filme a tecnologia substituiu o telefône convencional, o que não aconteceu em "nossa realidade" ainda, já estamos na fase intermediária substituímos as ligações por mensagens de texto.

Vários canais na TV
A TV dos McFly, era plana e muito fina, como as atuais LCD, LED e Plasma, e podiam transmitir mais de um canal ao mesmo tempo, coisa que as redistribuidoras de sinal já proporcionam hoje em dia. Tarefa cumprida!

Acionados pela voz
Quem nunca babou, ao ver aquela propaganda de ceular, um homem ao volante apenas falando o nome da pessoa com quem quer falar para que o telefone faça sozinho a ligação em viva-voz, ou ainda da TV que facilita a vida do vovô que não precisa tentar enxergar os micro botões do controle remoto. Se telefones podem fazer isso, qualquer aparelho pode, não? No filme tudo pode ser pedido em voz alta, de acender luzes a pegar uma fruta (que vem de um jardim suspenso no teto, mas vou ignorar essa tecnologia fantasiosa demais).

Video-óculos
Google Glass! De verdade a maioria de nós ainda não pode ter um. E provavelmente tem funções bem diferentes das dos óculos que toda a família McFly usa. Mas que existem, existem.

Video-games sem controle
Não sabemos exatamente como era os video-games em 2015 de Hillvalley, mas sabemos graças ao, então, pequeno Elija "Frodo" Wood que não precisam usar as mãos. Se está falando de um videogame acionado pelo poder da mente, estamos longe. Entretanto se está falando de usar não apenas as mãos, ou ficar preso à um controle... o X-Box está aí para salvar a pátria!

Comida re-hidratada
Ok! Eles tinham um aparelho, parecido com um microondas que transformava um disquinho de massa em uma pizza meio-a-meio. Nós colocamos água quente em um copinho e ... macarrão instantâneo em 1 minuto! Melhor que nada né!



Combustíveis alternativos
Não temos o Sr. Fusão para alimentar os carros, mas temos GNV, Alcool ("peraí"esse é antigo!). Uso de fontes de energias alternativa, e a busca por novas opções mais eficientes não faltam. Em prol de um mundo mais saudável.

Leitor Biométrico
Se você é rico não precisa mais de chaves para entrar em casa, Se não é cheio da grana pode conhecer a leitura biométrica em outras funções. Não precisamos mais borrar os dedos para colocar digitais em documentos, empresas controlam a entrada e saída de funcionários com as digitais e, pasmem, celulares também podem ser protegidos assim, e brasileiros de algumas cidades já votaram identificados por leitura biométrica!

3D nas ruas
Marty está andando na rua quando é atacado pelo tubarão de Spilberg, trata-se de um holograma promovendo o 19º longa do terror dos mares. Temos hologramas sim, em shows por exemplo, mas eles ainda não interagem com transeuntes na calçada. Já a tecnologia 3D anunciada no cartaz do filme, está por aí encarecendo os ingressos de todo o mundo!

Tubarão 19
Não tivemos tantas sequências de Tubarão assim, mas não é que apareceu um delicioso tease do filme alguns dias atrás. Assista:



Pedidos por computador
No 80's Café, fazemos o pedido a um garçon de mentira. Hoje em dia podemos comprar qualquer coisa sem nenhum contato humano, apenas digitamos o pedido e recebemos o produto em casa. Também temos lanchonetes, redes de cinema e até supermercado onde podemos comprar em máquinas.

Cadarços automáticos
Você está andando na rua, longe de casa, sem outra alternativa de transporte, cheio de sacolas, é apanhado por uma tempestade e então seu cadarço desamarra. Um dilema, arriscar um tombo e continuar ou arriscar uma gripe, e amarrar o cadarço? Por isso que precisamos cadarços que se amarram sozinhos. A Nike bem que produziu uma edição limitada dos tênis, em 2011 mas os cadarços... bom, eles prometeram para 2015!



Pepsi estilosa
É claro que o marketing do refrigerante que "pode ser", não ia deixar passar a oportunidade. Lançou uma edição limitada exclusivíssima das garrafas. Disponíveis apenas nos Estados Unidos, as garrafas começam a ser vendidas hoje. Foram produzidas 6,5 mil unidades, cada uma delas vai custar U$ 20,15. Alguns sortudos que apareceram na NY Comic Con vestidos como Marty, ganharam uma das 1,5 mil unidades da "Pepsi Perfect".



Hoverboard
Versões que voam suportando o peso de uma pessoa, ainda não conseguimos replicar. Ao menos algumas empresas como a Mattel, já criaram edições não voadoras para exibirmos por aí!


Chega de mídias físicas!
Não sabemos se Marty Jr, tinha um MP4, mas nessa cena dá para ver que LPs e CDs (ou uma versão bizarra que mistura os dois), foram descartados.

Câmeras
Eles acertaram nas câmeras pequenas e cheias de funções, só não tinham como prever que estas seriam apenas mais umas das funções de nossos aparelhos de celular.

Nem vou tentar achar versões para aparelhos flutuantes que corrigem a coluna, carros voadores, coleiras que levam seu cachorro para passear, roupas auto-secantes. Ah! E por falar em moda, que bom que não seguimos aquele rumo (a calça Beatle Juice bem que tentou alguns anos atrás).

Definitivamente não é o futuro que esperávamos, mas até que não estamos tão longe assim né! Além disso, Doc e Marty chegaram por às 16:29, horário de Hill Valey! Vai que até esse horário não fazem um grande anúncio com os produtos que faltam.

Eu tô na torcida!

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segunda-feira, 19 de outubro de 2015

Peter Pan

Hollywood ainda não descobriu, mas algumas histórias e personagens não precisam de explicação ou prelúdio. E, a menos que a intenção seja desvirtuar completamente e criar novos questionamentos, mexer com ícones do imaginário soam apenas como um caça níquéis carente de imaginação. Infelizmente este é o caso da nova versão de Peter Pan.

Ambientado sem motivo aparente (que não seja a possibilidade de colocar navios voadores duelando com bombardeiros) na Segunda Guerra Mundial, esta versão traz Peter ainda como órfão em um suspeito orfanato comandados por freiras malvadas de onde as crianças desaparecem durante a noite. Vale lembrar que a história de J. M. Barrie é contemporânea a época em quer fora escrita por volta do ano de 1902. Logo se você conseguir abstrair do fato que esta historia está situada décadas depois das aventuras com Wendy, vai conseguir se divertir mais do que esta blogueira que vos escreve.

De volta ao longa, não demora muito para Peter (Levi Miller, carismático e esforçado) descobrir que as freiras vendem órfãos para piratas voadores. Infelizmente a descoberta acontece quando o próprio protagonista é levado pelos malfeitores. Já na Terra do nunca bucaneiros e garotos sequestrados/perdidos são escravizados pelo lendário pirata Barba Negra (Hugh Jackman,se divertindo), para extrair de enormes minas o Pixum, o pozinho das fadas, ou pó de pirimpimpim para os mais antigos.

É claro, que não demora muito para o garoto fugir de lá, acompanhando de James Hook (Garrett Hedlund), sim ele já tinha esse nome antes de perder uma mão. E Smiegel (Adeel Akhtar), logo encontram a Princesa Tigrinha (Rooney Mara), toda sua tribo e de bônus uma profecia: Peter é o escolhido para salvar a Terra do Nunca da Tirania de Barba Negra e resgatar as fadas obscuridade. Inclua aqui, a receita completinha da jornada do herói, afastando este Peter da figura insolente, autoconfiante e até arrogante que virá a ser um dia. Sim, há planos de sequencias, para transformar este Peter no personagem de Barrie. Como a produção vai lidar com o fato de que não pode impedir Levi Miller de crescer, é o problema que me vem a mente, mas existem outros.

Transformar, o agora parceiro e jovem galanteador estilo Indiana Jones (inclusive nas roupas), no inimigo mortal ranzinza, maneta e odiável, Capitão Gancho vai ser complicado. Afinal, neste longa a construção do personagem nos faz torcer por ele, inclusive por um romance com Tigrinha. Se nem nós do lado de cá conseguimos odiar o personagem que sabemos ser o vilão, como seus companheiros de viagem vão fazê-lo. Carece muito de ambiguidade essa versão de James Hook.

Se o roteiro carece de ousadia. O orçamento não perde em nada para qualquer blockbuster. Dinheiro, que o diretor Joe Wright reconhecido por dramas de época como Desejo e Reparação e Orgulho e Preconceito soube distribuir bem entre efeitos práticos e computação gráfica. Entres sereias, crocodilos gigantes e embarcações voadoras, uma curiosa luta sobre uma cama elástica, saltos dignos do Cirque du Soleil e mortes representadas por explosões de fumaça coloridas são as que melhor se destacam. Já a direção de arte, embora impecável, não consegue fugir (como poderia?) de contrastar uma Londres cinzenta com a multicolorida Terra do Nunca.

Enquanto a maioria do elenco se esforça, conscientes de que carregam personagens amados por gerações diversas. Hugh Jackman tem carta branca para gastar toda sua teatralidade em um vilão exagerado, caricato, de aparência pitoresca, que nem precisaria vestir preto para reforçar suas intenções. E se a competência de Rooney Mara, não for suficiente para encobrir o erro em sua etnia, vale apontar que sua tribo, parece reunir "nativos" de todos os cantos do mundo.

Visualmente deslumbrante Peter Pan, não deixa de ser uma aventura divertida, cujo o único objetivo é entreter. Trazer referências ao original, serve apenas de chamariz e alguns momentos de curiosidade. Premissa desnecessária na opinião desta humilde blogueira que vos escreve. Eu não precisavam, nem gostei de conhecer esta origem de Pan. Especialmente quando relembro que uma série de TV, foi melhor sucedida em oferecer uma origem para este icônico personagem, subvertendo completamente os personagens. Na terceira temporada de Once Upon a Time, Peter é o verdadeiro vilão de Neverland. Enquanto Gancho o galanteador ambíguo que falharam em apresentar no longa.

Faltou a ousadia do verdadeiro Pan neste prelúdio. Se é para recontar uma história tão explorada quanto esta, um salto de fé (e muita coragem) é necessário, além de pensamentos felizes.

Peter Pan (Pan)
EUA - 2015 - 111min
Fantasia/Aventura


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