terça-feira, 29 de dezembro de 2015

2015 em filmes

Entre 2010 e 2013, o canal GenRocks publicou suas muito bem feitas filmografias anuais. Um mega trailer com todos os lançamentos dos anos em questão. Infelizmente o canal, que agora se chama Gen Ip parou de produzir os vídeos. Mas inspirou muita gente!

Depois de uma longa pesquisa, encontrei dois candidatos que mais se aproximam da ideia original das filmografias. Infelizmente, nenhum deles é tão completo, ou sequer trazem a lista de filmes que usaram. E aí, quantos você reconhece? Quais assistiu?





O primeiro vídeo é do canal WingmanFilms e traz 179 títulos. O segundo é do illyasuiel - - e usou imagens de 208 filmes.

Confira os principais lançamentos de 2015, na área de resenhas do blog. E que venha 2016!!!

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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Seis anos de DVD, Sofá e Pipoca

6 anos, 303 filmes, 2171 posts (até 23/12)! Faz tempo que não falo do projeto para formar blogueiras melhores aqui no blog. E como fechamos o sexto ano esta semana, achei apropriado (re)apresentar este projeto paralelo para os recém chegados.

O DVD, Sofá e Pipoca nasceu em 2010, inspirado por uma sessão do filme Julie & Julia, com o cinema substituindo a comida (é, cozinha não é nosso forte). Nosso, porque o blog foi criado em parceria com Giselle de Almeida e Geisy Almeida (sim elas são irmãs).

A intenção era colocar a cinefilia em dia, e assistir aqueles filmes essenciais, clássicos que sempre perdiam espaço para os lançamentos. De lá para cá cumprimos uma lista sugerida por um livro. Depois adotamos uma lista de meses temáticos, sistema que durou por quatro anos. Abandonamos o sofá e nem por um instante nossa única fonte de filmes foi de fato o "DVD".

Em 2015 resolvemos abandonar os temas, e fazer um listão, do que creditávamos ter ficado de fora! E adivinha, depois de todo esse tempo, ainda descobrimos que não assistimos tudo a que deveríamos (provavelmente nunca vamos!).

Ainda sim, aprendemos mais que esperávamos. Sobre os filmes, sobre o "fazer cinema", sobre a história da sétima arte, seus principais personagens (reais e fictícios). E até ouso dizer sobre história mundial, filosofia, literatura, música... e muitas outras coisas que nos ajudam a compreender o mundo. Afinal, o cinema é uma arte coletiva, que bebe de, e inspira muitas fontes. (Viu, também aprendi isso!).

Admito, ainda devo alguns filmes da lista de 303 títulos, e ainda alguns outros que descobrimos no
caminho e não entrara oficialmente na seleção. Prometo tentar assistir todos, cedo ou tarde!

Por hora, fico feliz de termos chegado até aqui. Mas calma, isso não é uma despedida, só uma pausa para encontramos novos rumos. Afinal é o que todos fazem no fim de ano, certo? Aliais, aceitamos sugestões.

Enquanto isso vá conhecer o projeto, olha só o quanto já assistimos:


Meses Temáticos:





Então esse é o balanço de seis anos de um projeto enriquecedor, que venha mais DVD, TV streaming, cinema, sofá e pipoca....

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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Star Wars: fã de carteirinha #4

A Força despertou, bateu recordes e está alcançando novos discípulos. Em outras palavras, Star Wars - O Despertar da Força finalmente estreou, é um sucesso, foi aprovado pelos fãs. O mais notável entretanto é a quantidade de novos fãs, que a franquia conquistou em apenas um fim de semana.

E não se engane, não se trata apenas da molecada jovem que nunca teve contato com o universo de George Lucas. Tem muito marmanjo perdendo o preconceito, ou perdendo a preguiça, e saindo dos cinemas direto para a telinha de casa para ver os filmes anteriores. Em ambos os casos, os novos padawans não tem vergonha de dizer nas redes sociais que ainda não foram devidamente iniciados!

O Fã de Carteirinha de hoje pretende ajudar esses novos recrutas. Apresentamos toda a saga de Star Wars  em 99 segundos (ou quase isso!), incluindo trilogia original e prelúdios. Confere aí, o vídeo do canal Paint!



Agora que a Força está com você, confira outros posts da série Fã de Carteirinha  ou leia mais sobre Star Wars inclusive a resenha sem spoilers de O Despertar da Força.

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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Star Wars - O Despertar da Força

"O ministério da cinefilia jedi adverte: seja você um jovem padawan ou um mestre da força, o sétimo episódio desta franquia é melhor aproveitado se assistido "no escuro". Embora a resenha abaixo seja LIVRE DE SPOILERS, talvez você prefira assistir ao longa antes de lê-la."

Sim, estou recomendando que você não leia minha resenha imediatamente. Calma, não estou ficando louca, mas sim reconhecendo que a estratégia de revelar pouco sobre a trama do file assumida pela produção tem seu valor. Especialmente na hora de envolver os mais jovens na história.

E por falar em história O Despertar da Força não traz exatamente uma história original. Mas, quase um "reboot" disfarçado pela repetição de rimas visuais e narrativas, apoiadas na "Jornada do Herói" de Joseph Campbell, que Lucas adotara em Uma Nova Esperança.

Rey (Daisy Ridley) é uma jovem comum, esperando sozinha no deserto para que sua vida comece, quando um droide com uma carga preciosa esbarra em seu caminho. Assim como Luke ao encontrar R2-D2 e C-3PO, a moça "ganha" uma missão, que se mostrará mais importante que salvar o pequeno droide, ao esbarrar em BB8.

Jornada que não enfrentará sem aliados, o primeiro deles na figura de Fin (John Boyega). A parceria por falta de opção, é acertada não apenas na jornada de cada personagem, mas na química entre Ridley e Boyega. A necessária figura do mentor/figura paterna fica por conta de Han Solo (Harrison Ford). Desta vez além de explicador para os novos personagens (e expectadores) os mistérios do universo, este ainda acumula a bem exercida função de "fã-service". Trazendo de volta momentos e referências para agradar os fãs, sem no entanto ser gratuito ou alienar os novatos.

Com a estrutura semelhante à Uma Nova Esperança, e o retorno de temas presentes nas duas trilogias anteriores. O Despertar da Força é uma continuação com ares de reboot, a mesma fórmula, com personagens diferentes. Os novatos, aliais mostrando a diversidade da galáxia que a sociedade dos anos de 1970 não compraria com tanto entusiasmo. Uma mulher como protagonista, com um negro e um latino Poe Dameron (Oscar Isaac) no centro da ação. Não que o filme fique fazendo campanha de diversidade, é assim porque o universo é vasto e diverso, logo nem todo mundo é homem jovem caucasiano.

E por falar no cara caucasiano estes fica a cargo de Adam Driver como Kylo Ren, o vilão mascarado com ambições de Sith, conflitos  e passado complicado e com pouco tempo de tela. Mistério que pode soar como um arco mal trabalhado, mas novamente segue o formato da saga de 1977.

É a Primeira Ordem, o ponto mais fraco deste longa. Surgido durante o hiato de 30 anos entre O Retorno de Jedi, e este episódio. Como surgiram, quem é esse tal de Supremo Líder Snoke? Como ele chegou ao poder? Qual a relação com a república? Histórias essenciais que talvez estejam presentes nos livros, mas precisavam estar no filme para que este se sustentem por conta própria. Detalhes que podem ser aprimorados em sequências.

Outro acerto na (re)criação do universo de Star Wars, fica por conta da mistura bem feita entre efeitos práticos e criados com computação gráfica. Bem como as locações variadas, e o futuro ainda mais "gasto" e envelhecido, que o da primeira trilogia.

Diversão fácil e bem produzida, Star Wars - O Despertar da Força reintroduz o universo criado por lucas no novo milênio. Sem desagradar aquela geração que ainda o chama de Guerra nas Estrelas. Trazendo de volta personagens fortes para apresentar os novos, em uma base sólida para que estes possam seguir com a saga por conta própria. Uma sequencia com características de um reboot elegante, que fãs antigos esperavam e novos merecem.

Star Wars - O Despertar da Força (Star Wars - The Force Awakens)
EUA - 2015 - 135min
Fantasia/Ficção Cientifica



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quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Comic Con Experience: A Feira - 2015

Último post a série especial da CCXP, vai tentar destacar os pontos mais legais (e alguns nem tanto) do chão da feira.

A Feira

Sim! Nós nos programamos para gastar sola de sapato na feira. Originalmente toda a quinta-feira. E mais tarde, após complexos cálculos matemáticos com relação ao tamanho das filas e o números de estandes resolvemos acrescentar o domingo também.


Dois dias inteiros andando na feira deve ser suficiente certo? Errado!
Lembra das filas? Elas também se faziam presentes, pois assim como ano passado a proposta era que os stands trouxessem atividades. E eles trouxeram. Mesmo os stands de lojas abarrotadas de produtos traziam um cantinho para fotos, com props e esculturas que queríamos levar para casa. Não tem como escrever sobre todos, então vou tentar citar os mais legais que consequentemente ficarão marcados na memória para sempre.

*Clique nas imagens para ampliar (fotos de Geisy Almeida e Fabiane Bastos - clique nos nomes e veja mais imagens do evento) 

Os Stands

Piziitoys

Era a primeira a encantar o pessoal de frente para a entrada trazia uma réplica em tamanho real da cena de luta entre o Hulk e a Hulkbuster de Vingadores: Era de Ultron. A versão colecionável em escala, só deve ser lançada em 2016. Lá dentro outras réplicas em tamanho reais e colecionáveis em exposição para os reles mortais, que atingidos pela crise só puderam ficar nas fotos mesmo. (Não se engane, muita gente conseguiu aquele pé de meia e levou seu colecionável exclusivo para casa)


Warner Bros
Cheio de atividades que iam desde atrações, presença de personagens, camarim para se transformar no Coringa ou Arlequina. E a cela desta última com panos e bastões para fotos. As maiores atrações mesmo eram a exposição dos figurinos de Arrow e do ainda inédito Batman vs Supermam. Este ultimo ainda trazia apetrechos curiosos do homem morcego, como um spray de kriptonita.

Disney
O estúdio do camundongo se dividiu em quatro. Uma área dedicada à Marvel, com estatuetas para fotos, e escudos do Capitão América customizados durante a feira. O espaço de Zootopia fazia pinturas no rosto inspiradas em animais, além de alimentar o pessoal com pipocas em pacotes de tamanhos diferentes de acordo com os personagens.


As áreas mais concorridas no entanto eram dedicadas à Procurando Dory e O Bom Dinossauro. Enquanto no espaço do filme do lagarto gigante, tinha um mural de recados, um belo gramado sintético com almofadas em forma de pedra e tomadas para celulares resgatavam nerds exaustos (eu passei lá para um cochilo necessário). A sequencia das aventuras de Nemo e cia tinha uma enorme e concorrida piscina de bolinhas com brindes e prêmios para os melhores mergulhadores.

Netflix
Um dos melhores estandes da edição 2014 (confira o aqui) bem que tentou superar a si mesma, mas foi boicotada pelo mal treinamento/organização de seus atendentes. O estande mais cheio de atividades, trazia um detector de mentiras, um teste para não ser controlado por Killgrave, tiro ao alvo de Ridiculos 6.

Em estúdio fotográfico onde era possível posar com Pablo Escobar e a Alex de Orange is the New Black (porque não a Crazy Eyes?). O stand oferecia internet para que os visitante pudessem participar de um quizz online, através de seus celulares e tablets, que também rendia prêmios.


Ninguém passava despercebido pelo karaokê com canções de suas séries originais. Foi ali que What's Up?, tema de Sense8, ganhou o título de música mais tocada da feira. Até porque Pino Noir (Unbreakable Kimmy Shimitd), é difícil de cantar.

Tudo muito divertido e com uma variedade grandes de brindes, pôsteres, squeezes, camisetas, almofadas. O problema é que os atendentes do standes não pareciam saber bem as regras dos joguinhos, mudando a pontuação e os brindes a que davam direito à todo momento. Sem saber como se comportar com as discrepâncias que eles mesmos criaram, desrespeitaram e debocharam de muitos visitantes. Em certo momento eles expulsaram um senhor que esperava na fila para participar do tiro ao alvo, pois haviam encerrado as atividades do dia, para minutos depois reabrirem as atividades.

Com tanta confusão acontecendo pouca gente conseguia parar para conferir de perto os figurinhos e acessórios de Demolidor e Jessica Jones, em exposição.

20th Century Fox
Outro estande cheio de atrações, tinha rinque de patinação de A Era do Gelo. Área de fotos de X-Men com posteres de Apocalipse. E de Deadpool, com o próprio (as vezes real, em geral em estátua) e o carro virado do trailer) Um palco para receber atrações (bonecos gigantes de Snoopy, Alvin e os Esquilos e, Kung-Fu Panda).

E por falar no panda, o espaço dele alimentava a galera com diversos sabores de miojo! Era possível tirar foto dentro da casinha de cachorro do Snoopy. Já o karaokê dos Chipmunks, com a voz devidamente alterada, salvavam quem não conseguia ou tinha vergonha de colocar a voz de verdade no karaokê da Netflix.


Fox Channel
Trouxe de volta o tiro ao alvo em zumbis de The Walking Dead. Decorou o cenário com a banheira de Scream Queens. O quadro do Bart cada dia com uma frase diferente, e ocasionalmente a presença do próprio Bart. Além de atrações fotográficas de Arquivo X e da nova série Outcast.

Aleph

É a editora dos títulos de Star Wars e dezenas de clássicos de fantasia e ficção-científica. Além dos diversos livros tinha presença dos autores Chris Taylor e Timothy Zahn. Trazia todos os funcionários uniformizados com roupas inspiradas na saga Jedi e diversos Cosplays.

Tudo isso ambientado na cantina de Uma Nova Esperança, aquela onde o Han atirou primeiro. E por falar nisso era possível vestir a roupa do personagem de Harrison Ford e recriar a cena com o Greedo no stand. Se você tivesse sorte também poderia passar por lá, na hora em que a banda completa de Star Wars dava um concerto. A animação era garantida.

Mas o que espantou a maioria foi a semelhança do cosplay de Anakin Skywalker. Muitos afirmavam, era o próprio Hayden Christensen, que resolveu mudar de ramo profissional.



Por que o João Paulo Nogueira sabe dançar
Posted by Leandro Luiz Oliveira on Domingo, 6 de dezembro de 2015

Molambolengos
É o título do livro infantil da Evangeline Lilly, e também era um stand todinho dedicado à ele. Praticamente uma extensão da Aleph com espaço para a fila e ganhar o autógrafo da atriz/escritora. Acabou servindo para a sessões de autógrafos dos outros autores presentes.

Universal

Menos criativo tinha um medidor de força, daqueles com martelo, para os fãs de Warcraft. Um cenário de fotos para o pouco divulgado Pets - A Vida Secreta dos Bichos. E a possibilidade de fazer perguntas para a o espelho da Rainha Má de O Caçador e a Rainha de Gelo.

Sony
Tinha o game em tablets e um estúdio de dublagem para os fãs de Angry Birds colocarem suas vozes nos passarinhos. Um cineminha, uma atividade interativa de Inferno nova aventura do simbologista Robert Langdon. O tiro ao alvo de A 5ª Onda, trazia um tiro ao alvo que garantia aos participantes os primeiros capítulos da quinta onda, mesmo que a mira fosse ruim. Os melhores de mira levaram um Playstation para casa.

As fãs de Jane Austen podiam tirar fotos com Orgulho Preconceito e Zumbis. Também ficavam ótimas as fotos perto do carro de Os Caça-Fantasmas, com direito a uniforme e armamento da franquia. Quem participasse de três atividades ganhava uma capa de almofada temática dos filmes.

Maurício de Souza
Tinha astistas desenhando ao vivo, um Maurício holográfico que não conseguíamos ouvir, mas era impressionante. Além de vários itens da turminha, muitos com temática nerd. Minha alegria, descobrir camisetas e pôsteres de A Princesa e o Robô. Será que agora sai em Blu-ray?

Mattel
Além de colecionáveis à mostra e cenários para fotos, tinha esses caras.


Enquanto isso nos corredores da #ccxp....#ÉVideo #ComicConExperience #CCXP2015 #hotwheels
Posted by Ah! E por falar nisso on Segunda, 7 de dezembro de 2015



Panini
A editora decorou seu labiríntico estande com imagens e colecionáveis.


Star Wars
Ainda no corredor tinha um contador, marcando a ansiedade regressiva para a estréia de O Despertar da Força. Era possível tirar a foto no veículo que a Rey aparece no primeiro trailer. Ou escolher seu lado da força em duas cabines fotográficas. Além claro de comprar colecionáveis.

Comix
A Comix aparentemente só tem um estande. Aquele que ela leva para todas as bienais.

Leya
Trouxe novamente seu trono de ferro, com um cenário diferente. Também organizou sessões de autógrafos.

Omelete/Lexcorp

O estúdio de vidro está de volta. Maior e assinável, terminou a feira cheio de "incríveis rabiscos" de famosos. Construido em parceria com a Lexcorp, aquela empresa do Lex Luthor Jr., a área de meet&greet que imitava o cenário do Omeleteve e uma área que vendia os pôsteres do Omelete Legends e a Omelete Box. Esta última pensei em comprar, mas aí vi a lista dos brindes (pois é tinha uma lá) e não fiquei animada não, especialmente se comparado com outras caixas misteriosas com melhor custo benefício.

Rick Fernandes Studio
Ficava escondidinho, mas trazia as mais realísticas esculturas, algumas feitas na feira. O objetivo era apresentar seus cursos para a galera.



Artist Alley
Admito, fico intimidada com o "beco dos artistas". Gosto de quadrinhos, mas não conheço muito, nos olhos da leiga que vos fala a vontade era comprar uma arte de cada um, e passar a conhecer todos. Infelizmente a crise não permite.


Samuray Alley
Encontramos por lá uma área de treino samurai. E o estande mais lindo, o da JBC. Que ocasionalmente foi invadindo por personagens que não combinam, mas quem liga? Afinal eles ficavam coladinhos no camarim de Cosplay.


E por falar na galera que se esforça para "viver a nerdice", confira a minha singela galeria com os melhores deles.

#cosplay #CCXP #CCXP2015 #ComicConExperience #ComicConExperience2015 #FoiÉpico #VaiSerÉpico
Posted by Ah! E por falar nisso on Sexta, 11 de dezembro de 2015

Outros lugares

A praça de alimentação tinha uma área externa para os food trucks, além de diversas redes de fast food. Os preços salgados como era de se esperar. Escondidinha por lá ficava a Mini Con, com atrações para os muito pequenininhos e uma loja também dedicada à eles.

Senti falta da arena de games gigante, com um narrador bradando jogos que não entendo entusiasticamente. Mas tinha arena de laser tag. E um Music Alley, porque nerd de música também tem seu espaço. O Cine Transformer ficou meio isolado, do outro lado da área de auditórios, mas tinha fila.

Haviam ainda, uma dezena de estandes de lojas, que capricharam ou na decoração, ou na variedade. E a maioria respeitou o consumidor e não aumentou os preços (só achamos uma que fez isso). A maioria de fato fez promoções, algumas muito boas no último dia de feira.

* A foto ao lado mostra as "pechinchas" que consegui na feira. Já a imagem abaixo, os vários souvenirs para os caçadores de brindes! 


E assim com muitos brindes e algumas aquisições terminou nossa maratona da CCXP 2015. Quatro dias incríveis, cansativos. Com momentos frustantes sim, mas na maioria ótimas experiências que vamos levar para a vida toda. E com sorte somar com memórias das novas edições.

*Clique nas imagens para ampliar (fotos de Geisy Almeida e Fabiane Bastos - clique nos nomes e veja mais imagens do evento) 

A edição 2016 já está marcada, acontece entre 1 e 4 de dezembro. E aí? Quem já
"estamos" juntando moedinhas?

Leia como foram os painéis de sexta, sábado e como foi a Experiencia como um todo. Ou leia sobre a Feira, os Painéis e a Experiência da primeira edição da feira de 2014.
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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Comic Con Experience: Os Painéis - 2015 (parte 2)

Continuando nossa maratona de Painéis na CCXP (a primeira parte você lê aqui), chegamos ao concorrido...

Sábado
*Clique nas imagens para ampliar (Fotos de Geisy Almeida e Fabiane Bastos)
Sim chegamos cedo, mas a fila (leia sobre ela aqui) já era quilométrica. Mal tivemos um vislumbre do painel do Misha Colins exibido no telão do lado de fora, pois estávamos muito distantes da "fila de verdade". Mas o auditório foi esvaziado, quando os fãs de Sobrenatural saíram, mais 2000 pessoas entraram e.... nós ainda ficamos na fila.

Durante toda a exibição da pré estréia de O Bom Dinosauro (que dava esta bolsa de brinde, e por algum motivo, a galera não levou. Ganhamos!)e do painel do filme que se seguiu, confraternizamos na fila. Fazendo amizades e decidindo quem ia procurar onde ficava a sala de anúncios para contar para a voz do "Goku" que não se pode ser um "Anão-hobbit". E se surpreendendo com a quantidade de item caros perdidos que eram anunciados.

Ainda na fila descobrimos que o auditório teve sua capacidade reduzida durante o filme, mas foi apenas dentro do espaço que descobrimos o motivo. Duas das três telas não estavam funcionando bem (mal funcionamento que vinha desde um pico de luz que queimou o sistema ainda na quinta-feira), e a Disney pediu que os expectadores ficassem concentrados nas cadeiras em frente a tela central, que funcionava perfeitamente, para manter a qualidade.

Com a sessão terminada, mais algumas pessoas entraram. E com o tempo, os organizadores começaram a buscar grupos de 10, alegando que contavam as cadeiras vazias de tempos em tempos. Quando chegamos lá dentro vimos que a verdade era bem diferente. Estas cadeiras ficaram vazias durante todo o tempo que ficamos no auditório.

Atrações, e distrações, à parte, finalmente Rodrigo Lombardi passou no tapete vermelho nos levando junto (sonha...) para o painel de....

Zootopia - Essa Cidade é o Bicho
Nerd assumido Rodrigo Lombard dublador da animação respondeu não apenas sobre o novo desenho da Disney, mas sobre sua "nerdice" em geral e sobre as outras animações que dublou (A Princesa e o Sapo e Valente). A outra dubladora Monica Iozzi não compareceu, mas sua falta foi suprida pela participação surpresa de Ricardo Boechat, que também dá voz à um dos personagens do desenho.



Á partir daí a dupla deixou o mediador do omelete de lado, e começou a comandar o painel. Em um bate papo descontraído, que trouxe cenas e trailers de Zootopia. Uma das cenas foi essa do departamento de preguiças, que acredite se quiser, não foi inspirada no Brasil. A animação estreia em 18 de Fevereiro.

Capitão América: Guerra Civil
Outro que faltou foi Joe Russo, um dos irmãos diretores de Capitão América ficou doente, mas mandou o irmão Anthony trazer conteúdos exclusivos. Além de um bate-papo sobre as possibilidades da fase 3 da Marvel, e tentativas de arrancar informações extras.

Assistimos o trailer exclusivo exibido apenas da D23, com cenas inéditas de Capitão América - Guerra Civil. E ganhamos estas máscaras. De que lado você está?

Star Wars: O Despertar da Força
Muito fã torceu para rolar uma pré-estréia no evento, mas a Disney está guardando o Despertar da Força à sete chaves. O tivemos foi o produtor Bryan Burk comentando (mas sem revelar muito) sobre a produção, e um vídeo exclusivo dos bastidores da produção. Exibido duas vezes, levou o auditório à baixo.

E com isso os nerds marmanjos que lotaram a salá desde a manhã, e deixaram várias criancinhas sem ver O Bom Dinossauro deixaram a sala, em massa. Nós conseguimos lugares melhores, e muita gente que persistia lá fora, finalmente consegiu entrar.

Evangeline Lilly - De Lost a Homem-Formiga
O painel surpreendente da noite. Admito, não ligava muito para a atriz (culpa da chata Kate de Lost), mas a moça conquistou a platéia, falando sobre seus trabalhos, o início de sua carreira, sobre seu livro. No bate papo descontraído, ela revelou que atuação não é sua paixão, que não fazia ideia do sucesso da Marvel nos cinemas, até ser chamada para viver a Vespa em Homem formiga. E várias outras coisas que, em suas próprias palavras, "não deveria admitir em público".

Evangeline ficou surpresa com a mistura de fãs na platéia, cheia de fãs de Lost, O Hobbit e Homem-formiga, além de "zoar" com o mediador e fazer perguntas para os fãs. - Brasileiros odeiam Jack (de Lost)! - ela descobriu.
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Mais uma leva enorme de pessoas abandonou o auditório após o painel de Evangeline Lilly, nos incluímos desta lista. Enquanto a onda se dirigia à saída, um Érico Borgo apressado veio anunciar que havia um vídeo surpresa sobre o novo filme do Tarantino, Os 8 Odiados, ao fim do dia.

Mas havia sido um dia muito longo presos no auditório, ou pior na fila, e muita gente preferiu andar pela feira. Dando espaço para outros assistirem  painéis da Globo, sobre a nova minissérie Supermax e o Nostalgia: TV Pirata.

Domingo

O último dia de feira, trouxe outro painel iconcorrido com Misha Collins, que foi assistido por mais pessoas fora do auditório que dentro. Simpático respondeu, divertida e às vezes até "inapropriadamente" a perguntas da platéia entusiasmada. O painel foi encerrado ao som de Carry On My Wayward Son, trilha de Sobrenatural.

O resto do dia foi preenchido pela Warner com a pré estréia de Creed - Nascido Para Lutar, painéis sobre seus lançamentos principalmente Batman vs Superman - A Origem da Justiça. Um painel que reuniu Frank Miller e Jim Lee (leia sobre seus painéis solos aqui).

Netflix encerrou os painéis da feira, com o lançamento de Ridiculos 6, com a presença de Adam Sandler, Taylor Lautner, Terry Crews e Jorge Garcia. E a exibição surpresa do longa, que já está disponível na rede de streaming.


Mas isso tudo decidimos não acompanhar depois de chegar ainda, mais cedo e nos deparar com a maior fila de entrada dos 4 dias (essa não devia ser no sábado?). Fizemos melhor uso de nosso tempo brincando nas atividades da feira, e caçando promoções. Mas isso é assunto para outro post.

*Clique nas imagens para ampliar (Fotos de Geisy Almeida e Fabiane Bastos)

Leia como foram os painéis de sexta, e como foi a Experiencia como um todo. Ou leia sobre a Feira, os Painéis e a Experiência da primeira edição da feira de 2014.

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Comic Con Experience: Os Painéis - 2015

Para aproveitar o máximo em qual quer Comic Con é assim: você confere a programação minunciosamente (acompanhado dos amigos) decidem o que mais desejam assistir. E no caso da CCXP madruga na fila. (Sim, madruga! Sou daquelas que desencoraja a galera de dormir na fila, porque é São Paulo, não San Diego).


Nós decidimos que nossas atrações preferidas da Comic Con Experience estariam no Auditório Cinemark, na sexta, sábado e domingo. Eventualmente desistimos dos painéis do Misha Colins (o Castiel de Sobrenatural), que seriam esvaziados, e seus ocupantes teriam que voltar ao fim da fila para tentar assistir às outras atrações. 

E no domingo ao chegar mega cedo, e se deparar com a maior fila de entrada dos 4 dias (essa não devia ser no sábado?) achamos que faríamos melhor uso do nosso tempo no chão da feira, que presas do gradeado. Logo segue então, o que tivemos o privilégio, sorte (ou seria esforço?) para assistir na edição deste ano.

*Clique nas imagens para ampliar (Fotos de Geisy Almeida)

Os Painéis

Sexta-feira

"E meu machado!" - Uma manhã com John Rhys-Davies
Ok, não foi uma manhã inteira, apenas uma horinha. E por um motivo desconhecido o auditório ainda estava vazio quando o "Glimmi" passou ao som de gritos histéricos pelo tapete vermelho próximo à fila, entrou no auditório e começou seu painel por conta própria. E da-lhe a galera da organização colocar mais de 2 mil pessoas para dentro às pressas. Ao som de instruções divertidamente confusas: - Gente tô vendo buracos na fila, acelera-aí! Não precisa correr, devagar, gente!

Mas deu certo! Após acelerar muito, sem correr, todos já estavam no auditório na altura no momento de perguntas e respostas. A adrenalina alta da "galera" foi controlada pelo próprio convidado, que em seu elegante sotaque britânico e o vozeirão mandou o pessoal, sentar e se comportar, para poder fazer as perguntas.

Universal Pictures
Ainda não deu para empolgar muito com o material de Warcraft - O Primeiro Encontro de Dois Mundos, longa baseado no game da Blizzard. Especialmente com o excesso de CGI, apresentado pelo estúdio no painel. Mas o filme estreia por aqui apenas em julho, vai saber o quanto de aprimoramento pode ser feito até a estreia.

Mais legal foi o bate-papo com os produtores do terror A Bruxa. o longa produzido pela brasileira RT Features, rendeu o prêmio de melhor direção para o estreante Robert Eggers no Festival de Sundance. Além do trailer pudemos assistir alguns minutos da produção que já foi exibida em alguns festivais, mas ainda não ganhou data de estréia no Brasil.

Umbrella Academy - Painel do Apocalipse
Vocalista da banda My Chermical Romance e roteirista Gerard Way e o ilustrador brasileiro Gabriel Bá, se encontram para falar sobre sua HQ, Umbrela Academy (Devir). O Bate-papo abrangeu à criação da história, o trabalho em conjunto da dupla e foi surpreendentemente pouco interrompido pelos fãs do "músico Gerard Way". Sim, elos estavam-lá, a carreira musical também foi tema, mas aparentemente muitos estavam dispostos á embarcar na nova carreira do astro.


All-New All-Diferente Marvel Comics
Admito, não sou nerd de quadrinhos (ainda), mas não foi difícil se interessar pelo painel que trouxe o "diretor de relacionamento com criativos" da editora Rickey Purdin. Além dos talentos nacionais Mike Deodato, Marcelo Maiolo e Danilo Beyruth, e mais no final o desenhista Esad Ribic.


Na pauta as novidades da editora (se quiserem me mandar eu leio tudinho, viu). E discussões sobre o mercado editorial e novos talentos. Sim teve gente pedindo emprego, naquele jeitinho brasileiro. Também bem foi nesse painel que o Deadpool roubou a cena, e tirou até atenção dos entrevistados.



Ainda sobre momentos loucos da #CCXP#Deadpool consegue irritar o #10Doctor #DoctorWho #Marvel #CCXP2015 #ComicConExperience
Posted by Ah! E por falar nisso on Quinta, 10 de dezembro de 2015

Um vídeo publicado por Fabiane Bastos (@fabianebastos) em


Fox Animation
Com Carlos saldanha no palco, o Diretor de Peanuts, O Filme, deu uma verdadeira aula de animação. Mostrando as dificuldades e soluções de transportar Snoopy e cia para a tela grande.

Nem precisávamos ver algumas cenas inéditas do filme, mas elas coroaram a emocionante apresentação. Pouco antes de acabar, Tiago Abravanel surgiu no palco para contar que vai viver Snoopy em um musical no teatro (o Snoopy canta?).

Também tivemos um gostinho do novo Kung-Fu Panda. Também com cenas inéditas e a presença de Lúcio Mauro Filho, devidamente apresentado em vídeo pela voz original de Po. Jack Black parece ter treinado muito para pronunciar o nome do ator e comediante brasileiro.

*Clique nas imagens para ampliar (Fotos de Geisy Almeida)

Fox Studios
Tinha a separação na programação, mas na real foi tudo um grande painel da Fox. Sem intervalos para respirar. Descobrimos um pouco sobre O Regresso a nova chance de Leonardo Dicaprio ganhar um Oscar, ao lado do diretor de Birdman, Alejandro Gonzáles Iñárritu. #VaiLeo

Novamente foi Deadpool, dessa vez o oficial, quem roubou a cena. Ele já havia mandado um recado para os brasileiros no vídeo abaixo. Mas foi com o rosto de Ryan Reynolds, em um vídeo nada genérico especialmente dedicado à CCXP (só que não, no melhor estilo zoeira never ends), que por enquanto ainda permanece exclusivo que ele apresentou alguns segundos de cenas novas do filme. Segundos mesmo, em um "trailer turbinado", o suficiente para levar a galera à loucura! Mencionei que a galera ainda ganhou um poster?



Tributo à Frank Miller
Depois de tanta agitação, um painel mais emocionante e calmo para falar sobre a vida e obra do icônico quadrinista. Frank Miller veio ao Brasil pela primeira vez, e já quer voltar novamente. E mesmo leigos nos quadrinhos como esta que vos escreve, ficou impressionada com a lenda viva sentada ali.


Tributo Jim Lee
Situação semelhante aconteceu no tributo a Lee. A diferença, Jim Lee é mais jovem e muito mais empolgado em lidar com a galera. Eu que achava que os dois mestres da sétima arte estavam mal programados em meio aos filmes e séries, fiquei chateada por não conseguir assistir o painel que uniu os dois.

Netflix Originals
Admitimos, apesar de os painéis terem sido ótimos até aqui, era este a razão maior de passarmos o dia no auditório. Razão nossa e de muita gente. Inclusive Whovians e fãs de Rebelde, além dos aficionados pela Marvel e séries em geral. É a Netflix, anunciando duas horas de conteúdo deixando vários fandoms felizes, certo? Errado...

Até que começou bem, com conteúdo exclusivo inédito de Demolidor. Até agora, não "vazado" pela platéia, um dos maiores medos dos organizadores dos painéis.

Invertendo a ordem da programação e apresentando primeiro o painel de Jessica Jones, a empresa de streaming conseguiu promover o painel mais curto da feira. David Tennant e Kristen Ritter ficaram cerca de 15 minutos no palco. O que contando-se, à ovação e gritaria a cada palavra que eles proferiram não rendeu mais que um par de perguntas do mediador e duas da platéia. A interrupção brusca foi tamanha que os próprios entrevistados ficaram confusos.


Nenhuma resposta oficial foi dada. Mas os comentários posteriores são bastante específicos. O excesso de Whovians teria preocupado o Netflix quanto a atenção dada à Jessica Jones (a única pergunta sobre Doctor Who, foi feita pelo mediador). A agitação da platéia teria feito os organizadores temerem pela segurança do elenco. Ok, ano passado o elenco de Marco Polo se jogou na platéia, mas ninguém tentaria pular o gradio para atacar Tennant (Misha Collins move fãs tão apaixonados quanto, e seus painéis foram tranquilos).


Ainda sim, caso acontecesse bastava usar aquele monte de seguranças e aplicar a tão ameaçada expulsão do auditório. Serviria como exemplo para estes fãs e os dos painéis seguintes. Ou ainda ser mais criativo e pedir ao próprio Killgrave ordenar a calma. Funcionou com John Rhys-Davies.

Em meio a gritaria de protesto para que o elenco voltasse, ainda pudemos assistir à imagens de bastidores da série.

Ainda meio atônitos, o público que ficou (os whovians e marvetes sairam em massa decepcionados), tentou manter a empolgação para receber o elenco de Sense8. Aml Ameen, Jaime Clayton e Alfonso Herrera, tiveram mais tempo para conversar com a galera.
O bate-papo abordou a produção em diversos países, o elenco variado, a "cabeça louca dos Wachowski". E claro, a condição de transgêneros, e a abordagem inteligente que a produção dá eles. Melhor que isso só acompanhar Herrera, abusando do portunhol e traduzindo as perguntas da platéia para os colegas.

O painel terminou com o elenco cantando Bob Marley (porque não What's Up? A galera ensaiou tanto no karaokê do stand da Netflix), e com um trailer antigo da série.
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O post já está gigantesco, então vou dividí-lo, em dois. Continue acompanhando para saber sobre os painéis de Sábado na CCXP. Leia também como foi a Experiencia como um todo. Ou leia sobre a Feira, os Painéis e a Experiência da primeira edição.
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