domingo, 30 de novembro de 2014

Super Mario Brothers: fã de carteirinha

Então uma lanchonete lança seus novos brindes do lanche infantil. Os bonequinhos fazem tanto sucesso que acaba na primeira semana na maioria das lojas. - Ok, Fabiane, mas qual a novidade nisso? - O que chamou atenção é que a caçada, ao bonequinhos não foi exatamente feita massivamente por seu púbico alvo. É claro que a molecada adorou os bonequinhos da coleção "Super Mário", mas foram as crianças grandes que piraram na coleção.

Inspirada por isso, cacei um vídeo de fãs de carteirinha dos irmãos Mario e Luigi. Criada por Mike Brown, Landon Sperry e Casen Sperry, o vídeo traz os irmãos para o mundo real. Aqui eles são mestres do parkour para poder explorar os obstáculos, quebrar tijolos, pegar moedas e escapar de inimigos. 


P.S.: Eu sei que só joguei Super Mario Bros 3, no NES, mas meu Mário nunca deixava cair o chapéu, e deixava escapar menos moedinhas. E sim, eu também garanti o meu!

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quinta-feira, 27 de novembro de 2014

As Crônicas de Gelo e Fogo - Volumes 1 ao 5

Sim, finalmente eu terminei de ler os cinco volumes de As Crônicas de Gelo e Fogo. E não, eu não fiz resenhas de nenhum dos livros. Porque? Oras, por que a história ainda não terminou! E mesmo divididos em em diferentes volumes é complicado resenhar algum deles, ou mesmo determinado episódio. Certa vez uma amiga sugeriu, resenhe os arcos das personagens. Uma ideia interessante, verdade. Mas logos percebemos o problema óbvio, fazer isso indicaria que o analisado já falecera. Trazendo o inconveniente spoiler, e esbarrando em outro dilema da saga: nem a morte é certa neste universo. - Ops! Mini-spoiler.
Versão de bolso nacional: menores sim, mas ainda são tijolos!
De fato, a saga ainda não terminou. Entretanto, como G.R.R. Martin, continua afirmando que o próximo livro "vai sair, quando sair", achei razoável, criar uma quase resenha. Um balanço da aventura até aqui. Logo, se você esteve preso em um calabouço escuro, nas últimas duas décadas (estes livros estão sendo publicados desde 1996), eis uma tentativa de sinopse.

Westeros é uma terra medieval, dividida em sete reinos que seguem um único rei. Logo, não é de surpreender que o poder seja um constante objeto de disputa. Por um motivo ou outros todos desejam senta-se, ou aos seu no desconfortável Trono de Ferro (aquele feito de espadas, que você já deve ter visto em fotos de amigos em poses orgulhosas no Facebook).  Lá as estações climáticas não tem período determinado e podem levar anos. Longos verões são ótimos, já longos invernos são mortais.

Ah! E por falar em inverno, nas terras do Norte (originalmente protegidas pela familia Stark), sempre é frio. Além disso bem por lá exite uma gigantesca muralha de gelo, que separa o norte do "mais norte ainda", protegendo o reino das dos mistérios que residem por lá.

Além dos Starks, quando começamos a aventura, outras famílias poderosas também estão em voga, e convivem em aparente harmonia. A casa Baratheon, atual governante dos sete reinos e a casa Lannister donas das riquezas da terra. Reparou que escrevi "atual governante", é que logo que começamos somos informados, que houvera uma rebelião há não muito tempo, que destronou e quase eliminou a família que governara por séculos. Da família Targaryen, restaram apenas um casal de irmãos sobreviventes. Ainda crianças na época da rebelião, o casal vive exilado em terras além mar.

Sim, o mapa continua a crescer, assim como a gama de personagens. Acredite ou não os três parágrafos acima são apenas a ambientação de quando a saga começa, em A Guerra dos Tronos, primeiro livro da saga.

É logo, neste primeiro que começamos a notar as singularidades da escrita de Martin. O autor opta por seguir pontos de vistas de personagens aleatórios, ao invés de um protagonista ou narrador onipresente. Se apegando provavelmente àquele que ele acredita poder contar melhor o que está acontecendo em determinado local. Migrando de uma ponta a outra dos sete reinos, conforme muda de personagem, e deixando claro para o leitor, como é a vida naquele universo.

Por um personagem ou outro, nós sabemos o que acontece em quase todos os lugares. Mas, os personagens estão no escuro, e isso fica evidente para o leitor, e torna as intrigas mais emocionantes. O modo de pensar, falar e agir dos personagens também interfere na forma como o autor escreve. Assim, nós leitores temos que nos adaptar entre a forma de ver o mundo de um experiente guerreiro, de uma mãe cautelosa, ou um garoto de oito anos.

Como se a forma diferente de apresentar sua fantasia não fosse suficiente, Martin também decidiu que queria uma história em que realmente o leitor sentisse medo e inseguranças pelas personagens. O que resulta no maior exercício de desapego que uma pessoa pode fazer, não há escapadas espetaculares impossíveis, muita gente comete muitos erros, e as consequências sempre se apresentam. Estas vão de mutilação, loucura, exilamento, até a morte de seu personagem favorito ou genocídio, daquele clã que você achava que estava indo bem.

É esse desapego a causa de todo o reboliço em torno de As Crônicas de Gelo e Fogo, especialmente depois que a HBO decidiu adaptar a saga como uma série de TV (Game of Thrones caso você ainda esteja na dúvida), e não teve medo de manter os acontecimentos extremos e traumatizantes da história.

Mas nem toda violência  e sexo do mundo (é para adultos gente!), manteria a audiência ou persuadiria alguém a ler os tijolos de mais de 800 páginas. Se a história e personagens não fossem interessantes. Acirradas disputas pelo poder, rituais e tradições complicadas, diferentes religiões e elementos mágicos inclusos de forma gradativa dão conta da trama.

Quanto aos personagens, estes são cheios de facetas. Niguém é totalmente bom ou mal, alguns sabem jogar o "jogo dos tronos", outros apenas dão sorte, à aqueles que aprendem com o tempo, e todos crescem e evoluem com o passar do tempo. Cada um com seu arco próprio, que provavelmente terminará na morte certa (essa é minha mente traumatizada falando), o que não significa que a jornada não valha a pena. Personalidades para todos os gostos, personagens para amar, odiar com prazer, ser indiferentes, e provavelmente  mudar constantemente de ideia sobre o que sente em relação a cada um deles.

Longos, de conteúdo pesado e complexo, As Crônicas de Gelo e Fogo, não são leitura para qualquer um. Talvez este seja seu maior defeito, a não ser que conte traumatizar/fortalecer os corações de seus leitores.  Além disso exigem tempo e dedicação e paciência, uma vez que os dois últimos volumes The Winds of Winter e A Dream of Spring não tem data exata para sair. Ironicamente combinando com o tom de insegurança de sua trama, muitos temem que nunca sairão, o autor tem mais de 60 anos, e livros de 800 páginas não se escrevem da noite para o dia.

Ainda sim, aqueles que forem corajosos e persistentes (e gostarem do gênero, claro) não vão se decepcionar. Traumatizar sim, decepcionar nunca!

A Guerra dos Tronos, A Fúria dos Reis, A Tormenta de Espadas, O Festim dos Corvos e a A Dança dos Dragões, começaram a ser publicados no Brasil em 2010 pela editora Leya. A editora também lançou O Cavaleiro dos Sete Reinos - Histórias do Mundo de Gelo e fogo que se passa no mesmo universo, emobora tempos antes da trama principal e não tem ligação direta com ela.

As Crônicas de Gelo e Fogo (Vol.1-5)
George R. R. Martin
Leya


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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Drácula - A História Nunca Contada

Desde sua versão feiosa (o "adaptado" Nosferatu), passando pelo glamour de Bela Lugosi, os atormentados charmosos de Anne Rice, até os suspeitos representantes brilhantes recentes, uma coisa os vampiros nunca foram: inocentes. Não era para menos, em uma figura inspirada por Vlad, o Empalador. Curiosamente (ou não), a primeira versão para os cinemas que tem seu foco na figura humana, e cruel, que inspirou a literatura parece inocentar ou ao menos justificar os atos de seu protagonista.

Nesta espécie de "Drácula Beggins" Vlad Tepes (Luke Evans, de O Hobbit), tornou-se um guerreiro mortal devido à um acordo/tradição, que mantém a paz entre os moradores da Transilvânia e os Turcos: á cada geração centenas de meninos são enviados para serem treinados e lutarem pelos turcos. Famoso por sua habilidade em batalha, e por empalar seus adversários, quando liberado de seus serviços Vlad volta para reinar sua terra. Quando outra geração é convocada, incluindo seu filho (Art Parkinson, o Rickon Stark de Game of Thrones), ele decide que é hora de novas tradições e inicia uma guerra contra um adversário superior. Consciente de sua desvantagem, e ele faz um pacto com uma misteriosa criatura das trevas (Charles Dance, o Tywin Lannister, também de Game of Thrones) e se torna um vampiro.

Evans bem que se esforça, mas sua versão de Drácula, nunca tem o peso que seu nome sugere. Principalmente por causa do roteiro, que a todo tempo perdoa o protagonista por seus atos. Ele empalou dezenas em batalha? Ok. É uma guerra. Ele pôs todos os seus súditos em risco, ao quebrar um pacto de forma impulsiva e impensada? Tudo bem, é um pai defendendo seu filho! Ele decide virar um monstro bebedor de sangue? Não tem problema, é para defender seu povo. Tudo para garantir que o expectador torça pelo protagonista. Como se fosse completamente impossível, se interessar por um personagem que não é necessariamente bom.

Ignorando a personalidade dúbia de Drácula, e toda a riqueza de dilemas que esta traria. Drácula - A História Nunca Contada, tenta entregar um épico de ação com uma história de origem, com a possibilidade de criar sequencias. Afinal, não é segredo que a Universal  tem o objetivo de ressuscitar e transformar em franquias todos os seus monstros clássicos. Mas ele também falha como filme de ação. Extremamente escuro traz cenas de ação incompreensíveis, e com uma curiosa ausência de sangue para um filme sobre vampiros. Em benefício da diminuição da classificação etária, acredito.

Também fica mais fácil para os pequenos, quando tudo é muito bem explicadinho, nos mínimos detalhes. Didático, desde o processo de "vampirização", até o a explicação da alcunha Drácula. Não precisava tanto.

O resultado é um filme leve demais. Especialmente para sua mercadológica frase de efeito - "às vezes o mundo não precisa de um herói, e sim de um monstro" - Que monstro? Vlad é apenas um bom homem, que fez péssimas escolhas.

Mas nem tudo está perdido, uma vez que a pequena porém excelente participação de Charles Dance, traz uma história paralela, pensada para virar continuação, infinitamente mais interessante, que esta saga de origem. Uma sequencia, com o que este vampiro original tem a dizer, ou fazer. Neste filme estou interessada.

Drácula - A História Nunca Contada (Dracula Untold)
EUA - 2014 - 92 minutos
Ação
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domingo, 23 de novembro de 2014

Harry Potter: fã de carteirinha #2

Se você tem acompanhado este blog, ou qualquer outra rede social esta semana, deve ter notado a agitação pela estréia do novo Jogos Vorazes. Mas esta blogueira que vos escreve se lembra de outros tempos. Quando Novembro era a época de ansiedade por outra franquia: Harry Potter.

E para ser justo com os fãs dos dois fenômenos de gerações próximas, nada melhor que postar também a paródia das irmãs Hindi, para o fenômeno criado por J.K.Rowling. Parodiando (e melhorando muito), o Friday de Rebecca Black, a dupla relembra os tempos de expectativa pelo próximo filme.



Veja as paródias de Hillywood para Jogos Vorazes Doctor Who. Mais vídeos de Fãs de Carteirinha, ou leia nossos posts sobre Harry Potter.

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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1

Os jogos televisionados acabaram, mas não a disputa por Panem. E essa batalha é travada com estratégia midiática em Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1.

Após ser resgatada espetacularmente, durante o "Massacre Quaternário", edição especial ainda mais cruel dos tais Jogos no filme anterior. Katniss (Jennifer Lawrence) se encontra no supostamente extinto Distrito 13. Onde se descobre como símbolo involuntário de uma guerra contra a supremacia da Capital e do Presidente Snow (Donald Sutherland). Tudo isso sob a influência da pragmática Presidente Alma Coin (Julianne Moore) e do "marketeiro" Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman).

Do outro lado da disputa, é Peeta (Josh Hutcherson), quem vira arma de manipulação das massas da capital. Deixando mais confusa ainda, a mocinha que só entrou nisso tudo para salvar a irmã. Suas ações heroicas até agora, foram mera reação às situações. Reações aliais que até podem ser vistas como egoístas, já que o único objetivo da moça fora salvar seus entes queridos, e a própria pele. Logo, não é de se estranhar que a garota se sinta desconfortável ao ter que desempenhar o papel, e suas melhores atuações sejam espontâneas (características que Lawrence pontua bem em sua atuação).

 Também não demora muito para Heavensbee (Hoffman, em atuação que nos faz novamente lamentar sua morte), perceber isso e jogar a protagonista no mundo real. Devidamente acompanhada de uma equipe de filmagens comandada por Cressida (Natalie Dormer, de Game of Thrones).

Então "o tordo acorda", e passamos à acompanhar não apenas as reações de Katniss, bem como seus conflitos internos. Estes vão desde, não querer ser um joquete da guerra, descobrir em quem realmente confiar, a preservação dos seus, e claro em escala devidamente reduzida (se comparado à outras franquias adolescentes) o triângulo amoroso.

É com as frustrações, indecisões e reações da protagonistas que os personagens secundários tem de lidar. E com tempo que a divisão do último livro da trilogia de Susane Collins em dois filmes proporciona, há tempo para apresentar os novatos, e desenvolver os arcos dos coadjuvantes. Assim Effie (Elizabeth Banks) ganha mais importância, Gale (Liam Hemsworth) começa a entender o quão complicados são os sentimentos de sua pretendente, também passamos a conhecer melhor o ambíguo Finnick (Sam Claflin) e a fria Presidente Coin (Moore). Muitos em participações pequenas, mas muito bem empregadas.

Tudo isso sem deixar de lado os temas mais maduros e complexos que destacaram a série das demais franquias juvenis. Agora, o espetáculo de manipulação midiática, e as discrepâncias entre a colorida Capital e os empobrecidos distritos, dão espaço a tensão em um estado de eminente guerra, em um mundo cinza e claustrofóbico. Sim a mídia e a manipulação, ainda são as principais armas usadas, mas agora as consequências, vão além das arenas, incluindo até ataques e incursões militares.

Apesar de incompleto (a Parte 2, só chega em 2015), Jogos Vorazes - A Esperança - Parte 1, é um filme corajoso, que se permite até ter momentos contemplativos, em uma franquia para um público mais interessado em ação frenética. Além de manter qualidade não apenas, visual e narrativa, mas temática. Apresenta uma protagonista forte, que não precisa ser masculinizada, sexualizada, ou mesmo invulnerável (Katniss sofre, gente!), para ser um exemplo. E personagens secundários com várias facetas. Todos com problemas reais, que podem devidamente ser usados como metáfora ou paralelo com o mundo real.

Entretanto, assim como nas produções anteriores da franquia, resta saber se a empolgação presenciada nas salas durante as primeiras sessões, vão além das cenas de ação, piadas e rostinhos bonitos. Se o público alvo percebe, compreende e aproveita, todo esse conteúdo complexo e inteligente apresentado em forma de entretenimento.

Jogos Vorazes: A Esperança - Parte 1 (The Hunger Games: Mockingjay - Part 1)
EUA - 2014 - 123
Aventura / Fantasia / Ficção científica

Leia também: as críticas de  Jogos Vorazes e Em Chamas. Ou veja todo nosso conteúdo relacionado à franquia

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Constantine

Constantine, série de TV baseada na nos quadrinhos da série Hellblazer da Vertigo (selo da DC), chega à TV em 2014 em terreno complicado. Se por um lado tem fãs fiéis que esperam uma retratação da adaptação infiel que chegou aos cinemas em 2005 com Keanu Reeves no papel principal. Por outro tem que agradar ao grande público e competir com várias outras séries de TV, inspiradas em séries de quadrinhos. Tudo isso, quando seu tema principal, o sobrenatural, está em alta.

Exorcista, demonologista e mestre das artes ocultas, John Constantine protege a humanidade das forças sobrenaturais, ao mesmo tempo que luta com seus próprios demônios (internos e externos). Criado por Alan Moore, Steve Bissette e Totleben John, nos quadrinhos Constantine é reconhecido por seu jeito arrogante, negligente e enganador, mas principalmente por seu humor sarcástico e resmungão. Mas, isto é nos quadrinhos.

Na TV ele bem que tenta, e apesar da caraterização visual de Matt Ryan ser fiel às revistas, falta o carisma e o timing para tornar seu humor sarcástico em algo interessante. Ele também não pode fumar (outra caracterista marcante), limitações da TV aberta estadunidense para qual a série foi encomendada (curioso, não?). Para contentar os fãs, a produção coloca indícios de seu vício, um isqueiro, o cigarro já apagado. Palavreado baixo, e violência também são amenizados.

Liv, cortada após impressão ruim do episódio piloto!
Entre os personagens secundários, o anjo Manny (Harold Perrineau, Lost) traz muita pose, mas nunca diz a que veio. O parceiro, com misteriosos dons sobrenaturais Chas Chandler (Charles Halford), só aparece por tempo suficiente para ficarmos curiosos sobre eles. Já a mocinha Liv Aberdine (Lucy Griffiths), era tão pouco expressiva que foi cortada logo após o piloto, substituída pela sensitiva Zed Martin (Angélica Celaya).

Com três episódios já exibidos em terras brasucas, a série ainda não disse à que veio, ou aprofundou uma trama maior que o traducional caso demônio da semana. Adotando um estilo para lá de parecido com Sobrenatural. A série dos irmãos caçadores, coincidentemente (ou não), parece beber muito da mesma fonte que  Hellblazer, seja na personalidade sarcástica de Dean, no visual de Castiel, ou na contaminação por sangue de demônio de Sam. Coincidência, homenagem, ou plágio, isso é assunto para outro post.
Á Constantine, resta torcer para que a série consiga equilibrar as limitações técnicas, orçamentárias, políticas da TV aberta com o conteúdo mais adulto dos quadrinhos (porque não fizeram na HBO ou Netflix?). Agradar a fãs e não iniciados, e encontrar sua própria personalidade em meio a tantas séries com tema semelhante (Grimm, Sleepy Hollow, Supernatural). Enfrentar demônios provavelmente é sua tarefa mais fácil!

Constantine é exibida toda sexta-feira, às 22h30, pelo canal Space.

Leia mais sobre séries, e sobre produções relacionadas à DC Comics.

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domingo, 16 de novembro de 2014

Fã de carteirinha: Jogos Vorazes

Eu já virei fã das irmãs Hindi, do canal Hillywood. Pelas boas idéias e pelo esmero em executa-las. A produção caprichada, inclui cenários, figurinos e caracterização muito bem feitas. As moças por sua vez, também são fãs. Fãs de vários produtos da cultura pop assim como nós.

E já que é semana de Jogos Vorazes, nada mais apropriado que unir nossos "fanatismos", e assistir a paródia das meninas para a jornada de Katniss. Elas decidiram mostrar que além de mortais os Jogos também são "Fashionistas".

Divirtam-se e que a sorte esteja sempre a seu favor!



Veja a paródia de Hillywood para Doctor Who. Mais vídeos de Fãs de Carteirinha, ou leia as resenhas, de Jogos Vorazes e Em Chamas.

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sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Debi e Loide 2

Você tem boa memória? Eu descobri que não tenho, ao perceber que lembrava pouco do primeiro Debi e Loide ao qual assistir em várias sessões da tarde dos anos de 1990. Ainda sim, eu lembrava de me divertir bastante com o filme de estréia dos irmãos Farrelly. Ao mesmo tempo, já na idade adulta, não curto tanto o humor idiota, muito menos as impressionante caretas, utilizadas à exaustão por Jim Carrey na maioria de seus filmes. Logo, é de se imaginar a minha confusão em relação à Debi e Loide 2.

Passaram-se vinte anos desde a aventura principal, para nós e para os protagonistas, embora estes ainda mantenham sua idade mental de 7 anos de idade. Dessa vez Debi (ou Harry se você assiste no som original) descobre a existência de uma filha, convenientemente após descobrir que precisará de um rim. Junto com Loide (Lloyd) ele parte ele põe o pé na estrada para encontrar a moça.

Sim, assim como o filme original Debi e Loide 2 é um road movie, que literalmente leva seus protagonistas para as situações mais absurdas. E também inclui bandidos perseguindo os ingênuos heróis em algum momento, reprisando muitas situações e piadas do longa original. Até que ponto a repetição é referência, homenagem ou mera preguiça do roteiro, cabe a você caro expectador decidir.

Vale lembrar, não pedi tempo assistindo à Debi e Lóide 2 - Quando Debi Conheceu Lóide. Porque? Porque não é com Jeff Daniels e Jim Carrey . Ok, admito! As caretas deste último são cansativas, mas em alguns personagens (some-se aqui, o Conde Olaf de Desventuras em Série), não apenas funcionam, mas também são bem vindas. Já Daniels merece crédito apenas por conseguir se destacar ao lado da expansiva presença de seu colega de cena.

É isso, que faz Debi e Loide 2 valer o ingresso. Mesmo com 20 anos, e algumas rugas a mais, Debi e Loide ainda são os mesmos. Criaturas ingênuas presas em um mundo adulto que são incapazes de compreender. Nessa incompreensão, fazem piadas impróprias que causariam desconforto no expectador, não fosse o fato de rirmos mais de sua inabilidade social, que de suas piadas de fato. Eles são "debilóides" mesmo, inconvenientes, impróprios, e não sabem disso.

Piadas idiotas e preconceituosas, mas que se justificam por seus protagonistas. Roteiro que apenas repete e recicla os acertos do original, o que com vinte anos de hiato não chega a incomodar. E um elenco principal tão dedicado quanto há duas décadas. Á primeira vista Debi e Loide 2 pode soar como uma má ideia, mas não se surpreenda se for pego pela nostalgia boba dos anos 90. Ou no caso dos mais novos, descobrir um tipo diferente de comédia.

Debi e Loide 2 (Dumb and Dumber To)
EUA - 2014 - 110 minutos
Comédia


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quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Amigo Gringo à disposição!

Seja como turista, ou mesmo morador, brasileiros estão espalhados em todos os campos do globo. Expansivos e mega animados, não estamos livres de errar, nos perder, confundir ou pagar micos gigantes quando inseridos em uma cultura nova. Muitas vezes até incomodamos os nativos.

Se você, caro viajante, tem esse tipo de preocupação, seus problemas acabaram! Errr... ao menos se for para Nova York. Pois faz algumas semanas que lá, todos temos um "Amigo Gringo"!



O jornalista americano Seth Kugel, que já escreveu mais 400 colunas de turismo para o New York Times. Conhece o Brasil melhor que muito brasileiro, por aqui gosta de chamado de "7". Sim ele "aportuguesou" seu nome, aliais fala português muito bem para um gringo. Nos vídeos publicados duas vezes por semana, ele oferece dicas de lugares, passeios e restaurantes, além de comportamento, para você não dar pinta de turista na Big Apple. Ou como ele mesmo diz, não bancar “um puta babaca”!!!

Amigo Gringo vai ao ar todas as terças e sextas, às 10h!

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segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Crie seu próprio conto medieval

Atenção futuros autores de best-selles a Andross Editora resolveu terminar 2014 descobrindo novos talentos. Depois de anunciar oportunidades para autores com interesse em e mundos apocalípticos, é a vez de novos escritores que curtem as donzelas,batalhas e cavaleiros medievais. 

Até 31 de dezembro de 2014, a Andross Editora estará recebendo contos com temática medieval para publicação no livro “Além das Cruzadas - Contos sobre a era medieval”. A publicação deve ser lançada em Maio de 2015 no evento Livros em Pauta.

Qualquer pessoa pode participar. Basta acessar o site www.andross.com.br, ler o regulamento de participação e submeter seu texto à avaliação. As inscrições vão até 31 de dezembro de 2014.

Segue a sinopse, aquela para orientar os autores e criar uma universo que envolva todas as histórias de forma uniforme.

SINOPSE DO LIVRO:
Antigamente bardos difundiam a história de seu povo em poemas musicados em alaúdes. Por intermédio de suas obras, conhecemos hoje histórias de guerreiros de terras longínquas, amores proibidos entre nobreza e plebeus, a tristeza da Peste Negra e as dores da Santa Inquisição. Mas também conhecemos histórias mágicas, como a do jovem que se tornou rei por tirar uma espada da pedra, ou de criaturas encantadas que cospem fogo. Em "Além das Cruzadas", bardos modernos lançam novos olhares na Era das Trevas, mesclando a Idade Média real com a imaginária.
  O universo medieval sempre povoou a imaginação dos leitores, seja a Idade Média real ou a fantasiosa, como as histórias do Rei Artur ou da saga de O Senhor dos Anéis", diz Bruno Anselmi Matangrano (foto), um dos organizadores do livro."Nossa ideia é reunir o máximo de contos possíveis dentro desse livro. As únicas exigências além de qualidade literária são que se passem na Idade Média e que não seam textos de humor, completa Carol Chiovatto (foto), co-organizadora do livro.

SERVIÇO: 
Livro:“Além das Cruzadas - Contos sobre a era medieval” 
Organização: Bruno Anselmi Matangrano e Carol Chiovatto
Envio do texto: até 31/12/2014
Lançamento: Maio de 2015 (no evento Livros Em Pauta)
Regulamento: no site
Realização: Andross Editora


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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Interestelar

Para variar, em um futuro não muito distante, porém incerto, a Terra não é mais o ambiente ideal para a humanidade. Sem chuvas com muita poeira, e uma praga que se alimenta das mudanças na atmosfera e de qualquer coisa que possamos comprar, a humanidade não precisa mais de pessoas diplomadas, mas de bons fazendeiros. Gastar com tecnologias não relacionadas à sobrevivência, como viagens ao espaço, é considerado uma irresponsabilidade. É por isso que a NASA existe por baixo dos panos.

Mas a agência espacial não desperdiça dinheiro, eles tem um plano: encontrar um novo lar. Plano que se torna mais viável com a presença acidental do ex-piloto Cooper (Matthew McConaughey). Este vai ter que escolher entre ficar com os filhos e encontrar um novo mundo para eles. Simples assim, é o argumento de Interestelar, novo longa (põe longo nisso!) de Christopher Nolan.

Já seu desenvolvimento, não é tão fácil. Cheio de teorias da física quântica, devida e excessivamente explicadas nos mínimos detalhes, o filme alterna entre bons momentos, e tempo gasto com cientistas explicando uns aos outros coisas, que eles provavelmente já sabem. Ok, o expectador pode são saber sobre, buracos de minhoca, dobra temporal, a relatividade do contínuo espaço-tempo. Mas, nenhum falatório é melhor que mostrar essas teorias, e isto o filme faz muito bem.

Assim, temos uma boa introdução da relação familiar de Cooper, quando ele e os filhos (Mackenzie Foy e Timothée Chalamet) caçam um drone alucinadamente por um milharal. E depois uma enfadonha explicação (na escola), sobre o que é relevante na nova condição da terra. Assistimos um longo lamento explicativo da Dra. Brand (Anne Hathaway) sobre uma falha na missão para em seguida, ver essas mesmas consequências em cena.

E a necessidade de Nolan não é apenas de explicar, mas também dar sentido à tudo. Aqui o diretor escorrega ao abandonar a ciência e relacionar, resultados à questões emocionais, como fé e amor. Sim são questões relevantes, que interferem nas decisões mesmo das pessoas mais racionais. Mas falta jeito para incorporar isso à trama, e o resultado é meio robótico, e piegas.

Tudo isso com uma bela fotografia, e interessantes contrastes entre as diferentes locações. Tudo isso surpreendentemente sem chroma-key. A equipe fez uso de retroporjeções, antigas técnicas de filmagem, locações e sets construídos. Conseguindo apresentar um universo deslumbrante, especialmente na tecnologia IMAX. Entretanto embora seja muito interessante, e ajude a criar uma tensão diferente, assistir à corretas cenas nas quais o som não se propaga no vácuo. Algumas destas cenas podiam ser mais curtas.

Ficção científica tradicional, referências não faltam à clássicos do gênero. Especialmente, 2001 - Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick. Até mesmo, seu robusto porém estranhamente funcional robô auxiliar é a cara (ou seria forma geométrica?) do Monolito de Kubrick!

Cheio de conceitos interessantes, e boas exemplificações reais. Interestelar pode até escorregar no didatismo, e nas soluções que tenta mesclar razão e emoção. Mas, funciona ao apresentar um universo tenso e, cheio de perigos. Além de relações complicadas, resultado de boas atuações de Jessica Chastain, Michael Caine e McConaughey. Pode ser longo demais, mas não é perda de tempo.

Interestelar (Interstellar)
EUA/Reino Unido - 2014 - 169min
Aventura / Ficção científica
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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Crie seu próprio mundo apocalíptico

Há quem ache que o apocalipse, será zumbi, alienígena, por virus mortal, meteoro ou mesmo alagamento pelo derretimento das calotas polares. Mas para quem mora em São Paulo outra realidade parece mais verdadeira. Como Mad Max e Aquária (é o filme de Sandy & Júnior), alertaram é a falta d'água que pode  dificultar nosso futuro. 

Inspirada por isso a Andross Editora está recebendo contos de novos escritores para publicação no livro “Sede - Contos distópicos sobre um futuro sem água . Caso não tenha ficado claro a publicação pretende reunir contos pós apocalípticos em que a humanidade sofre com a escassez de água.

A publicação será lançada em maio de 2015 no evento Livros em PautaQualquer pessoa pode participar. 

Basta acessar o site www.andross.com.br, ler o regulamento de participação e submeter seu texto à avaliação. As inscrições vão até 31 de dezembro de 2014.

Já existe até uma sinopse, creio que para orientar os autores e criar uma universo que envolva todas as histórias de forma uniforme.

SINOPSE DO LIVRO:

2013: o clima seco além do normal não chamou atenção do governo.

2014: com menos de 3% de capacidade do reservatório de água da capital paulista, o governo declarou que está tudo sob controle.

2017: a água quase desapareceu das regiões sudeste e nordeste do país, com uma parcela pequena de pessoas com acesso a ela.

2049: a população brasileira caiu vertiginosamente para 8%.

O ano atual é 2065. A falta de um recurso tão essencial nivelou pobres e ricos em uma única categoria: sobreviventes. A conhecida frase da ficção “em um futuro não muito distante” nunca foi tão aterrorizante.
  A recente crise da água em São Paulo nos fez pensar em como seria um futuro onde esse item essencial à sobrevivência se tornasse escasso. Existem filmes em que outros itens essenciais à sociedade se tornaram raridade, como terra, em Waterworld, e gasolina, em Mad Max. Mas histórias em que o mais básico à sobrevivência fosse o que mais faz falta, isso a gente ainda não viu por aí”, explica Paola Giometti (foto), a organizadora do livro. “Queremos tramas que explorem todas as dificuldades que uma sociedade sofreria, como economia, criação de animais, agricultura, criminalidade... É claro que em contos é difícil contemplar todos esses aspectos. Portanto, esperamos receber contos que se foquem em um ou dois deles”, completa.
SERVIÇO: 
Livro: “Sede - Contos distópicos sobre um futuro sem água” 
Organização: Paola Giometti
Envio do texto: até 31/12/2014
Lançamento: Maio de 2015 (no evento Livros Em Pauta)
Regulamento: no site www.andross.com.br 
Realização: Andross Editora
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