quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba

Uma placa egípcia cheia de poderes é o que move todas as aventuras do vigia noturno Larry (Ben Stiller) em suas noites no museu. Com um artefato tão poderoso em mãos, até que eles demoraram para falar sobre sua origem misteriosa e provavelmente cheia de maldições e lendas.

Enquanto o primeiro Uma Noite no Museu tratava de entender a magia, a segunda aventura lidava com a cobiça gerada pelos seus poderes. Esta terceira (e provavelmente última com Stiller), trata da possibilidade da magia terminar, contando claro com a tradicional maldição que o cinema defende existir em cada artefato egípcio existente.

E para isso, antes de mais nada o longa leva o expectador a um novo cenário bem no inicio do filme a tumba de onde a placa fora resgatada no início do século XX. Impossível não lembrar de a Múmia com Brendan Fraser, especialmente com a trilha sonora de Alan Silvestre. Compositor das duas franquias, seus temas já traziam semelhanças sempre que aparecia uma sala egípcia em um museu. Agora a similaridade é difícil de passar despercebida.

De volta ao Museu de História Natural de Nova York, mas não por muito tempo. Com a placa mágica em risco, Larry decide buscar informações direto da fonte, com o pai de Ahkmenrah (Rami Malek). Exposto no Museu Britânico em Londres, o Faraó (Ben Kingsley) é o único que conhece as verdadeiras propriedades do artefato. É aqui que entra o novo cenário, grande trunfo da franquia.

Afinal, não é difícil de imaginar que Sittler, vai passar uma noite inteira correndo pelo museu, para consertar tudo. A parte realmente divertida é dar vida a novas e curiosas atrações. Vale lembrar, em Londres estão os quadros de Escher, alas chinesas e de caça, e claro uma área dedicada à Camelot.

Se a correria pelos corredores é repetitiva, ao menos os corredores são novos, e a aventura menos megalomaníaca que a anterior (que se passava no Smithsonian, um conjunto de 19 museus e 9 centros de pesquisa). E como às vezes menos é mais, o numero menor de personagens conta a favor das piadas pontuais relacionadas a eles.

Ainda assim, não faltam novas aquisições ao elenco que incluem Ben Kingsley (sempre competente e muito egípcio este ano), Dan Stevens (de Downton Abbey) e Rebel Wilson (de A Escolha Perfeita), esta última tão competente no improviso quanto o veterano Ricky Gervais.

Além de Gervais, Malek e Stiller, retornam também os principais nomes do elenco original como Owen Wilson, Steve Coogan, Dick Van Dyke. E os saudosos Mickey Rooney e Robin Williams em um de seus últimos trabalhos.


Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba, é uma aventura sem grandes pretensões além de divertir. E nisso se sai muito bem. Termina de forma coerente a franquia com Stiller (que já afirmou que esta é sua última aventura como guarda noturno). O que infelizmente não encerra oficialmente a franquia.  Uma vez que se a bilheteria falar mais alto, os produtores sempre podem escalar um novo guarda de museus para sequencias desnecessárias, ou simplesmente dar um "reboot na placa". O melhor é torcer para que a única maldição à acometer os museus, e cinemas, do mundo seja a da placa de Ahkmenrah.

Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba (Night at the Museum: Secret of the Tomb)
EUA - 2014 - 98min
Aventura/Comédia


Leia a resenha de Uma Noite no Museu 2
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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Frozen + Senhor dos Anéis: Fã de Carteirinha

O último fã de carteirinha de 2014, aproveita o clima de despedida da Terra Média criada pelo lançamento do último filme da trilogia O Hobbit, para unir a saga do Um Anel, e a música mais tocada do ano em um épico musical do desapego.

Novamente o vídeo é das irmãs responsáveis pelo canal "The Hillywood Show". Criativas e caprichosas as moças já abandonaram o simples patamar de criativas Fãs de Carteinha, e alcançaram o estatus de terem seus próprios fãs. Eu já sou fã e você?


Assista mais vídeos de Fãs de Carteirinha da cultura pop. Leia mais sobre a trilogia O Hobbit ou sobre Frozen.


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sábado, 27 de dezembro de 2014

Operação Big Hero

Quando a Disney comprou a Marvel houve até quem ficasse com medo, de que o estúdio do camundongo interferisse demais no mundo dos heróis. Já com a Pixar, a aquisição foi mais suave, mas não sem gerar questionamento nos fãs. Felizmente a intenção da Disney nunca foi aglutinar tudo, muito menos diminuir as outras empresas, mas sim aprender com elas. Operação Big Hero é o resultado dessa união, e prova da nova fase da empresa de Walt.

Baseado em personagens Marvel (que não compartilham do universo dos super-herois tradicionais), a animação faz uso do melhor que cada estúdio tem a oferecer. A tradição da Disney, o apuro técnico da Pixar e o bom humor da Marvel, além é claro da criatividade dos três estúdios unidos. Qualidades de peso, para um filme que tem a árdua tarefa de vir após o mais recente sucesso do estúdio. Frozen não apenas encantou várias gerações e alertou para os "novos ares" do estúdio com princesas auto-suficientes. O longa também foi a primeira animação a superar a barreira de 1 bilhão de dólares nas bilheterias e recebeu o primeiro Oscar de longa-metragem animado da Disney.

Assim, Hiro Hamada é um gênio em robótica de 14 anos que vive com o irmão Tadashi e Tia Cass na cidade de San Fransokyo. Vendo que Hiro desperdiça todo seu tempo talento em apostas e lutas de robôs Tadashi o leva ao laboratório onde trabalha. Lá ele conhece os amigos do irmão e sua mais recente invenção Baymax, um robô atendente médico, outras incríveis invenções criadas por lá. Depois disso não é difícil convencer Hiro a se candidatar à uma vaga.

Também não é difícil imaginar que uma tragedia atrapalhará seus planos. Logo, o adolescente se une à Baymax, e aos amigos do irmão Wasabi (Robson Nunes), Honey Lemon (Fiorella Mattheis), Fredzilla (Marcos Mion) e GoGo Tomago (Kéfera Buchmann), para desvendar os mistérios que envolve tal acontecimento. Inclua aqui um upgrade fornecido por seus talentos ciêtíficos em cada um deles, transformando-os em uma super-equipe.

A trama não é incrivelmente original, e você provavelmente já pescou alguns spoilers embora eu tenha tentado evitá-los no na sinopse acima. Mas o que importa é a forma que a história é apresentada, com bom humor, e ritmo acertado entre os momentos dramáticos, cômicos e de ação.  

Além é claro, da fofa relação entre Baymax e Hiro. Um aprendizado simultâneo entre máquina e homem criança que lembra a relação entre o joven Jonh Connor e seu protetor de metal em O Exterminador do Futuro 2. Enquanto um aprende com o outro, nós até nos esquecemos que Baymax é um robô e estes não deveriam ter sentimentos. Mas, depois de Wall-E, quem liga?!

Tudo isso com um visual estilizado que une as ladeiras de São Francisco e os neons de Tókio, de forma tão harmônica, que dá vontade de se mudar para San Fransokyo. O visual dos personagens, também deve agradar os fãs de animes e mangás. 

A super-equipe funciona mais como um elenco de apoio nesta primeira aventura, que acertada mente aposta na relação de Hiro com o robô e seu consequente amadurecimento. Mas, como mencionei é uma primeira aventura, com todo potencial para sequencias, onde pode-se explorar melhor estes divertidos personagens. 


E se você, como eu, ficou meio desconfiado ao ler os nomes do elenco nacional, relaxe. Não é preciso fugir das inevitáveis versões dubladas. Apesar da já tradicional escalação de celebridades para versão em português, a direção de dublagem caprichou. Não deixando as celebridades superarem as personagens, e é provável que você só perceba a presença deles, quando seus nomes aparecerem nos créditos. Ah! E por falar em créditos não saia antes do fim, afinal este é também um longa da Marvel!

Operação Big Hero (Big Hero 6)
EUA - 2014 - 102 min.
Ação / Animação / Aventura / Comédia


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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Êxodo: Deuses e Reis

Certa vez assisti à um documentário que explicava como os efeitos colaterais da erupção de um vulcão na Grécia poderiam causar uma reação em cadeia que teria dado origem às 10 pragas do Egito. É claro, que neste épico de Ridley Scott é tudo obra de Deus, o que não significa que o diretor não tenha tentado conferir um tom mais realista à história.

A história é bastante conhecida, filho de escravos hebreus retirado das águas do Nilo pela filha do Faraó, Moisés (Christian Bale), é criado como príncipe. Quando sua verdadeira origem (e a profecia associada à ela) é descoberta Moisés é mandado para o exílio. Além de se casar e ter filhos, o ex-principe do Egito, é escolhido por Deus para libertar seu povo escravizado à 400 anos. É no embate entre Moisés e Ramsés (Joel Edgerton), que Êxodo: Deuses e Reis tem seu foco.

Seguindo inicialmente por meios próprios, leia-se criar um exército de hebreus, Moisés está em dúvida sobre seu papel na história. E sim, questiona Deus, sua omissão por 400 anos, seus métodos e em certo momento, até seu poder. Esta última, você pode imaginar, trouxe as 10 pragas sobre os egípcios.

É nesses leves questionamentos que se encontra um dos pontos fortes do filme. Uma pena essas dúvidas serem apontadas, mas nunca exploradas à fundo, uma vez que Moisés tem uma missão a cumprir. O mesmo vale do outro lado, afinal a fé de Ramsés, até então encarnação de divina na Terra, também está em cheque. A superficialidade mostra os atos do Faraó como mero orgulho, e não no seguimento da crença teve por toda a vida afinal.

A atuação esforçada, porém exagerada e ineficiente de Edgerton, também não ajuda a mostrar a visão do Faraó. Assim fica fácil demais para o eficiente Christian Bale, convencer uma multidão à segui-lo deserto à fora por quarenta anos.

Tudo bem, afinal como épico que é vendido Êxodo, pretende entregar uma gigantesca saga bíblica como nas décadas de 1950 e 60. Grandioso, impressionante, majestoso, e não tentar intelectualizar a a espinha do bacalhau. A história, independente do filme, já traz seus questionamentos, cabe ao expectador faze-los, ou não. Logo, não perca seu tempo, questionando a veracidade de egípcios com pele alva e intensos olhos azuis.

Perca sim, seu tempo observando a grandiosidade dos cenários e efeitos especiais. Tem medos de insetos ou sapos, evite. Nunca as pragas foram tão espetacularmente retratadas, o mesmo vale para a perseguição e a divisão do mar vermelho. Some-se aí, as opções de exibição em 4K e 3D.

Nem precisaria apelar para popularidade natural de filmes bíblicos entre o público brasileiro, ou para a propícia época de lançamento (melhor só se fosse na páscoa. Êxodo: Deuses e Reis agrada pelo espetáculo. Grandioso a ponto de escalar John Turturro, Sigourney Weaver e Ben Kingsley para pontas de luxo. Nada mal, para uma história já conhecida do grande público.


Êxodo: Deuses e Reis (Exodus: Gods And Kings)
EUA , Reino Unido , Espanha - 2014 - 151min
Épico/Ação


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segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Dirigindo o Natal!

A gente espera o ano todo para reunir, a família fazer aquelas receitas de fim de ano, trocar presentes, assistir ao especial do Roberto Carlos na TV. Por mais que o Natal seja uma época de confraternização, algumas vezes é difícil não divagar que é sempre mais ou menos a mesma coisa. Isto é se você já cresceu, e descobriu que a "magia do Natal" é finita (não estrague o Natal dos pequenos!).

Imagina se fosse possível, variar a cada ano. Contratar um diretor diferente como Spilberg ou Scorcese, para tornar cada celebração de fim de ano única. Iddeia interessante mas na vida real, impossível! Já na internet...


Leia mais post natalinos.

Feliz Natal, Hanuka, Kwanza, ou qualquer coisa que você queira celebrar (ou não) nestes dias!!!

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sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Jogos Vorazes

Se você esteve preso em uma sociedade distópica nos últimos anos, e nunca ouviu falar de Jogos Vorazes, eis uma pequena sinopse: em um futuro distópico os Estados Unidos da América deixaram de existir. Em seu território a nação conhecida como Panem possui 12 Distritos submissos à Capital, vitoriosa em uma terrível guerra entre as regiões há mais de 70 anos.

Para relembrar os distritos de sua inferioridade, desde a vitória a capital exigem anualmente dois tributos de cada região para lutar até a morte em uma arena televisionada para todo o pais. Como se o "Big Brother dos infernos" não fosse ameaçador o suficiente, os tributos são ceifados entre adolescentes de 12 a 18 anos. 

Durante a seleção da 74ª edição dos jogos, Katniss é a primeira voluntária do paupérrimo Distrito 12. A adolescente se oferece para poupar a irmã caçula do sorteio. Tímida, calada, e sem jeito com as pessoas a protagonista precisa aprender a lidar com o mundo da mídia e a hipocrisia que o cerca. Além de produzir um belo espetáculo, para tentar sobreviver ao jogos. 

Uma ficção cientifica, sobre um futuro distópico para jovens adultos, é disso que se trata a trilogia de Suzane Colins. O maior mérito do romance, é apresentar uma temática complexa e inteligente que faz referências à Roma antiga, a política do pão e circo, além de tecer uma crítica aos reality shows, à alienação e a passividade, para um público tão jovem. 

Fome, tristeza opressão, instinto de auto-preservação, proteger o próximo, lidar com as consequências de seus atos, e a descoberta dos relacionamentos amorosos. Sim, um triângulo amoroso, porque não? Calma "crepúsculo-fóbicos", os dilemas típicos da adolescência, não são deixados de lado, mas nem de longe são o foco da história. São apenas uma característica que enriquecem os dilemas e personalidades das personagens, ao lado de todos os dilemas que mencionei no início deste parágrafo. 

Esses temas, no entanto, são apresentados de foma natural e orgânica. Daquele jeito curioso de aprender sem perceber. Isso porque a narrativa em primeira pessoa, traz as a personalidade, dúvidas e insegurança de Katniss, 16 anos. Inclua aqui, uma linguagem simples, objetiva, que até poderia ser um pouco mais rica.

O ponto de vista aliais, é o único ponto fraco do romance. Inicialmente porque, Katniss é apresentada como uma adolescente calada, que não tem facilidade com as palavas. Logo, em alguns momentos, sua narrativa constante estilo, adolescente registrando um diário, soa incoerente. Nada que não nos acostumemos após alguns capítulos. A narrativa em primeira pessoa, também é muito solitária em alguns momentos. Especialmente quanto Katniss fica sozinha na arena.  

O desfecho, não tem muitas pontas soltas. Apesar de ser o primeiro volume de uma trilogia, pode ser apreciado como um livro solo. Isto é, se você conseguir resistir a tentação de compreender melhor o universo de Panem. Uma vez que Collins, explica como tudo funciona aos poucos, conforme as situações se apresentam.

Divertido, inteligente, com uma linguagem mas simples do que eu gostaria, porém bastante acessível a veteranos e principalmente novos leitores. É um excelente ponto de partida para apresentar o gênero a novos leitores, que com sorte não vão parar em Panem.  

Jogos Vorazes (The Hunger Games)
Suzanne Collins
Rocco


Leia as resenhas da adaptação para o cinemas de Jogos Vorazes, e suas sequencias Em Chamas e A Esperança - parte I.

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quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Comic Con Experience: A Experiência

Se você esteve em uma galáxia distante na última semana pode não ter ouvido falar, mas no primeiro fim de semana de Dezembro aconteceu a Comic Con Experience, primeira grande convenção de "nerdices" nos moldes das Comic Cons "estadunidenses". Não, não fui para cobrir, mas para curtir o evento. Contudo como não dá para desligar a blogueira/jornalista....

A Experiência

Mas afinal, valeu a pena? Admito, eu só me empolguei em ir na CCXP, depois de ganhar um dos ingressos na promoção, mesmo assim com um "pé atrás", já que neste tipo de evento, as atrações são confirmadas em cima da hora, enquanto os melhores pacotes são vendidos cedo. E muita coisa errada poderia acontecer: as empresas podiam não acreditar e não trazer nada; os artistas poderiam se recusar a vir; a organização poderia decepcionar. E claro, sempre tem filas!

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Filas
E por falar nas filas, tinha muitas, para tudo. As mais desesperadoras? A entrada se você chegar antes dos portões abrirem, e as do maior auditório o Thunder. E sim, filas podem ser chatas e demoradas, mas também pode ser uma oportunidade, eis os exemplos:

Ainda na quinta feira, voluntários bem humorados, animaram as filas do Meet&Greet, com holas e brincadeiras. Mas nem é preciso a ajuda deles. Enquanto na fila, você pode apenas observar os cosplays passando, eu testemunhei um encontro mágico entre a Gamorra e o Star Lord. Este último em outros dias, fora Gambit e Ron Weasley. Sim, é possível até mesmo rever pessoas, acredite você vai reconhecer aquele cosplay legal da fila de ontem.


Tem a galera que põe a leitura em dia, seja aquele tijolo que você está enrolando faz meses, ou nas coisas fresquinhas que você acabou de comprar na feira. Se você não faz o estilo forever alone lobo solitário, converse com as pessoas, em nenhum outro lugar você vai encontrar tanta gente com os mesmos gostos que você.

Dê uma olhada em volta, tem uma galera jogando inúmeros joguinhos, de adedonha à RPG, travando grandes discussões do pensamento nerd, ou só jogando conversa fora. Você pode fazer novos amigos. Eu por exemplo conheci uma mãe, nerd que marcou presença para a filha, que não pôde comparecer por causa das provas da faculdade. E consequentemente descobri mais um blog de cultura pop, o Entretenimento Ácido.

E claro, tem os momentos de atividade coletiva. Como quando a galera implorou para liberarem mais lugares na sessão de O Hobbit (não conseguiram ver o filme, mas rolou um presente da Warner). Isso sem mencionar no super exibido vídeo da galera gritando a #VaiSerÉpico

Corredores
Tava lotado? Sim. Tava confuso e cansativo? Não. Mesmo preso nas filas (sim também tinha nos estandes) ou em um dos mini engarrafamentos que inevitavelmente acontecem em lugares com multidões, não faltam distrações. A começar com os cosplays e cospobres sempre dispostos a parar para uma foto. O vídeo do pessoal da animaff, mostra bem o clima de brincadeira e também os incríveis cosplays que a galera montou.


Então os cosplays de Cavaleiros do Zodíaco expulsaram os modelos peladões do
estande do Mad Max, poque acharam que o cenário era mais a cara deles.
Até o pessoal a paisana, que conversavam uns com os outros como se não fossem desconhecidos. Era um tal de - onde está dando este brinde? - Corre lá! Ainda tem! - Cê foi no painel tal? Me conta! Prova disso, foi a zoeira sem limites com o carinha que apagou na posição mais desconfortável do mundo na praça de alimentação. (Dá um "google" em "dorminhoco da CCXP")

A tranquilidade era tanta que não faltavam crianças, algumas sozinhas, e até bebês (os cosplays mais fofos), nos corredores.
Mega mural de recados, no primeiro e no último dia! Alguém viu meu recadinho lá?

Problemas
Teve sim, todo evento inevitavelmente tem. Os da CCXP, foram poucos, como alguns voluntários estressados, ou preconceituosos. A galera sabia que havia privilégios para quem pagou os pacotes caros, mas tratar mal quem comprou o ingresso normal não pode!

Ainda faltou explicar os voluntários a diferença entre conteúdo exclusivo, e painel. A "nerdaiada" estava ciente de que não podia filmar e fotografar conteúdo exclusivo, e também estava ciente de que podia sim, fotografar painel. Estas informações eram repetidas exaustivamente pelos mediadores dos painéis, e por uma gravação em vídeo com a voz do Goku, que rolava nos intervalos. Mesmo assim não faltaram ameaças de expulsão vinda dos voluntários, quando você tentava pegar aquele angulo legal do Jason Momoa, ou outros convidados.

Os diversos pacotes também confundiram muita gente. No auditório as primeiras fileiras eram reservadas para eles, e ficavam vazias em muitos painéis. Desavisados eram retirados na marra por aqueles voluntários estressados. Mas nenhuma delas confundiu mais, que as misteriosas cadeiras reservadas para a Sky. Seja quem for que devia sentar ali, não apareceram em nenhum dos painéis que assisti.

Também há rumores de que lojistas empolgados subiram os preços durante a feira. Outros rumores também contam que eles vão passar por uma "conversinha" com os organizadores. Mas isso é boato!


A Experiência

Felizmente, superou minhas expectativas. Especialmente por se tratar de um primeiro evento. Tiveram problemas? Sim. Mas os prós, superaram os contras e só não aproveitou quem não quis. Da parte desta blogueira que vos escreve só tenho uma coisa a dizer: já estou juntando moedinhas...

03 à 06 de Dezembro de 2015. "Quem vamos?"

Leia mais sobre Comic Cons e sobre a  Feira e os Painéis da CCXP

Comic Con Experience aconteceu de 04 a 07/12. A edição 2015 já está programada, será de 03 a 06/12.
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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Comic Con Experience: A Feira

Se você esteve em uma galáxia distante na última semana pode não ter ouvido falar, mas no primeiro fim de semana de Dezembro aconteceu a Comic Con Experience, primeira grande convenção de "nerdices" nos moldes das Comic Cons "estadunidenses". Não, não fui para cobrir, mas para curtir o evento. Contudo como não dá para desligar a blogueira/jornalista....

A Feira

Uma vez que você descobriu como administrar seu tempo, entre os painéis e o restante do evento, é hora de percorrer os 39 mil metros quadrados da feira. Que além dos stands, possuía uma arena de Games, uma enorme praça de alimentação, camarins para os cosplayers, alem das alas dos artistas e lojas.

Segundo os organizadores do evento (sim, o pessoal do Omelete), foi pedido que os expositores fossem criativos. Nada de mera distribuição de panfletos, tinha que ter interatividade. E não é que o pessoal cumpriu a exigência!!!

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Games
Menor apenas que a arena de Games Go4Gold, que tinha até espaço para a platéia e campeonatos ao vivo narrados como se fossem a final da copa do mundo (confesso, não passei muito por lá, não sou gamer, infelizmente), eram os enormes estandes da Disney e Warner.

Disney

O estúdio do Mickey, reservou espaço para uma super lotada lojinha (claro), para promover Operação Big Hero 6 (que estréia 25/12, mas já teve uma sessão especial na Comic Con), e o próximo longa da Pixar, DivertidaMente. Este último levou a sala de comando do cérebro da pequena Riley e os personagens que a habitam para o chão da feira.

Também havia espaço para uma exposição de Star Wars, que trazia capacetes de Stormtroopers, customizados por artistas durante a feira, além de displays e estátuas em tamanho real (todas fotografáveis, claro!). Os Vingadores também ganharam seu espaço, com um telão exibindo os trailers, figuras em tamanho real dos personagens, uma armadura do Homem de Ferro, o escudo do Capitão América, uma carcaça de Ultron, entre outras coisas.


Warner
Já a Warner, dedicou boa parte de seu espaço para a divulgação de O Hobbit, cuja último filme fora exibido durante a convenção. Os 75 anos de Batman, que estavam sendo comemorados na feira, trouxeram diversas estátuas e até um Batmóvel para o estande, que também tinha um belo cenário e carro, do novo MadMax, uma réplica da Máquina de Mistérios do Scooby Doo, e até um sofá igual ao do Central Perk de Friends. Coladinho nele estava uma réplica do Trono de Ferro (tinham 2 na feira o outro ficava no stand da Leya), que não é da Warner, mas catou seu espacinho por ali.



Fox
A Fox dedicou boa parte de seu espaço para a TV. Era possível tirar uma foto no sofá dos Simpsons, matar um zumbi de The Walking Dead com paintball (headshot rendia seu nome escrito à mão em caricatura zumbi na hora), faltou liberar a interação com a cama de hospital com espelho no teto da série Wayward Pines de M. Night Shyamalan com Matt Dillon no papel principal. Na área de cinema, trailers, estátuas de Êxodo: Deuses e Reis e Uma Noite no Museu 3, um concurso cultural para levar alguém a Londres para assistir Kingsman - Serviço Secreto, pipoca fresquinha e a presença dos Pinguins de Madagascar.

Sony
A Fox tinha pipoca, mas a Sony servia drinks. Sem álcool é verdade, mas muito estilosos, afinal era para promover a animação Hotel Transilvânia 2. Quem passava por lá, também ganhava uma foto no Castelo impressa na hora, podia tirar uma foto com Drácula e sua filha além de ganhar e botons da assustadora atração inspirada no longa de Goosebumps, que ficava no mesmo stand. Ainda era possível ganhar mochilas da empresa e um PS4 por dia, para aqueles que se arriscavam nos arcades. Os antigos fliperamas promoviam o filme Pixels, no qual alienígenas que assumem a forma de jogos clássicos de para invadir a Terra.

Netflix
Mas, nenhum estande alimentou melhor que o Netflix, promovendo fortemente sua nova série Marco Polo, com figurinos em exposição e uma cabine que deveria simular uma aula de kung fu ministrada às cegas, que funcionaria melhor, se não precisasse de uma tela com as legendas iluminando a cabine. Eles serviram biscoitos chineses da sorte de Marco Polo, Costelinhas de House of Cards e Tortas de Orange Is The New Black. Trouxeram uma impressora 3D, só por que acharam q a galera ia gostar de ver. Assim como iam adorar o stand de fotos, onde era possível trocar o cenário para a sua série favorita. E a disputada roleta, de hora em hora distribuía brindes diversos como, copos, camisetas, posteres e os odiados adereços de porta (ninguém queria esses).

Piziitoys

Á um corredor de distância dos estandes da Waner e Netflix, estava a bancada da Piziitoys. Sim bancada pois além de colecionáveis de babar, e estátuas em tamanho real dos cavaleiros de Ouro, de Os Cavaleiros do Zodíaco, a empresa promoveu painéis, ali no meio da feira mesmo. Dubladores, colecionadores entre outros convidados, pegavam quem estava zanzando por ali de surpresa. E claro, eles sortearam vários colecionáveis durante a feira, o último lote de sorteios, bem no finzinho do domigo, era no estilo "para acabar com estoque"! Até eu ganhei meu exemplar!!!

HP
Surpreendente foi o estande da HP. Não, não era de Harry Potter, mas da empresa de tecnologia que produziu sua impressora. Lembrou? Pois é, eles levaram o HP 360º Experience, onde era possível registar um momento em 360º. O resultado é como o efeito "bulet time" de Matrix. O pessoal recebia seu vídeo por e-mail, e as fotos impressas na hora. Infelizmente esse eu não consegui fazer. A feira era enorme gente!!!!




Saga
O estande da escola trazia jogos para os visitantes, que podiam ser jogados com a supervisão dicas e histórias dos criadores/ex-alunos. O mais impressionante era assistir à professores e alunos esculpindo peças de diversos tamanhos em tempo real, no meio da feira.

Profiles in History
A empresa especializada em leilões de raridades do cinema e da TV, pertemce a Joe Maddalena, apresentador da série de televisão Hollywood Treasure, trouxe dezenas de objetos de cena originais. Maddalena foi uma das atrações do auditório Ultra, falando sobre a história dessas peças.



Omelete
É claro, que eles também tinham um estande, construído em parceria coma Petrobrás, que ofereceu suporte à artistas descobertos na convenção. Além disso havia estatuetas de ícones pop como o E.T., a cabeça de um T-Rex e até a roupa do Nhonho (do seriado Chaves). Esta última ficava dentro de um estúdio de vidro onde, a equipe do site recebeu para entrevistas todos os convidados da convenção. As celebridades eram garantia de tumulto todo o tempo na área.

MSP
No estande da Maurício de Souza Produções, produtos da Turma da Mônica para falir baixinhos e grandinhos. Alguns exemplares da "Mônica Parade" (as Golduchas decoradas estavam apenas no estande, mas bem que podiam decorar toda a feira, anota aí pessoal da CCXP2015). O Desafio Maurício 80, trazia artistas presentes no evento para homenagear os 80 anos do desenhista fazendo desenhos em 8 minutos envolvendo personagens sorteados. Para completar um profissional da MSP fazia desenhos em 3D ao vivo para que todos possam conferir. Maurício de Souza foi o grande homenageado da primeira edição, com direito a plaquinha e ovação em seu painel. Também durante a feira foi lançado O Astronauta II, de Danilo Beyruth a nogra Grafic Novel do estúdio.

Artist Alley
210 artistas brasileiros e estrangeiros, vendendo, autografando, tirando fotos, interagindo com os fãs, e mais importante apresentando seu material a quem não tem tanta intimidade assim (me inclua aí neste grupo). Era tanta gente, que ficava até difícil escolher, queria comprar as artes de todos!

Lojas
A parte de lojas em geral lembra bastante a bienal. Panini e Comix, também marcaram presença, e assim como acontece nas Bienais do Livro do Rio e de São Paulo, eram "inentráveis" de tão lotadas, de gente e produtos. Também haviam estandes de lojas e editoras. Promoções no domingo? Rolaram, algumas não não chegou a impressionar, afinal tudo isso também era novidade para os lojistas.

Recarregando
Para garantir a selfie na frente de todos os estandes, havia pontos para carregar o celular e o notebook, na praça de alimentação, perto de alguns banheiros e até em alguns estandes. Aliais, não faltava gente com extensor de selfie, dica de presente de natal pra família hein!

Praça de alimentação
Tinha variedade sim, e muito espaço, mas não tinha preço. Era tudo caro, mas tudo bem, porque é provável que você esqueça de comer. Não é recomendado, mas acontece!

Essa foi apenas uma pequena amostra de tudo que rolou na feira. É praticamente impossível colocar tudo que aconteceu em um post apenas.  Confira  abaixo os "espólios de guerra", alguns dos brindes que foi possível ganhar (sim, "di grátis") por lá!


Leia mais sobre Comic Cons e sobre os Painéis da CCXP

A Comic Con Experience aconteceu de 04 a 07/12. A edição 2015 já está programada, será de 03 a 06/12.
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