sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D.

O mundo está se enchendo de pessoas que não podem ser superadas, ou controladas, é por isso que a S.H.I.E.L.D resolveu estender suas atividades. Além de descobrir, conter e reunir heróis no cinema, agora semanalmente eles vão buscar estas pessoas extraordinárias, com o objetivo de tornar o mundo mais seguro. E, é claro, aumentar ainda mais a conta bancária da Marvel.

Para isso, a agência traz de volta o Agente Coulson (Clark Gregg), aquele que teve que morrer para que Os Vingadores finalmente trabalhassem em equipe. Sua volta misteriosa, aliais, é um dos mistérios a ser desvendada ao longo da temporada. Enquanto isso, ele reúne uma equipe de especialistas para a tarefa. Uma veterana, dois nerds técnicos de laboratório, um agente de campo, e uma hacker.

Não. Não foi possível decorar os nomes, e os nomes corretos de suas funções apenas no episódio piloto. Os novos personagens, são inclusive o ponto fraco da aventura. Em grande número e pouco carisma, os discípulos de Coulson vão ter que suar seus terninhos pretos para conquistar a audiência. Por hora Gregg carrega quase sozinho a trama. Neste primeiro episódio em particular os outros destaques são Mike, a pessoa extraordinária da vez. E a participação especial de Cobie Smulders, a agente Maria Hill..

As participações especiais por sua vez são o ponto alto da série. Assim como as referências aos personagens e acontecimentos da franquia nos cinemas. Série e filmes fazem parte do mesmo universo. O que estabelece também, o visual e tecnologia, incluindo os mais improváveis gadgets.

As apostas na série são altas, ao ponto da estreia nacional acontecer apenas com dois dias de diferença dos EUA. E apesar dos muitos personagens novos, a série tem a vantagem de se passar em universo já adorado pelos expectadores. Resta aos expectadores torcer para que a boa qualidade de produção seja mantida e as falhas corrigidas. A torcida é grande!

Marvel's Agents of S.H.I.E.L.D. é exibida pelo canal Sony às 21h.

Aproveite e veja a agente Maria Hill gastando o drama em vão pela morte de Coulson, nos erros de gravação de Os Vingadores.

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quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Doctor Who - fã de carteirinha

Hora de estender a série Fã de Carteirinha para outros ícones da cultura pop. Afinal não é só de Game of Thrones que se alimentam as bizarrices divertidas da rede mundial de computadores.

Hoje com ele, the Doctor! Ainda não sabe de quem estou falando? Tudo bem, pois o musical a seguir resume muito bem a história e as aventuras do protagonista da série britânica de ficção científica.



Sabia que é a série de TV mais longeva do gênero? Em breve mais posts sobre Doctor Who! Enquanto isso, leia mais posts da série Fã de Carteirinha!
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segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Elysium

Se você é fã de ficção cientifica já sabe, nosso futuro não será nada agradável. Mas, em Elysium há quem tenham um futuro próspero, infelizmente essas pessoas correspondem apenas a uma pequena porcentagem da população da terra. O ricaços compraram suas casas na estação espacial que dá nome ao longa, lá tudo é bonito, as pessoas são lindas e toda casa possui uma incrível cama médica, que cura desde corte de papel ate câncer! Pena que os outros 99% dos humanos não pode chegar nem perto desta tecnologia, e vivem na enorme favela sem recursos que o mundo se tornou.

É claro que o protagonista Max (Matt Damon), vive na parte pobre da sociedade, trabalhando duro para quem sabe um dia conseguir chegar no paraíso rico. Mas, seus planos precisam ser acelerados quando sobre um acidente com radiação em seu trabalho na desumana fábricas de robôs(!). É aí que ele decide encontrar Spider (Wagner Moura), um hacker que vive de "contrabandear" pessoas para Elysium em busca da cura nas camas milagrosas. Do outro lado da disputa estão Delacourt (Jodie Foster), responsável por evitar a entrada de não cidadãos (leia-se pobres) na estação espacial. E seu capataz na terra vivido pelo sul-africano Sharlto Copley.

O universo distópico, desigual e desconfortavelmente familiar é o forte do longa. Assim como em seu filme de estréia, Distrito 9, que fala de discriminação racial com a ajuda de aliens, o diretor sul-africano Neill Blomkamp aproveita a capacidade da ficção científica de criar metáforas para nossa situação atual. Além de um blockbuster de ação Elysium é extremamente politizado, e faz uma crítica a desigualdade social e a detenção dos recursos por uma minoria.

E como a desigualdade social é um problema em todo o mundo, nada mais acertado que um elenco internacional. Além de Damon, Moura, Foster e Copley, ainda estão no elenco Alice Braga e o mexicano Diego Luna. Competente e bem afinado o elenco entrega um trabalho eficiente. Mas, foi Wagner Moura quem arrancou elogios da crítica internacional. Particularmente  não fiquei surpresa. Não que o eterno Capitão Nascimento não esteja bem, pelo contrário está ótimo. Talvez apenas já estejamos acostumados a esperar o melhor dele.

Com um universo realista e crítico, social e tecnologicamente (a desigualdade aparece até no estado de conservação dos robôs que servem/oprimem ricos e pobres), e personagens carismáticos eficientes. É só mesmo no quesito ação que o longa deixa a desejar. Depois de passar a primeira metade da projeção apresentando ao expectador àquele universo e pessoas, a parte mais interessante e original do longa termina. E a partir daí começa o longa de ação, no melhor estilo "mais-do-mesmo" de Hollywood. Vai agradar quem gosta de ação, mas seria mais interessante se o filme mantivesse o tom mais original e engajado de sua primeira metade.

Ainda assim, o Elysium é um filme de ação e ficção-científica infinitamente melhor que outros dois blockbusters do gênero que estrearam este ano (Depois da Terra e Oblivion). Ao ponto de nem percebermos, ou nos importarmos, com os erros de idade entre os personagens de Damon e Braga. Amigos de infância, quando ela era aparentemente mais velha, crescem em ritmos diferentes. Uma vez que quando adultos ele aparenta mais idade. Será que a moça já teve acesso a uma dessas camas de cura? E quando vão inventar essa máquina magica que até rejuvenesce? Acho que isso é assunto para outro post.

Elysium
EUA - 2013 - 109 min.
Ação / Ficção científica
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segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Seria o seu vermelho igual ao meu vermelho?

Desde pequena nunca gostei muito da cor vermelha, ao menos não com toda a paixão que as pessoas dedicam a ela. Em contrapartida, gosto de cores que as pessoas acham sem graça, como o cinza. Logo, eu ainda era criança quando comecei a me questionar: será que estamos enxergando o vermelho do mesmo jeito?

Sempre achei que a dúvida era coisa da imaginação infantil, e que provavelmente havia alguma explicação científica complexa para explicar tudo isso. Qual não foi minha surpresa ao encontrar esse vídeo que debate a mesma dúvida. E adivinha, ainda não temos como ter certeza se enxergamos as cores da mesma forma! O mesmo vale para outras percepções, como cheiros, sabor, dor.

Confira o interessante vídeo e descubra o quanto sua forma de perceber o mundo é única! 

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quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Cinema rock 'n' roll

Em clima de preparação para o Rock in Rio, nada mais adequado que sugerir alguns filmes que ajudem a entrar clima do maior festival de música do mundo. Filmes de rock existem aos montes, afinal o cinema não aprendeu apenas a falar, mas a cantar também. Então, para simplificar a lista, selecionei 5 títulos de diferentes estilos para agradar a todos os públicos. Sentiu falta de seu filme de rock favorito? Comente!

Bastidores do Rock: Quase famosos
(Almost Famous, 2000)
Um adolescente, fã de rock´n´roll, consegue um trabalho na revista Rolling Stone: acompanhar a primeira turnê da banda Stillwater pelos Estados Unidos. Durante a viagem ele se envolve com a banda, perde a objetividade do trabalho, e começa a fazer parte do cenário do rock dos anos 70. Escrito e dirigido por Cameron Crowe, o filme é uma espécie de semi-biografia do próprio diretor que aos 15 anos acompanhou parte da turnê do Led Zeppelin, a trabalho para a Rolling Stone.

Documentário: Woodstock, Onde Tudo Começou
(Woodstock, 1970)
Documentário sobre o festival de Woodstock, que aconteceu em 1969. Um marco da contracultura jovem que reuniu dezenas de artistas no que fora o maior festival de rock até então. Dirigido por Michale Wadleigh, recebeu o oscar de Melhor Documentário além de outras duas indicações.


Animação: O Submarino Amarelo
(Yellow Submarine, 1968)
Fica a cargo dos garotos de Liverpool o filme de animação desta lista. Neste desenho animado psicodélico, John, Paul, George e Ringo enfrentam a bordo de seu Submarino Amarelo o exército de Blue Meanies que chegaram a Pepperland para acabar com toda a música, paz e amor que lá reinavam. Um dos mais lebrados filmes dos Beatles, dirigido por George Duning, traz as músicas do álbum "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band".

Para ver com as crianças: Escola de Rock
(School of Rock, 2003)
Expulso de sua banda por estrelismo e sem dinheiro para pagar o aluguel, Dewey Finn (Jack Black) resolve se passar por seu melhor amigo e aceitar a vaga de professor substituto em uma cara escola particular. Nos primeiros dias, o falso professor apenas enrola, mas ao descobrir que as crianças têm aulas de música, e são talentosas, resolve treiná-las para competir em um concurso de rock da cidade. É claro, sem o devido consentimento dos pais. A fórmula “professor que revoluciona uma escola, e acaba se tornado uma pessoa melhor por isso”, é mesmo batida. Entretanto, as aulas do bom e velho rock´n´roll, o talento das crianças (que realmente tocam), e atuação louca de Jack Black, tornam a comédia uma ótima iniciação para pequenos e grandes roqueiros.


Sem legendas: Cazuza – O Tempo Não Pára
(2004)
Representante nacional da lista é biografia de um dos maiores roqueiros do Brasil. Baseado no livro, escrito pela mãe do cantor, mostra a vida louca de Cazuza, do início de sua carreira até sua morte aos 32 anos. Seu comportamento transgressor e sua coragem de continuar a carreira, mesmo debilitado pela Aids, são brilhantemente apresentados na tela pela impressionante caracterização de Daniel Oliveira.

Gosta de filmes e rock, então não pode perder o especial Mês do Rock no blog DVD, Sofá e Pipoca!

*Texto originalmente publicado no site "Pub&Comunic"
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segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Bienal do Livro 2013

Não. Ainda não encontrei um livro de auto-ajuda que me ensine a colocar a minha lista de livros em dia. Mesmo assim, lá fui eu novamente para mais uma Bienal do Livro no Rio. Desta vez em busca de achados, e não daqueles livros famosos que queremos comprar.

Assim como aconteceu na edição anterior, Bienal não é sinônimo de bons preços. Especialmente em se tratando, de títulos e autores conhecidos. De fato até entrar no estande de algumas editoras era tarefa para os mais pacientes, em filas muito longas. Intrínseca, Panini e Saraiva eram as mais cheias.

Outros também abarrotados de gente, mas rotatividade maior eram os estandes que realmente ofereciam promoções. Sim caro leitor, haviam promoções, mas nos expositores que traziam títulos de várias editoras. Estandes de livrarias, não nos espaços das editoras. Como quem revende consegue fazer preços melhores que aqueles que produzem o livro, ainda não descobri.

Nem tudo estava perdido. Ainda haviam coisas interessantes oferecidas pelas editoras. Novos autores, nomes famosos, displays de papelão de autores e personagens para os fãs tirarem fotos, brincadeiras para a criançada e apenas 30 minutos de fila para se sentar no trono mais desconfortável do planeta! O estande da Leya tinha uma réplica do trono da série de TV da HBO Game of Thrones, baseada nos livros de George R. R. Martin, Crônicas de Gelo e Fogo.

A falta de bons preços nos livros não eram nada em comparação com a falta de noção da praça de alimentação. O refrigerante tabelado não saia por menos de R$ 5,00. E mesmo em grandes redes que se gabam pelos seus preços que sempre começa com "0,.." os lanches custavam no mínimo R$ 10,00, sem a bebida. Não era surpresa, descobrir dezenas de pessoas fazendo um piquenique à moda antiga (leia-se trazendo a comida de casa) nos gramados do Rio Centro. Me incluo nesse grupo, afinal, fomos lá pelos livros, não pela comida.

Ah! E por falar nos livros, estavam mais caros que na internet é verdade. Mas alguma coisa sempre encontramos, além de anotar nomes de novos títulos para colocar na lista de "a comprar". Já a lista de "já comprei, falta ler" ganhou dois (sim, apenas 2!) novos títulos. Jantares de Cinema - Receitas dos seus filmes favoritos de Becky Thorn, tem capa dura, folha de revista e fotos das produções além das receitas. Caverna do Dragão - O Reino é uma fanfiction (então, há esperança para nós, pobres escritores da rede) escrita por D4mon3. Cansado de esperar pelo nunca realizado final da animação que foi sucesso no Brasil nas décadas de 1980 e 1990, ele resolveu fazer uma releitura da saga, criando uma nova história e um novo final.

Ainda intrigada com as pilhas de livros comprados supostamente a bons preços que outros leitores postaram em seus blogs e redes sociais (onde estavam estes títulos?), encerro aqui o relato de minha modesta visita à Bienal do Livro 2013. Que venha 2015!!!

Enquanto isso que tal ler sobre a visita de Bienal de 2011?
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quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Isso, isso, isso!

Então eu estava "de bobeira" no pc novamente e zás! Resolvi fazer outra estampa para o Camiseteria! Pois é, pois é, pois é! E adivinha quem serviu de inspiração?

Que tal me oferecer seu humilde presente e votar (5+) na minha estampa? Diz que sim, diz que sim, vai.... siiimmm???


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segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Os Estagiários

Eu quero trabalhar no Google! O G+ é uma ferramenta incrível disfarçada de rede social! Conseguir um estágio em uma das maiores corporações do mundo é fácil se você tiver otimismo, perseverança e bons amigos. Essas são apenas algumas das idéias que vão passar pela sua cabeça ao final da sessão de Os Estagiários. Uma produção que como filme é uma ótima propaganda de duas horas.

Vince Vaughn, Owen Wilson são quarentões que de repente se vêem sem emprego e sem "plano B". A dupla então, resolve se inscrever no concorrido programa de estágio do Google. Ignorando o fato de que além de ser um universitário de verdade (eles se inscrevem em uma universidade online só para participar) é preciso conhecimento na área. Muito mal sabendo que o Google existe, eles precisam concorrer com jovens inteligentes e ambiciosos. É claro se associando aos maiores nerds rejeitados da história do Google.

Vaughn e Wilson, repetem a boa quimica da parceria de Pentras Bons de Bico. Mas, a dupla não pode melhorar muito algumas das piadas já esgotadas do roteiro, que força a barra nos estereótipos. Seja no perfil malandro velho e analógico dos protagonistas, ou de geeks anti-sociais de seus jovens companheiros. Se a comédia funciona, e sim dá para rir bastante, é pelo carisma do elenco e não pela criatividade do roteiro.

Algumas passagens também parecem deslocadas ou mal resolvidas. Como a desaparecida esposa do personagem de Vaughn, presente apenas em uma cena e nunca mais mencionada. E a exaustivamente extensa confraternização dos quarentões com os nerds na cidade. Esta sequencia ainda ensaia outro conflito posteriormente abandonado com uma das colegas da dupla.

As falhas no entanto passam desapercebidas pelo divertido ambiente em que a história se passa. A sede da Google no Vale do Silício na Califórnia, é o sonho de consumo para qualquer trabalhador. Ambientes criativos, áreas para o lazer e descanso durante o expediente, as famosas Google Bikes que podem ser usadas a qualquer hora por funcionários  e visitantes e refeitórios gratuitos e deliciosos, tudo bem exibido para mostrar o quão moderna e descolada é a empresa.

Uma comédia razoável, e uma ótima propaganda. Devíamos ter deduzido que após todo o estardalhaço em torno do "filme do Facebook", não iria demorar muito para surgir o "filme do Google". Mas não espere que o mais recente vá concorrer a Oscars, ou mesmo deixar um legado maior que apenas uma tarde divertida no cinema, e a vontade de se candidatar a uma vaga.

Os Estagiários (The Internship)
EUA - 2013 - 119 min
Comédia
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