domingo, 31 de março de 2013

Game of Thrones - fã de carteirinha!#5

É páscoa! Enquanto espera o coelhinho entregar seus ovos de dragão, assista mais um vídeo da série de aficionados por Guerra do Tronos.

Depois de ouvir o tema de abertura da série da HBO interpretado com violinos, uma banda inteira, voz e até por estrelas da série, chegou a vez de ouvir a versão para acordeon da canção. Músico brasileiro auto-denominado "Vinheteiro", é o fã de carteirinha da vez!

A 3ª temporada de Guerra dos Tronos estreia esta noite na HBO!



Game of Thrones - fã de carteirinha! #1 
Game of Thrones - fã de carteirinha! #2 
Game of Thrones - fã de carteirinha! #3
Game of Thrones - fã de carteirinha! #4
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sexta-feira, 29 de março de 2013

Ultimas Ceias - parte 2

Em 2011 publiquei uma compilação de versões modernas para a Santa Ceia de DaVinci. E não é que o quadro é tão referenciado que em apenas 2 anos eu já conseguir formar outra galeria com paródias da obra!

Leonardo DaVinci pintou sua L'Ultima Cena (A Última Ceia) no refeitório do Santa Maria delle Grazie em Milão, entre 1495-1497. Com a globalização a imagem virou ícone ao redor do mundo, e assim ganhou suas versões.

Engraçadas, assustadoras, inapropriadas, bonitinhas, confira outras últimas ceias. Minhas favoritas desta vez são as de Game of Thrones e Tarantino.

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terça-feira, 26 de março de 2013

Oz - Mágico e Poderoso

Sabia que Oz - Mágico e Poderoso, não pode fazer referência alguma ao clássico O Mágico de Oz, de 1939? Afinal a produção deste ano é da Disney, baseada nos livros de L. Frank Baum (já em domínio público). Enquanto o longa com Judy Garland, foi produzido pela MGM e atualmente pertence à Warner. Mesmo assim é difícil acreditar que tal impedimento contratual existe.

Não que o longa atual seja uma cópia, mas se passa no mesmo universo que, faz parte do imaginário coletivo graças à sua primeira adaptação para o cinema. A Disney tem conhecimento disso, logo quando o filme começa ainda no Kansas, em preto e branco (no original era sépia), apenas explodir em cores, ao chegar em Oz. Tentando recriar o deslumbramento que a então novidade do tecnicolor causara lá em 1939. Referências como essa estão espalhadas por todo o longa, que de novidade tem a história.

Oz conta a história do mágico canastrão Oscar Diggs (James Franco), que é levado por um tornado à terra de Oz. Lá é visto pelas três bruxas Theodora (Mila Kunis), Evanora (Rachel Weisz) e Glinda (Michelle Williams) como o grande mágico que salvará aquele mundo, mas para tal precisa antes descobrir quem é vilão quem é mocinho. Além de superar o fato de não ser um mágico de verdade.

Visualmente deslumbrante, o mundo de fantasia perde com 3D, deformado pela a câmera apressada de Sam Raimi, e o excesso de informação na tela. Enquanto a história apresenta não uma, mas duas histórias de origem, soando um pouco corrido (parece que Doroty não conhecia o "atalho de Tijolos amarelos). O vai-e-vem ainda encontra espaço para encenar uma batalha fantástica no estilo da Alice de Tim Burton.

Se o ritmo do filme pode atrapalhar a imersão de alguns, o carisma dos personagens compensa. Parte do carisma herdado da memória afetiva oriunda livro e do filme 39 (gostamos daquele mundo e seus habitantes, e queremos continuar gostando). Não que o elenco estelar não faça um bom trabalho. O estilo canastrão de Franco não podia ser melhor aproveitado em um personagem, já Williams traz aquela postura de "conto de fadas".

Existe ainda os habitantes de povos que ainda não conhecíamos, como a menina de porcelana, e o macaco alado (este bonzinho). Além do design de produção com figurinos e cenários deslumbrantes. Todos com uma aparência agradavelmente familiar, embora nova.

Oz - Mágico e Poderoso se esforça demais para ser deslumbrante, e de certa forma (visualmente), é! Merecia mais esmero e ousadia em outros aspectos, ao invés de se apoiar demais na memória afetiva de um filme que não pode mencionar. Mas a estratégia funciona, e acabamos por curtir bastante a nova caminhada pela estrada de tijolos amarelos.

Oz - Mágico e Poderoso (Oz - The Great and Powerful)
EUA - 2013 - 130 minutos
Aventura

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quinta-feira, 21 de março de 2013

Ainda aprendendo a ver filmes...

Se você acha que este blog está meio parado, você está certo. Ao menos minha ausência na última semana foi por uma boa ótima causa!

Ainda na jornada para me tornar uma cinéfila melhor, embarquei no curso de Forma e Estilo Cinematográfico, ministrado por Pablo Villaça. Uma natural e necessária "extensão", do curso Curso de Teoria, Linguagem e Crítica Cinematográficas, do qual participei em 2011. Fazer o que! Queríamos mais detalhes, outros aspectos, mais técnica. E o curso não decepcionou.

Além do ótimo conteúdo, ainda pude rever colegas da edição de 2011 (a galera compareceu em peso!). Fazer novos colegas, e voltar a dividir a sala de aula com minha companheira de pós-graduação e de blog, Giselle de Almeida

Depois de tantos prós, nem decepcionou a exposição carente de informação do CCBB. "Movie-se", a exposição de animação, tem muitas projeções. Um material extenso. Alguns curtas provavelmente nunca poderíamos ver de outra forma. Assim como alguns longas, que mesmo descobrindo sua existência ainda não assistimos. Afinal, não podíamos ficar o dia inteiro no museu, mesmo que quiséssemos. Mas a maior falha está na falta de informações sobre elas. Restritas ao título e ano, nem sequer explica aos curiosos porque aquelas obras mereceram destaque entre centenas que ficaram de fora.

Então, toca trabalho dois blogs, afazeres do dia-a-dia, e ainda mais de 3 horas de diárias para chegar até o curso (o trânsito está horrível em todo lugar). É claro que algum lado iria saír perdendo. E agora volto para o blog com mais uma tarefa: tentar aplicar (e lembrar), tudo que vi durante esta semana.

Então, mãos a obra. E, parafraseando o professor, bons filmes!

Onde está Wally? Parte2

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quarta-feira, 6 de março de 2013

Duro de Matar - Um Bom Dia para Morrer

Pode reclamar que é spoiler! Mas, John McClane não morre neste quinto filme da franquia. Apesar do título Duro de Matar - Um Bom Dia para Morrer, e da presença de um descendente pronto para assumir o cargo. Normal, Indiana Jones também não conseguiu passar o chapéu e o chicote para seu rebento. E assim como na franquia do arqueólogo, essa é provavelmente é uma das poucas boas escolhas do filme.

O filho de McClane (Bruce Willis), Jack (Jai Courtney - parece, mas não é o cara de Avatar), vai a julgamento na Rússia por homicídio. Papai workaholic ausente na infância, mas super-protetor, vai acompanhar o julgamento em loco. O problema é que o garoto estava exatamente onde queria, a postos para executar um elaborado plano da CIA, para expor uma operação de tráfico de armas nucleares.

Tão elaborado é o plano que fica difícil entender o que acontece na primeira grande sequencia de ação do filme. Os cortes esquizofrênicos, só nos deixa perceber que um número ridiculamente grande de carros Russos foram destruídos. Mas quem está orquestrando o estrago é difícil perceber, a ponto de nos perguntarmos se McClane fazia alguma ideia de quem estava ajudando. Esse ritmo confuso e frenético, rege o longa.

Apesar de não ter crescido acompanhado a franquia, até os mais desavisados sabem que o ponto forte é o protagonista entrando de cabeça na ação, se machucando muito e fazendo uso de recursos precários. Mas, na Russia, isso não é necessário. É possível até descolar um carrão, com o porta malas cheio de armas sem nem mesmo precisar, arrombá-lo. Nem as irreverentes frases de efeito do protagonista, disfarçam os absurdos do roteiro, que fazem um "estadunidense" recém chegado à Mosco entender o trânsito melhor da cidade melhor que um nativo.

Jack por sua vez é só uma cópia mal acabada de seu pai. Apesar de relutar em entrar em contato com o "velho", muda para o modo operante "improviso" do pai assim que tem chance. Não sustenta o conflito de gerações, nem de estilo.

A sorte é que, mesmo com Willis atuando no automático, este desempenho desconexo e abaixo da franquia não elimina o carisma construído pelo herói ao longo dos primeiros longas da franquia. E com tantos efeitos especiais, munição inesgotável e explosões, o filme provavelmente vai fazer dinheiro suficiente para bancar mais um filme. Quem sabe na próxima eles não acertam? Não tentar forçar outro (ou o mesmo) descendente substituto para esticar ainda mais a franquia, já é um começo.

Duro de Matar - Um Bom Dia para Morrer (A Good Day to Die Hard)
EUA - 2013 - 104 minutos
Ação
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