quinta-feira, 28 de junho de 2012

BOOK, uma incrível inovação tecnológica!

Tablet do Google? Da Microsoft? IPad? Que nada! A grande inovação tecnológica é o BOOK!!!

Criado pela empresa Gutenberg, a tecnologia usada no Book logo foi colocada em domínio público. Isso facilitou sua produção em diferentes formatos, idiomas e conteúdos. Atualmente o Book pode ser facilmente encontrado para compra, locação, empréstimo, troca. É possível fazer até mesmo uma versão artesanal dele em casa! MAS NÃO É SÓ ISSO!!! 

Com a palavra, os especialistas...


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segunda-feira, 25 de junho de 2012

Keep calm and...

A segunda feira está quase no fim. Parabéns, você sobreviveu ao dia mais difícil da semana, outra vez. Mas ainda faltam quatro dias para o fim de semana então...


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sexta-feira, 22 de junho de 2012

House - o fim

Todo mundo mente. A única variável é sobre o que.
Mas não apenas isso:

-As pessoas não mudam
-Quando está morrendo todos te amam.
-Fazendo de propósito você evita acidentes.
-Se você fala com deus, é você religioso. Se deus fala com você, você é psicótico. 
- E claro, a frase do grande filósofo Jagger: Você não pode ter sempre aquilo que quer!

Essas foram apenas as "lições" que lembrei sem munto esforço quando resolvi escrever sobre a despedida de Gregory House. E concorde você ou não com suas afirmações, impossível não começar a ver o mundo após oito anos descobrindo, o amargo, realista e eventualmente, bem humorado ponto de vista. 

Para quem esteve em coma nos últimos oito anos e ainda não sabe sobre o que estou escrevendo. Foi exibido ontem pelo Universal Channel, o último episódio da série House, com cerca de um mês de diferença da exibição americana. Passada em um hospital (quase sempre), mostra um médico que investiga diagnósticos que outros não foram capazes de desvendar. Literalmente como um Sherlock Holmes da medicina. É claro, mais que as doenças misteriosas, o maior problema é a obsessão do Dr. por resolver enigmas, e sua forma nada ortodoxa de trabalhar e lidar com as pessoas.

Sim, é verdade que a fórmula "a doença misteriosa da semana" ficou desgastada após oito temporadas, mas a série nunca chegou a ficar ruim. Afinal não era realmente que interessavam. Garotinhas com alergias à luz, e adolescentes perfurados por misteriosos palitos de dente eram apenas chamariz e/ou pano de fundo para as trajetórias dos médicos. (foi até difícil lembrar de dois bons casos para colocar aqui).


Com histórias isoladas, e geralmente criando um interessante paralelo com o doente. Assistimos amadurecimentos, profissionais, demissões, amizades, brigas, relacionamentos amorosos, divórcios, mortes, recrutamentos. Este último gerou um dos melhores momentos da série  "A Escolinha do Dr. House", em busca de uma nova equipe, na quarta temporada. (a da greve dos roteiristas. É impressão minha mas a safra curta da greve fez bem a muitas séries? isso é assunto para outros post).

E embora seu personagem central afirme, que as pessoas não mudam. Essa pessoas, as que viviam no Princeton Plainsboro, mudaram. Principalmente o protagonista, que embora mantivesse a constante mal-humorada e sacana, passou por altos e baixos, do hospício ao romance. Este último não muito bem aceito. Aparentemente, embora torçam para o casal, quando eles ficam juntos o público acha que a coisa fica morna. Quem sofreu com isso? A Dra. Masters (Amber Tamblin), novata na temporada menos adorada da série (a sétima).

Foi quando o público começou a se perguntar o quanto a série duraria. Nunca queremos ver nossas séries favoritas canceladas (afinal você convive com aquelas pessoas por anos, e de repente elas são eliminadas? é quase como morrer), mas, por outro lado sabemos que nada é ara sempre. Um alívio, misturado com nostalgia, foi o que surgiu quando anunciaram que a oitava temporada seria a última. House não seria cancelado, coisa rara hoje em dia, mas sim, ganharia um fim.

Trazendo quase todos os personagens importantes de volta, vivos ou mortos (faltou apenas a Dra.Cuddy - Lisa Edelstein), a temporada final não trouxe grande reviravoltas, a única é também o desfecho dos protagonistas House (Hugh Laurie) e Wilson (Robert Sean Leonard). Entretanto encaminhou, cada personagem. Não vamos vê-los, mas eles seguem com suas vidas, ou mortes (afinal o título do episódio derradeiro é "Todo mundo morre). 


Com a equipe encaminhada, falta dar rumo às vida de House e Wilson. A única grande reviravolta da temporada, o câncer terminal do oncologista (ironia até o fim), que deixaria o manco house sem sua principal muleta. Depois de muito grama, racionalizações e discussões, como resolver o problema? Com uma grande piada, claro. Adorável, mas paro por aqui, para evitar mais spoilesrs.

É ótimo descobrir, um bom final, que respeita todo o espírito da série. Uma produção que conseguiu manter a qualidade (e a criatividade) por oito anos. Com personagens interessantes, pelos quais nos importamos, mesmo quando são cruéis ou idiotas e poder nos despedir deles adequadamente.

Vai fazer falta! (e sobre isso não estou mentindo)

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segunda-feira, 18 de junho de 2012

Branca de Neve e o Caçador

Já enjoou de Branca de Neve? Depois do seriado Once Upon a Time, e da versão estilo bollywood Espelho, Espelho meu, chega aos cinemas Branca de Neve e o Caçador. Versão estilo épico do conto de fadas com Kirsten Stuart, Charlize Theron.

Remetendo às versões originais do conto registradas pelos irmãos Grimm, a intenção é mostrar um mundo mais assustador e realista (dentro do possível, afinal ainda é uma fantasia). A intenção é boa, e visualmente acertada. Cenários detalhistas, bons efeitos visuais e direção de arte impecáveis, oferecem ao expectador, um castelo sombrio realista, uma fantástica floresta mágica, vestidos deslumbrantes para rainha má, e convincentes roupas de guerreira para a protagonista.

É quando tenta ampliar a história que o roteiro se confunde. Cria uma interessante origem para Ravena, a rainha (Theron). Mas, perde tempo em um triângulo amoroso, que desconfortavelmente nos remete a outra franquia estrelada por Kirsten Stuart. Será que a moça agora só aceita papéis, em que sua personagem tenha mais de um pretendente?

Assim, assistimos a entrada de Ravena na família real, sua posterior ascensão, e o anúncio da queda feita pelo Espelho. Branca de Neve, vira alvo foge para a floresta de onde o único a sair vivo foi o caçador Chris "Thor" Hemsworth. Assim levamos quase meia hora para conhecer um dos personagens título. Depois disso descobrimos que a mocinha é "a escolhida", e que o caçador é ótimo treinador de guerreiras. A moça se torna uma Joana D'Arc. Mencionei os oito anões? E também tem um príncipe encantado (Sam Claflin).

Incoerências e excessos do roteiro à parte. Mesmo mal aproveitados, difícil não notar o grupo de anões formado por Ian McShane, Eddie Izzard, Bob Hoskins, Toby Jones, Ray Winstone, Eddie Marsan, Steve Graham e Nick Frost. Todos grandes atores (em nome e estatura), são presentados com uma "gangue britânica da floresta". Chato é descobrir que de conhecedores de segredos e verdades da floresta cheiros de  personalidade, são transformados em alívio cômico no último ato do longa.

Mas é Charlize Theron que rouba a cena. Exorcizando todos seus demônios (ou ao menos se divertindo muito), ela entrega uma atuação super exagerada. Insana e maligna nos faz compreender suas ações, mesmo quando discordamos, ou simplesmente não faça muito sentido.

Dou outro lado, Stuart parece não faz muito esforço, e não chega muito além das caras e bocas que entrega e na saga vampiresca. O que faz questionar ainda mais o julgamento do Espelho Mágico. E daí que a moça é do bem? Não é mais  bela, e com certeza não é mais eficiente em tela que Ravena.


Branca de Neve e o Caçador (Snow White and the Huntsman)
EUA , 2012 - 127 min.
Fantasia

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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Homens de Preto 3

Neuralizador em forma de filme. É esse o efeito que MIB 3 tem sobre o filme anterior da franquia Homens de Preto. A história é mais coerente e tem mais a oferecer que efeitos visuais. E claro, tem viagem no tempo. Que embora, eu admita que as vezes é exagerado e confuso, é um conceito divertido e interessante.

Após 40 anos preso Boris, o Animal (Jemaine Clement, insano) foge da prisão e decide se vingar do agente que o prendeu. Mas como simples vingança é para humanos, o alien decide voltar no tempo e matar o joven K (Tommy Lee Jones) antes de ser capturado. Surge então uma realidade alternativa onde K não existe, e cabe a J (Will Smith)voltar no tempo e impedir o exito do vilão.

A viagem no tempo, é a mesma de sempre, mesmas complicações de alterar o futuro ou ficar preso no tempo errado. Já o o mecanismo de viagem que possibilita o salto no tempo, e seu efeito, são bastante interessantes. 

O universo também muitos novos conceitos, mas se sai muito bem em brincar com os antigos. Assim, além dos curiosos seres de outros planetas e da alta tecnologia alienígena, a produção de arte esconde referências ao cachorro Frank (que não aparece neste) ao longo do filme. Colore a estéril agência com o estilo da década de 1970. E entrega alienígenas com visual dos E.T.s encontrados em filmes da época, leia-se máscaras de borracha e roupas brilhantes. E ainda inclui acontecimentos reais à narrativa, além do tradicional quem-é-alien-quem-é-humano entre nomes famosos de nosso mundo.

Embora ótimos, nada é mais surpreendente que a atuação de Josh Brolin como o jovem K. O ator recria com perfeição expressões, trejeitos e até a entonação de voz de Tommy Lee Jones. Isso sem nunca fazer-nos duvidar de sua identidade e dando a leveza de um personagem que ainda não passou por tudo aquilo que fez o K que conhecemos "endurecer".

O escorregão fica por conta do enredo que opta por manter a leveza constante, mesmo quando "ficar um pouco sério" seria uma opção mais interessante. Como na sequencia em que guardas se questionam na possibilidade de um negro ter um carro de luxo, iniciando a discussão sobre segregação, para logo depois abandonar tudo e apresentar um oficial de alta patente negro.

O final é sentimental, mas respeita os filmes anteriores, e de certa forma completa o "circulo". O que não quer dizer que não haja espaço para sequencias, que se mantiverem a qualidade serão mais que bem vindas em nosso universo cinematográfico.

Homens de Preto 3 (Men in Black 3)
EUA - 2012 - 106 min.
Aventura / Comédia / Ficção científica
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terça-feira, 12 de junho de 2012

Não basta pedir em casamento...

...você precisa fazer isso em um flashmob, com dublagem, em plano sequência e take único. Mencionei os participantes via skype?

E se até o Fantástico pode plagiar a ideia (muito mal feito por sinal), porque eu não deveria publicar o original aqui? E de "quebra" ainda dar o devido crédito à Isaac, o idealizador do pedido original.

Feliz dia dos namorados!!!

Isaac's Live Lip-Dub Proposal from Isaac Lamb on Vimeo.
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quarta-feira, 6 de junho de 2012

Valar Morghulis

Assim que Jaqen H'ghar deu a palavrar à valente Ayra Stark, pensei: troço difícil de decorar! Ela vai esquecer, especialmente após o belo "truque" com que ele se despede. Mas é fato: se três dias depois eu não esqueci, nem pensar que a garota inteligente demais para o bem dela esqueceria. Assim, o título do último episódio da segunda temporada de Game of Thrones ficou gravado na memória da mesma maneira que a extensa, intricada e super-lotada trama de George R. R. Martin.
Valar Morghulis
E já que ler os livros e assistir a série ao mesmo tempo não fez bem algum para meu vício, resolvi fazer um leve balanço da temporada, para diminuir a aflição de esperar cerca de dez meses pela próxima temporada. Vou tentar evitar os spoilers, mas é difícil, uma vez que mencionar que tal personagem está vivo a esta altura da história pode ser considerado spoiler, em uma saga na qual as pessoas morrem em um piscar de olhos. Em todo caso, leia com precaução.

Enquanto no centro de poder os reis estão ocupados tentando repousar seus traseiros medievais no desconfortável trono de ferro, nas regiões mais distantes a magia continua a crescer. Embora saibamos que CGI é caro para uma série de TV, foi meio decepcionante ver tão pouco os dragões de Daenerys. Qarth também merecia cenários mais grandiosos. Também faltou um pouco de foco nos "sonhos de lobo" de Bran.


No outro extremo do mapa, os White Walkers, custam a aparecer, mas não decepcionam quando o fazem, The Walking Dead vai precisar se esforçar para criar horda tão assustadora de não-mortos (Pobre Sam, 10 meses em situação desconfortável).

Melisandre, nova personagem de peso, uma feiticeira vermelha, tem incríveis habilidades, mas é tão simpática quanto o rei a quem serve. O que é curioso, já que nos faz torcer por Jofrey, apesar do moleque ser um louco malvado. Pensando melhor, não é exatamente para ele que trocemos...

Tyrion, apesar de todo encanto da magia, é para os jogos e intrigas políticas dele que realmente dedicamos atenção. O imp não é tão cruel quanto o resto da família, e sabe jogar o jogo. Acaba nos deliciando com soluções eficientes e nem sempre inusitadas para os problemas do reino.

Outro encontro interessante que não tenho certeza se acontece no livro (não cheguei lá ainda, alguém?), e o período de "serviços prestados" por Ayra à Tywin Lannister. Ele vai descobrir quem ela é? Ela vai dar um golpe antes? O que nos leva à o misterioso Jaqen H'ghar, seus tributos, e inevitável vontade de descobrir mais sobre ele.

Engrossando o time de novos personagens, Brienne é uma das melhores aquisições. Já os selvagens para além da muralha não são tão assustadores, quanto as histórias das velhas amas pintam. Talisa por sua vez, desvia completamente o foco de Rob, péssima escolha para quem está literalmente no campo de batalha.

Ah! E por falar em péssimas idéias, como Theon pode ser tão idiota? Torça você para os Greyjoy ou os Stark, vai achar que as decisões dele são péssimas para qualquer lado. Ele devia aprender com Sansa, que virou especialista em fingir de morta, para sobreviver. Esperteza feminina!

Poucas mortes inesperadas, grandes embates, e decisões (valeu Cão de Caça!), e novos bons personagens por quem nos preocupar. Colocando na balança, a segunda temporada conseguiu o mais difícil, manter o entusiasmo da estréia. E o que mais podemos pedir? Que a 3ª temporada também ganhe transmissão simultânea (parabéns HBO!).

No entanto depois disso tudo só consigo pensar em uma coisa: onde Fantasma se escondeu nos três últimos capítulos? Ei lobo ingrato, John Snow precisa de ajuda!

Que venha o inverno!

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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Keep Calm and read the books

Está com um vazio no peito por causa do final da temporada de Game of Thrones? Não sabe mais o que vai fazer com seus domingos à noite e está entrando em desespero? Fique calmo, e leia as mensagens inspiradas nos cartazes britânicos de incentivo e na saga de George R.R. Martin (o último é o meu favorito, sempre sigo aquele conselho. Qual você segue?)

Se ainda assim não funcionar, você sempre pode ler os livros, assistir as reprises, comprar os DVDs....






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sexta-feira, 1 de junho de 2012

Momentos de sabedoria no Facebook #2...

... eles não apenas existem, mas acontecem mais de uma vez. Aleluia!!!

Agora, preparar armas e mantimentos para o apocalipse zumbi. Enquanto isso leia também Momentos de sabedoria no Facebook #1.


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