segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Dicas de fantasias para o Halloween!

Quer assutar de verdade seus amigos? Então transforme-se em pior pesadelo!

Err.... ok, talvez não funcione tão bem assim. Mas, também não podemos dizer que elas não foram criativas. Feliz dia das Bruxas!

Fala sério! Não reconheceu as moças? Da esquerda para a direita Jasmin, Branca de Neve, Mulan, Cinderela, Aurora (Bela Adormecida), Bela e Ariel.  Vestidas como os vilões de seus respectivos filmes da Disney.

*Essa imagem é mais um dos achados do "St. Google", e como tal, os direitos autorais são confusos. Se você é autor da divertida brincadeira ou sabe onde ela surgiu, me conte para que eu possa dar o devido crédito.



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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Promovendo Contágio!

Contágio estreia hoje nos cinemas de todo o país. Segundo a Gi de Comentar é preciso o filme é daqueles de nos deixar neuróticos com bactérias. É verdade, elas podem ser letais mas, quem disse que não podem ser fonte de inspiração?

Warner Bros. Pictures do Canadá, criou um curioso, embora um pouco nojento, outdoor feito com bactérias para promover o filme de Steven Soderbergh. Confira o vídeo, depois podem comprar seus vidrinhos de álcool gel, visitar o cinema mais próximo e torcer para não ser infectado. 



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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Gigantes de Aço

No futuro o público de competições de luta ficou tão sedento por violência, que as lutas entre humanos foram banidas. As lutas ainda existem, mas entre robôs gigantes que trocam golpes violentos até um deles virar sucata. Charlie Kenton (Hugh Jackman), é um ex-lutador de boxe que tenta sobreviver, sem muito sucesso, com lutas clandestinas de robôs.

Charlie também é o pai ausente de Max (Dakota Goyo), com quem precisa conviver após a morte da mãe do garoto, uma antiga namorada. Após um fracasso em uma luta, pai e filho vão buscar peças para reposição em um ferro velho e o garoto encontra Atom, um robô de treino de segunda geração. Não é mistério, trabalhar e competir com a "lata-velha", aproxima pai e filho.

A parte interessante, é que ao invés de entrar nos eixos como de costume, o pai acaba levando o filho para seu mundo de lutas e apostas. O garoto é fanático pelos robôs e chega a entender mais sobre eles que o próprio pai. É nas semelhanças e na aceitação dos defeitos uns dos outros, que a relação é construída. Sem grandes mudanças de hábitos e personalidades em curto espaços de tempo. Afinal, como ja disse o Dr. House - as pessoas não mudam!

O entrosamento crescente entre Charlie e Max, é tão visível na tela quanto a animação do garoto pelas lutas. Elenco entrosado e gostando do que faz, já é meio caminho andado para um bom filme. O roteiro, apesar de previsível, é empolgante, ágil e competente, ao relacionar a evolução de Atom nas lutas com o relacionamento da dupla.

Evangeline Lilly (a Kate de Lost), interpreta a filha do ex-treinador de Charlie, que atualmente ajuda o lutador a consertar os robôs com que ele luta. Embora simpático, um papel dispensável, que parece só existir porque Hugh Jackman precisa de um interesse romântico.

Entretanto são as lutas de robôs que chamam mais atenção, pelo realismo das máquinas em meio aos elementos reais, e seus golpes. Além do fato de podermos torcer sem medo pela (por falta de palavra melhor) carnificina. Afinal, são apenas robôs ninguém se machuca. Para quem sofreu tentando se divertir com os gigantes dos últimos dois Transformers, mesmo com a falta de sentido na história e a pirotecnia da camera de Michael Bay, Gigantes de Aço, é um ótimo filme de robôs.


Gigantes de Aço (Real Steel)
EUA - 2011 - 127 min.
Ação / Drama



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domingo, 23 de outubro de 2011

Amizade Colorida

Jamie (Mila Kunis) uma caça-talentos , usa toda sua habilidade para convencer Dilan (Justin Timberlake), a abandonar seu blog, deixar Los Agenles e tornar-se diretor artístico de uma revista em Nova York. Eles acabam se tornando amigos durante o processo. Ambos sofreram várias desilusões amorosas e em um bate-papo acabam chegando a conclusão de que o melhor é excluir as emoções da equação. Assim nasce sua Amizade Colorida, com sexo sem compromisso sempre que a correria da Big Apple permite.

Se você é fã de comédias românticas, deve imaginar que não demora muito para que a relação complique, independente da tentativa do casal em deixar as coisas simples. Embora não seja a mais original das histórias é um retrato perfeito (e exagerado, claro) do comportamento juventude atual das grandes cidades. As dificuldades em seus relacionamentos, a falta de tempo, o excesso de informação, o medo de se comprometer,etc.

Roteiro e diálogos rápidos e cheios de referências culturais o filme faz bem a transição entre o divertido namoro casual e a situação que faz com que tudo mude. Carregando de forma divertida as mensagens atreladas a história - "Se divertir sem compromisso é bom, mas às vezes precisamos de algo mais para lembrar."

Justin Timberlake que aparentemente resolveu virar ator. Além deste filme  atuou em a Zé Colméia, A Rede Social,  Professora sem classe e O Preço do Amanha, todos lançados no período de um ano . O cantor convence no papel do diretor de arte. Mas, é Kunis que chama atenção ao dar vida a neurótica mulher moderna, divertidam cheia de regras, crises, enfim com muita personalidade.

Curiosamente recém saída de Cisne Negro, a jovem escolheu filme com premissa semelhante ao dua parceira de cena. Embora Sexo sem compormisso, estrelado por Natalie Portman e Ashton Kutcher não possua a leveza nem a simpatia de Amizade Colorida (mas isso é assunto para outro post).

Por hora, resta dizer que o filme dirigido por Will Gluck (A Mentira) é melhor. Não traz uma história inovadora, nem surpreendente, é verdade. Mas é divertido, leve, atual e verdadeiro, esta última qualidade convenhamos é coisa rara em comédias românticas.

Amizade Colorida (Friends with Benefits)
EUA - 2011 - 109 min.
Comédia / Romance




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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Os Três Mosqueteiros

Desde que o cinema se tornou popular, toda geração ganhou uma versão do livro de Alexandre Dumas para as telas. É claro que não iria demorar para aparecer mais uma versão, especialmente diante da febre de adaptações e remakes pela qual Hollywood está passando. A versão do novo milênio de Os Três Mosqueteiros, chega sob a direção de Paul W. S. Anderson com várias alterações efeitos gigantescos e em 3D.

D'Artagnan (Logan Lerman, o Percy Jackson) é um jovem impetuoso e excelente espadachim, que se muda para Paris com o objetivo de se tornar membro da guarda real do Rei, um mosqueteiro. Logo que chega arruma três duelos distintos, Athos (Luke Evans), Portos (Ray Stevenson) e Aramis (Matthew MacFadyen). Os rapaz acaba se unindo aos Três Mosqueteiros em um duelo contra os guardas do ardiloso Cardeal Richelieu (Christoph Waltz, que depois de Bastardos Inglórios e BesouroVerde, deveria procurar um papel de mocinho, de preferência nada caricato).

Apresentações feitas hora de bagunçar o coreto. O rei da França (Freddie Fox, divertidíssimo) é um moleque preocupado apenas com roupas. Sua esposa também é muito jovem. Logo, o caso entre a Rainha Anne (Juno Temple) e o Duque de Buckingham (Orlando Bloom), que serviria de estopim para uma guerra entre França e Inglaterra, embora insinuado pelas personagens precisa ser forjado. Tarefa que cabe à Milady (Milla Jovovich) a mando do Cardeal.

Habilidosa a moça tem a incrível capacidade de fazer acrobacias com vestidos de época de 30kg. Que, embora resultem em belas imagens em câmera lenta, possuem uma improbabilidade de acontecer que não passa despercebida pelo expectador que tenha mais de 12 anos de idade. Menos críveis até que os barcos dirigíveis, cuja tecnologia apenas surgiria cerca de 100 anos mais tarde. E uma vez que em algumas entrevistas o próprio elenco tenha admitido a discrepância histórica, o erro não parece tão absurdo. "Sabemos que estamos errados, mas usamos uma licensa poética para tornar tudo mais emocionante!", e felizmente funciona. O aparato rende boas batalhas aéreas.

Se você não é um fã fervoroso de Alexandre Dumas e sobreviveu até aqui, segue a parte boa, afinal nem apenas de equívocos é feito um blockbuster. E o acerto está exatamente no estilo steampunk que torna o barco voador e outros apetrechos divertidos possíveis. Assim como a direção de arte colorida e impecável que inserida nesse universo consegue dar até um visual "Pin-up de época" a Milla Jovovich.

Se ainda assim você fã ocasional do romance, ainda não decidiu se deve ou não, encarar uma sessão some ao pacote de prós, os efeitos especiais, aventura, muitas batalhas e duelos, narrativa ágil. Além de um elenco razoável, o que para um arrasa-quarterão estadunidense já é bastante. Na dúvida, chame os amigos, afinal colocar em prática o "Um por todos e todos por um!", sempre torna a experiencia mais divertida.


Os Três Mosqueteiros (The Three Musketeers)
EUA, Reino Unido, França,Alemanha - 2011 - 110 min.
Ação / Aventura


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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Dieta zumbi

Atenção ao cardápio, escolha os alimentos mais adequados, a sua dieta zumbi vai recomeçar! Segue uma ajudinha para você ter certeza que consumiu todos o nutrientes necessários para ser um morto-vivo saudável.

A segunda temporada de The Walking Dead estreia esta terça (18/10), às 22h na Fox!


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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A História de Todas as Coisas

Você estava assistindo reprises, ansioso pela nova temporada de The Big Bang Theory e se deu conta de que ainda não consegue acompanhar a musiquinha da abertura. Que seu inglês de cursinho não é pário para a velocidade em que a musica é cantada. Ou ainda, é daqueles que acha que a musiquinha termina no primeiro Big Bang?

Pois esse vídeo ilustrado da música que a banda canadense Barenaked Ladies fez especialmente para a série, vai te ajudar.



Ainda não deu para entender? Eu ajudo.

The History of Everything

Our whole universe was in a hot dense state,
Then nearly fourteen billion years ago expansion started,
wait...

The Earth began to cool,
The autotrophs began to drool,
Neanderthals developed tools,
We built a wall (we built the pyramids),
Math, science, history, unravelling the mysteries,
That all started with the big bang!


"Since the dawn of man" is really not that long,
As every galaxy was formed in less time than it takes to sing this song.


A fraction of a second and the elements were made.
The bipeds stood up straight,
The dinosaurs all met their fate,
They tried to leap but they were late
And they all died (they froze their asses off)
The oceans and pangea
See ya, wouldn't wanna be ya
Set in motion by the same Big Bang!

It all started with the Big Bang!


It's expanding ever outward but one day
It will cause the stars to go the other way,
Collapsing ever inward, we won't be here, it won't be heard
Our best and brightest figure that it'll make an even bigger bang!


Australopithecus would really have been sick of us
Debating how we're here, they're catching deer (we're catching viruses)
Religion or astronomy, Encarta, Deuteronomy
It all started with the Big Bang!

Music and mythology, Einstein and astrology
It all started with the Big Bang!
It all started with the Big BANG!


A História de Todas as Coisas

Todo o nosso universo estava em um estado quente e denso
Então há uns 14 bilhões de anos a expansão começou.
Espera...

A Terra começou a esfriar,
Os autótrofos começaram a babar,
Neandertais criaram ferramentas,
Construímos a muralha (construímos as pirâmides),
Matemática, ciência, história, desvendando os mistérios,
Tudo começou com o Big Bang!

"Desde o começo da humanidade" nem faz tanto tempo,
Já que cada galáxia foi formada em menos tempo do que leva pra cantar essa música.

Uma fração de segundo e os elementos foram feitos.
Os bípedes ficaram de pé,
Os dinossauros todos chegaram ao seu fim,
Eles tentaram escapar mas se atrasaram
E todos morreram (congelaram o rabo)
Os oceanos e a pangéia
Até mais, não ia querer ser você
Postos em movimento pelo mesmo Big Bang
Tudo começou com o Big Bang!

Está expandindo infinitamente mas um dia
fará as estrelas irem para o lado contrário
Colapsando para dentro, não estaremos aqui, não seremos feridos
Nossos melhores e mais brilhantes acham que fará um Bang maior ainda!

Australopithecus ficaria de saco cheio de nós
Discutindo enquanto pegavam veados (nós pegamos vírus)
Religião ou astronomia, Encarta, Deuteronomy
Tudo começou com o Big Bang!

Música e mitologia, Einstein e astrologia
Music and mythology, Einstein and astrology
Tudo começou com o Big Bang!
Tudo começou com o Big BANG!
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quinta-feira, 6 de outubro de 2011

O adeus à Steve Jobs

Ficou meio confuso ao assistir o jornal hoje e ver tamanha comoção sobre a morte de Steve Jobs? Achou que a explicação de que ele é o responsável por tirar a tecnologia das grandes empresas e coloca-las, literalmente, na ponta dos dedos de pessoas comuns, é pouco para entender quem era o criador da Apple? Ou simplesmente quer saber um pouco mais.

Publico aqui então, esse vídeo feito pelo Olhar Digital, em agosto deste ano. Época do afastamento definitivo de Jobs do trabalho por causa de sua doença. O vídeo faz um rápido panorama sobre a vida do gênio da tecnologia. Está longe de abordar todas as consequências de suas invenções,  mas é um bom ponto de partida para quem quer começar a conhecer o fenômeno que foi sua carreira.

Um singelo adeus, a um homem, sem o qual provavelmente eu não estaria blogando aqui, e você não estaria lendo esse texto aí. Ou, no mínimo, fariamos isso de forma completamente diferente.




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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O caso da Fantástica Fábrica de Chocolate

Re-assistindo  A Fantàstica Fábrica de Chocolates para o desafio do blog DVD, Sofá e Pipoca, na semana passada, percebi que ainda lembro claramente do dia em que assisti a versão de Tim Burton (2005) no cinema. Uma das mais mágicas seções que já acompanhei, muito apropriado pra o longa em questão.

Prontos para entrar?
Em meio às férias da faculdade, lá fomos nós assistir à primeira sessão do filme após às 13h, na sexta-feira de estréia. Abarrotadas de doces e chocolates, afinal sabíamos a vontade que o filme provocaria. Ainda na fila era possível perceber que havia algo de diferente no ar. Para começar um número incomum de pais para uma sexta-feira à tarde (niguém trabalha não?). Animados os adultos, contavam para as crianças as maravilhas que podia, ser encontradas na fábrica de Willy Wonka.

Estava explicado: aquela era uma sessão repleta de pais, tomados pela nostalgia da história que cansaram de assistir na TV (a versão de 1971, claro!). Que finalmente poderiam apresentar aos seus rebentos em grande estilo. A questão era, será que os pequenos estavam tão empolgados quanto os pais.


Começam os trailers, tela escura, duas notas. A platéia explode em gritos ao ouvir a trilha sonora  de um dos Harry Potter. Ótimo estão prestando atenção, e gostam de fantasia. Um bom sinal.

Começa o filme. Charlie compra a primeira barra de chocolates. É possível sentir a platéia mirim prender a respiração. Logo em seguida ouvir o sonoro "AWW!!!" ao perceberem que não havia bilhete dourado. Charlie consegue um nova barra de chocolate. A reação da platéia se repete, elevada ao quadrado uma vez que a demora apenas aumenta a já alta, graça aos pais saudosos, expectativa dos pequenos.

A essa altura você já deve imaginar o que aconteceu quando o menino finalente achou o bilhete. A sala se encheu de gritos e aplausos, que chegaram a abafar as falas seguintes, que explicam o porque Charlie pensaria em vender o bilhete na cena seguinte. Mesmo quem já sabia quando e como cobiçado passaporte para à fábrica, não se incomodou com a baderna e se uniu a comemoração.


Não sei se isso aconteceu em outras salas de cinema, acredito que sim. E é verdade, quando a platéia é barulhent,a a ponto de nos lembrar a todo momento que estamos assistindo a um filme, atrapalha, mas dessa vez não importou. Tão divertido que viajar com um filme, é perceber que aquelas histórias que te faziam mostravam outros mundos quando pequenos, ainda podem levar novas gerações a lugares incríveis. 

Obrigada Burton, por resgatar tão mágica história, e pais, por achar importante levar seus filhos para uma aventura incrível. Juntos, vocês proporcionaram a todos os outros naquela sala uma sessão inigualável. Pena que não serviu de base para as dúzias de remakes que abarrotaram as telas nos últimos anos, de forma medíocre. E perdendo a oportunidade de cativar novas gerações.


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