segunda-feira, 30 de maio de 2011

O comportamento da Geração Y

Já ou viu falar da Geração Y?
Pois se você nasceu entre os anos de 1980 e meados de 1990, você um ilustre representante desta geração, assim como a blogueira que vos escreve. Aparentemente somos cerca de 2,3 bilhões de pessoas da mais plural, e primeira geração global de jovens da história da humanidade. (Soa importante né!?!) Também somos ótimos em multitarefas, e dominamos as novas tecnologias.

Tão interessante quanto saber as características, e o impacto de nossa geração na hisória, é descobrir como chegamos até aqui. Afinal, tanta liberdade não chegou fácil. O vídeo esclarece essas e muitas outras questões sobre a tal Geração Y.


Este vídeo é o resultado de vários estudos desenvolvidos pela BOX1824, empresa brasileira especializada em tendências de comportamento de consumo.
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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Dia do Orgulho Nerd 2011

É hoje! Podem tirar os colecionáveis do armario, vertir sua camiseta de Jornada nas Estrelas e trocar as lentes de contato pelos óculos fundo de garrafa. Finalmente hegou o dia que escolhemos para celebrar anualmente direito de toda pessoa ser um nerd (ou geek). Isso mesmo, 25 de Maio é o Dia do Orgulho Nerd!  A data foi escolhida em referência ao lançamento de Star Wars: Epsódio IV - Uma nova esperança, em 1977.

Já que criar um post comemorativo, já virou tradição por aqui, este ano garimpei mais um vídeo nerd. A propaganda de carro mostra que a nerdice vem de pequeno, e que não tem nada demais em o pai incentivar essa "força"! Logo abaixo do vídeo descubra tudo sobre esta data importante.

Tô começando a ter certeza, ninguém vira nerd, nascemos assim!

A primeira celebração aconteceu em alguns lugares da Espanha e na internet, em 2006. No ano seguinte a comemoração cresceu, alcançando todo o país, e ganhou vários eventos oficiais promovidos por várias instituições. Houve até doação de sangue nerd (será que além de saudáveis os pacientes ficaram mais inteligentes? Doação de sangue, como forma de espalar a nerdice!).

Em 2008 o Dia do Orgulho Nerd foi comemorado também nos Estados Unidos, divulgado por vários blogs e sites. Em 2009 alguns eventos (como este) comemoraram a data em terras brasucas. Em 2010, além das comemorações pelo mundo a fora, uma semana inteira foi dedivada ao Orgulho Nerd no blog DVD, sofá e pipoca.

No dia 25/05 também é comemorado o Dia da Toalha, em homenagen aos fãs da série O Guia do Mochileiro das Galáxias de Douglas Adams. Na saga vivida por Arthur Dent a toalha é equipamento especial de qualquer mochileiro, uma vez que é util nas mais diversas situações. Convenhamos, isso também é muito nerd

Segue abaixo eis aqui o manifesto nerd (é claro que temos um!).  Aparentemente não é necessário seguir todas as diretrizes para se considerar um nerd, adoramos a diversidade.

Direitos
Taí, um cara que segue a cartilha!
  1. O direito de ser ainda mais nerd.
  2. O direito de não sair de casa.
  3. O direto de não ter um par romântico e de ser virgem.
  4. O direito de não gostar de futebol ou de qualquer outro esporte.
  5. O direito de se associar a outros nerds.
  6. O direito de ter poucos (ou nenhum) amigo.
  7. O direito de ter tantos amigos nerds quanto quiser.
  8. O direito de não ter que estar "no estilo".
  9. O direito ao sobrepeso (ou subpeso) e de ter problemas de vista.
  10. O direito de expressar sua nerdice.
  11. O direito de dominar o mundo.

Deveres
  1. Ser nerd, não importa o quê.
  2. Tentar ser mais nerd do que qualquer um.
  3. Se há uma discussão sobre um assunto nerd, você tem que dar sua opinião.
  4. Guardar todo e qualquer objeto nerd que você tenha.
  5. Fazer todo o possível para exibir seus objetos nerds como se fosse um "museu da nerdice".
  6. Não ser um nerd genérico. Você tem que ser especialista em algo.
  7. Assistir a qualquer filme nerd na noite de estréia e comprar qualquer livro nerd antes de todo mundo.
  8. Esperar na fila em toda noite de estréia. Se puder ir fantasiado, ou pelo menos com uma camisa relacionada ao tema, melhor ainda.
  9. Não perder seu tempo em nada que não seja relacionado à nerdice.
  10. Tentar dominar o mundo!

Que a força esteja com vocês!
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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Piratas do Caribe 4:
Navegando em Águas Misteriosas

Quatro anos após confundirmuita gente com o roteiro superlotado e confuso do Fim do Mundo, Jack Sparrow (Johny Depp) e companhia colocaram suas naus novamente nos sete mares, para uma nova aventura.Começando algum tempo após o fim do terceiro longa, Jack ainda está "sismado", com a fonte da juvetunde, mas ele não é o único.

Após elaborar uma complicada e totalmente improvisada sequencia inicial de fuga da guarda britânica, só para nos lembrar de que personagens estamos falando, Jack precisa descobrir quem está se passando por ele na tentativa de conseguir marujos. Ainda sem o Pérola Negra, sua esperança é se apossar do navio e tripulação, que seu falso eu, recrutou para chegar a fonte da juventude. Em seu caminho e buscando o mesmo objeitvos, está o rei da Espanha, seu "arqui-comparsa-inimigo", Barbosa (Geoffrey Rush) e Angélica (PenélopeCuz). Moça com que Sparrow tem um "passado", e que também é filha de Barba Negra (Ian McShane), o mais temido pirada dos sete mares.

A partir daí, começa a correria pelo prêmio, e pelas peças necessárias para encontra-lo. Nesse meio tempo, descobrimos o tal passado de Jack e Angêlica (como se não fosse fácil descobrir!), e as verdadeiras intenções de cada personagens, é claro que todos tem mais de uma! Ainda temos, piratas zumbizados (esse negócio de pirata que não morre ja cansou hein!) e sereias carnívoras.

Se achou que Sparrow irira carregar o filme nas costas, acertou! O que não é problema uma vez que o personagens é um dos poucos, que pode se dar ao luxo de não evoluir e ainda sim ser inusitado. Mesmo assim o pirata, parece mais lógico, talvez mais sóbrio, que nas aventuras anteriores. Logo mais previsível, mas ainda divertido.A pouca ousadia, pode ser explicada pela falta de rum, ou pelo medo de errar novamente, depois que o terceiro episódio da franquia foi criticado por sua complexidade.

Dessa vez não há grandes amores para serem salvos, nem mistériosas tramas incobertas somadas a maldições sombrias. Existe sim um romance, epsódico e ocupa pouco tempo em tela e se resolve facilmente. Já o sobrenatural, se resume a fonte e os artefatos e criaturas que se encontra durante a procura. 

Com poucos remanescente do elenco original, Depp e Rush, estão mais que confortáveis com seus personages. E claramente se divertindo os interpretes de Jack e Barbosa, preparam o ambiente para os recém-cehgados não fazerem feio. Cruz, amiga de Depp, a tempos consegue uma boa química, com sua pirata latina passional e esperta. Ian McShane, traz tanta autoridade e imponência ao Barba Negra, que faria Dave Jones se esconder em seu baú. 

Falando nisso, será que a todo novo longa seremos apresentados ao pior pirata dos sete mares? Melhor fazer logo uma competição para descobrir logo o mais terrível.

Piratas 4, apostou na segurança, com uma história simples de pirata: caça ao tesouro. E entrega uma aventura divertida que deve agradar ao fãs, que mais do que diversão queriam curtir o carisma de Sparrow e cia.

P.s.: Não saia da sala até o fim dos créditos.


Piratas do Caribe 4: Navegando em Águas Misteriosas (Pirates of the Caribbean: On Stranger Tides)
EUA - 2011 - 137 min.
Ação / Aventura / Fantasia
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sábado, 21 de maio de 2011

Padre

Em um mundo paralelo pós-apocalíptico, uma grande guerra entre humanos e vampiros definiu como ambas as "raças" vivem. Enquanto os poucos sugadores de sangue remanescente se recolheram em suas colméias, os humanos vivem em cidades governadas pela igreja, no velho e nada agradável sistema: "ir contra a igreja, é ir contra Deus", não importa quem esteja certo.

Os padres foram os principais guerreiros das ultima grande guerra entre montros e homens, sem grandes tarefas desde a vitória, tem de se conformar em viver vidas pacatas, apesar de suas habilidades extraordinárias. Quando um dos vampiros sequestram sua sobrinha, e a igreja se recusa a aceitar o fato, o Padre (Paul Bettany) desobedece as ordens e vai ao resgate da moça. Juntam-se a ele o sherife e noivo da moça (Cam Gigandet), e uma sacerdotiza (Maggie Q). 

Baseado em uma HQ coreana, embora muitas das questões filosóficas da versão literária tenham ficado de fora. Padre é a segunda parceria entre Bettany e o diretor Scott Stewart (Legião), claramente voltada para expectadores de ação, com toques sobrenaturais. 

As sequencias de ação e efeitos especiais são impecáveis, não é para menos. O diretor tem larga esperiencia com efeitos especiais de filmes como Homem de Ferro e Piratas do Caribe. O erredo por sua vez, se limita a caçada pelos sequestradores da jovem, a compreensão daquele universo, bem como sua história pregressa e as inteções do vilão vivido por (Karl Urban). 

Cheio de referências as cenas de ação, lembram Matrix. As criaturas, chamadas de vamípiros parece mais seres alienígenas, extremamente àgeis e sedentos de sangue, semelhantes aos de Eu sou a Lenda. O futuro apocalítico, foi abordado por mais da metades de filmes futuristas já feitos. Mesmo a personalidade do protagonista, e sua busca se assemelham  a Rastros de Ódio

A mistura, aliada a um ritmo àgil (filme tem apenas 87 minutos), funciona muito bem. Diverte e apresenta os personagens e o universo o suficiente para simpatizarmos com as personagens, mas reservando muitas informações para uma possível franquia. Apenas o 3D convertido, que deixa a desejar. Mal feito, por vezes é inexistente. Tire os óculos durante pasagens de moto pelo deserto, e vai entender o que digo. Ou melhor assista em 2D, é mais barato e diverte do mesmo jeito.

Padre (Priest)
EUA - 2011 - 87min
Ação / Ficção
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quarta-feira, 18 de maio de 2011

Velozes & Furiosos 5 - Operação Rio

Urgente! Após escapar de tiroteio em Nova Iguaçu, fugitivos estadunidenses se unem à agente da CIA, para assaltar un departamento de policia no Rio de Janeiro. Durante a fuga, destroem meia cidade antes de ficar encurralados na, então deserta e meio demolida, ponte Rio-Nietrói.

Achou o paragrafo acima um tanto improvável? Não para Hollywood. Foi praticamente irresistível narrar (na sala, mesmo durante a projeção aos sussurros), a ação do longa como um plantão da Globo, tamanho os absurdos da produção. E antes que você me reclame que contei um pedaço do longa (como se houvesse surpresas no roteiro), fique calmo. Não revelei nada demais.

A quinta aventura, buscar trilhar novos rumos para a franquia, que deixou de focar nos carros tunados e nas moças com roupasjustas (embora ambos ainda estejam presentes) para se tornar um tipo de 11 Homens e um Segredo, com músculos e carrões em lugares exóticos, neste caso o Rio de Janeiro.

Brian (Paul Walker) e Mia (Jordana Brewster), ajudam Dom (Vin Diesel) a escapar da cadeia, e o trio resolve se encontrar no Rio após despistar a justiça. Na cidade maravilhosa, surgea oportunidade de um golpe tão grande que garantiria a aposentadoria do grupo. Para complicar, o trio passa pelo caminho do maior criminoso da cidade, um político vivido pelo portugês Joaquim de Almeida (pow, não dava para contrartar um brasileiro nem para isso? Tanto ator global dando sopa!). Na cola deles, o agente Luke Hobbs (Dwayne "The Rock" Johnson), usa da mais alta tecnologia para fazer cumprir a justiça estadunidense em terras tupiniquins.

Então assistimos, a reunião de vários personagens da franquia para criar a equipe perfeita para cometer um crime. A corrupção política e da força policial, aparentemente apenas um policial da cidade é honesto. E atos e cenas que nem sempre fazem sentido ou se explicam, do tipo: como conseguiram isso em tão pouco tempo? 

Enquanto, Diesel e The Rock medem foças e comparam músculos, banhados em óleo. Sim, os fortões parecem mais "bombados" que nunca! E estão cheios de frases de efeito como - "This is Brazil!". Ser roteirista não deve ser dificil.

Como todo filme de ação que se preze, este também tem muitas, corridas, tiroteios, explosões, desafios as leis da física, a lógica e a coerência. E como todo filme com nosso Rio, "versão para exportação", como cenário, que se preze tem favela, praia, biquini. Até aí nenhuma surpresa.

Entretanto é aqui que devo pedir desculpas a Carlos Saldanha. Se sua animação Rio parecia caricata e exagerada, comparada a Velozes 5, a aventura das ararinhas é um primor de fidelidade. Com pouquíssimas cenas filmadas na capital carioca (a maior parte, foi gravada em Porto Rico), não é de se espantar que tenhamos um deserto cortado por um trem bala, nos arredores da cidade. E isso é só o comecinho do longa. 
 
Ainda encontramos vários carros com direção inglesa. Um número incrível de brasileiros com inglês fluente, embora muitos deles não pareçam moradores da terra do carnaval (elenco de apoio porto-riquenho). Vai ver é porque no Brasil a miscigenção cria tipos distintos. 

Brincadeiras, a parte o filme funciona para quem gosta do gênero, e de preferência não conheça nem um pouco a cidade. O que esclui qualquer um que tenha assistido TV brasileira nas últimas décadas, mas inclui o resto do mundo. Não que cause impacto na bilheteria nacional, a sala estava lotada, especialmente por crianças, embora a censura seja 14 anos. 

Para nós, resta duas opções: embarcar nos absurdos e curtir a ação. Ou apostar com o colega ao lado quem consegue descobrir mais inverdades. Qual você escolhe?


Velozes e Furiosos 5 - Operação Rio (Fast Five)
EUA - 2011 - 130 min.
Ação
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sexta-feira, 13 de maio de 2011

Eu sou o Número Quatro

Desde que Harry Potter e o Senhor dos Anéis fizeram fortunas nas bilheterias, os estúdios abriram a temporada de caça a nova franquia literária destinada a fazer sucesso nos cinemas. Entretanto até agora ninguém conseguiu alcançar a façanha. Eu sou o Número Quatro, chego as telas dos cinemas ao mesmo tempo que sua versão literária nas livrarias. Ficção científica juvenil, se sai bem nesta introdução.

Número Quatro (Alex Pettyfer) está curtindo uma festa na praia, quase ganhando a garota local, quando sua perna começa a brilhar e ganha mais uma cicatriz. Isso significa que  o Número Três está morto, e ele é o próximo. O agora, chamado John Smith (novo nome bastante genérico para passar despercebido) precisa mais uma vez mudar de nome, endereço, escola, além de apagar qualquer registro de sua estadia na morada anterior. Ele é um sobrevivente do planeta Lórien, destruído pelos mogadorianos, um povo parasita, que consome e destroi os planetas que ocupam.. Os vilões agora estão na terra a caça dos nove jovens sobreviventes, herdeiros de poderes especiais. Quando reunidos eles poderão derrotar os magadorianos e salvar a Terra, seu novo lar.

Em sua nova cidade, John passa pela faze adolescente descobrindo seus poderes em meio a adversidade do High School estadunidense, com direito a amigo nerd, Sam (Callan McAullife), e namoradinha, Sarah (Dianna Agron, de Glee). Ambos atormentados pelo mesmo valentão (Jake Abel, de Percy Jakson). É claro, que o rapaz que deveria ser manter incógnito, nem de longe passa despercebido, para desespero de seu guardião (Timothy Olyphant).

Felizmente, os cliches adolescentes param por aí. Embora tenha romance e bullying a história não se prende a isso. O Número Quatro tem preocupações maiores, que resultam em um roteiro interessante e ótimas cenas de ação, cheias de explosão, monstros alienígenas e efeitos especiais. E embora deixe sim o final em aberto para novos longas, este filme não deixa pontas soltas. Talvez por ser focado em seu próprio enrredo, sem sem preocupar muito com o futuro não o resultado seja tão eficiente.

Eu sou o Número Quatro, é uma bom começo de saga. Ficção juvenil, inteligente com ação, aventura e uma temática bastante diferente dos filmes produzidos para o mesmo público nos últimos anos. Só o fato de não se concentrar em triângulos amorosos, bullying e popularidade escolar já é um predicado e tanto! 

Uma opção de franquia para os expectadores de Potter, prestes a ficar órfãos com o lançamento do ultimo longa me junlho. Ou ainda um refresco, para aqueles que enjoaram, ou nunca aceitaram muito bem a onda do "crepusculismo".

Eu sou o Número Quatro (I Am Number Four)
EUA  - 2011 - 109 min.
Ação / Aventura / Ficção científica
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segunda-feira, 9 de maio de 2011

Thor

Até minha útilma sessão de cinema o único Thor que eu conhecia era o deus nórdico do trovão. Não é para menos, passei minha adolescência lendo livros de mitologia. Entretanto, a versão dos quadrinhos, aqui adaptada para o cinema não deixa nada a desejar a seu inspirador.

Chega de tanta lógica e ciência, nada de raios gama, ou roupas que te trasnformam em herói. Thor é um deus. É esse fator fantástico que torna este longa da Marvel diferente de seus antecessores. Outros mundos e magia dão um refresco do cenário realístico que os super-heróis defendiam até o momento. Felizmente! Ou sou apenas eu que já estava cansada do excesso de super-herois que estão pipocando nas telas. Com Lanerna Verde e Captão América ainda a caminho, é bom Thor trazer alguma novidade.

Thor (Chris Hemsworth) filho de Odin (Anthony Hopkins), soberano de Asgard, está prestes a receber o reino de seu pai quando seus inimigos quebram um acordo de paz. Ávido por exibir seu poder Thor desobedece seu pai tenta "dar uma lição" nos inimigos, e dá início a uma guerra. Como castigo tem seus poderes retirados, e é exilado na Terra. Aqui ele conhece a ciêntista Jane Fostes (Natalie Portman), que está quase compreendendo a existência de outros planos. Com a ajuda da moça precisa recuperar seu martelo e reaver seus poderes para impedir seu invejoso irmão caçula Loki (Tom Hiddleston) de tomar o poder.

Hemsworth é fraquinho (na atuação, já nos músculos...) verdade, mas ao menos no momento Thor não exige grandes cenas dramáticas. O trabalho pesado ficou mesmo com Hiddleston que provou-se digno de contracenar com ninguém menos que Hopkins. A dupla entrega as melhores cenas, com os conflitos shakesperianos que justificaram a presença de Keneth Bragnah, na direção.
Natalie Portman casada depois de dar vida ao Cisne Negro, não precisa fazer muito esforço para ser adoravel. Embora tenha sido pouco para justificar o amor repentino de Thor, mas vai saber como coração de Asgardiano funciona! Renê Russo e Stellan Skarsgård, fazem participações de luxo, provavelmente com a possibilidade de mais espaço em tela, nas sequencias, ou no longa dos Vingadores.

O enrredo entrega o que promete: nos apresenta Thor e seu universo. E nada a mais, chega até a ser muito simpes e sem grandes surpresas. Em compensação conhecemos deslumbrante Asgard, com prédios dourados e figurinos divinos (com perdão do trocadilho) e encontramo muita ação em Terra. Cheio de menções a outras franquias do universo Márvel prepara terreno para os Vingadores. Dificil, não relaxar e se divertir.

Não posso comentar sobre a fidelidade em relação aos quadrinhos, mas posso comentar que as divertidas soluções para trazer um deus mitológico para os tempos modernos, são divertidas e oportunas. Afinal todos os super-herois modernos são ecos ou referências de antigos heróis e deuses, certo? Thor admite isso de cara, adorei!

P.S.: Não saia da sala até o fim dos créditos.

Thor
EUA - 2011 - 114 min.
Aventura / Épico 

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segunda-feira, 2 de maio de 2011

Pensando por escrito...

Já que alguém (ou muitas pessoas), twittou que os blogs só vão falar sobre isso hoje, quem sou eu para remar contra a maré. Resolvi então relatar as coisas loucas e teorias de conspiração que passaram por minha mente durante este dia. Lembrando sempre, que nem de longe sou especialista nesses assuntos. Minhas conclusões são de uma mera espectadora desses dias contubardos.

Quando acordei esta manhã, e assiti a noticia da morte de Osama Bin Laden na Tv, pensei: 
- Como os americanos são burros! Deram a ele extamente o que queria. Afinal depois dos atentados de 11 de setembro, o que Bin Laden fez de relevante. Fez algumas aparições com ameaças de ataques, que nunca se concretizaram,  provavelmente o objetivo maior era afirmação de sua imagem de terror para uns e líder para outros. 

Não me entendam mal, é claro que eu não queria assistir a outro WTC. Mas a sensação que tive foi a de que o terrorista tinha dado sua missão por completa e estava apenas a espera das 700 virgens e os rios de leite do paraíso (com todo respeito aqueles que  acreditam nisso). Apenas ainda não tivera a oportunidade de deixar o palco como mártir (já vimos  em reportagens, ao longo do dia, aqueles que o vêem assim) e desfrutar dos prêmios da vida eterna por seus feitos.

Aí o dia foi passando, mais informações foram chegando.....

Primeiro as falsas fotos do cadaver de Osama, passando as 10h da manha em rede nacional! Não sei do que desconfio mais, da Globo exibir a foto de um cadáver no meio do programa da Ana Maria Braga, ou das alegações de falsidade. Deve ser tudo uma grande conspiração.

Falando em conspiração....

Morte sem corpo é? Tem como desconfiar mais?
As desculpas: respeitar as tradições da religião do terrorista, nas quais o corpo deve ser enterrado nas primeiras 24h. E o fato de que nenhum país aceitaria enterrar-lo em seu território. Até parece que os próprios americanos não gostariam, de usa-lo como exemplo. Pendurar sua cabeça (metaforicamente, claro) nos portões da Casa Branca, para avisar a quem interessar, que não se deve mexer com os sobrinhos do Tio Sam. Estranho.

Mais estranho ainda, o tiroteio em ocasião de sua captura. Não que não ocorram tiroteios nessas circunstâncias, mas que os estadunidenses percam a glória da captura, como ocorrera com Saddam Hussein. Capturado, julgado, condenado e executado com o máximo de atenção midiática possível. 

Faz pensar que talvez Bin Laden já estivesse morto a tempos, os estadunidenses por sua vez descobriram apenas agora. E armaram essa operação de procedimentos incomuns apenas para abocanhar a glória, e justificar a interminável caçada de 1 década. Faz, ou não sentido?

Nenhum vídeo ameaçador, ou rumor sobre Osama , era revelado a tempos. E os cidadãos estadunidenses ficariam decepcionados, após tantos dólares e vidas gastos em suas buscas, se fosse divulgado: Bin Laden morreu de velho! Ainda tem o agravante de Obama, precisar de um "up" em sua campanha de re-eleição iniciada a algumas semanas.

E a população...#vergonha alheia

Pior de tudo foi a comemoração madrugada a dentro, pela morte de alguém. Tudo bem celebrar, o fim de uma fase ruim, relembrar as perdas, mas comemorar como fim de copa do mundo (Brasil 5 x 0 Argentina), a morte de alguém, por pior que ela seja, realmente me incomoda. Imagino, se vão se arrepender, ou envergonhar, mais tarde. Especialmente quando começarem aparecer as conseqüências desse "dia histórico".

O jeito é esperar para ver. E você? O que acha? 

P.S.: Se achar que falei besteira, ou viajei na maionese, provavelmente está certo. Mas eu estava afim então: pronto falei!
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