quinta-feira, 31 de março de 2011

Vovó...Zona 3 - Tal Pai, Tal Filho

Martin Laurence já foi um Bad Boy, mas atualmente anda com a carreira em baixa. Por isso aceitou vestir pela terceira vez o enchimento da Vovózona. O Agente do FBI, Malcolm Turner (Lawrence) precisa proteger o filho Trent (Brandon T. Jackson, o bode protetor de Percy Jackson e o Ladrão de Raios), que testemunhou um assassinato, e ao mesmo tempo encontrar um pen drive com informações que podem levar os bandidos para a cadeia. Pai e filho se infiltram em uma escola de artes para mulheres. Devidamente caracterizados, Vovózona ganha uma sobrinha neta Charmaine.

Enquanto Vovozona se encarrega inutilmente do trabalho policial, Charmeine/Trent, aproveita para azarar as moças. O rapaz acaba descobrindo informações importantes, além de se apaixonar por uma moça e com a boa influência dela resolve dar um rumo a sua vida.

Se está imaginando que o filme é mais do mesmo. Acertou em cheio! Piadas previsíveis quanto a aparência, peso, ou o fato de não ser mulher exaustivamente explorados nos dois longas anteriores estão lá. Agora com a inclusão do impulso da juventude uma vez que Trent, não perde a chance com um rabo de saia.

A novidade aqui (se é que podemos chamar assim), é a adição do romance adolescente, da música e do conflito entre pai e filho. Trent quer ser rapper, e Malcolm quer o rapaz faça faculdade. Mas nenhum dos temas vai muito longe, muito menos foge do tradicional.

Tão previsível quanto sem graça, se portaria bem como uma sessão da tarde, mas não explica a sala lotada. E antes que me condenem - ela está falando mal mas pagou o ingresso - foi a total falta de opção entre os filmes em cartaz que me levou à sala do lonfa de Martin Laurence. Era Vovozona 3 ou Justin Bieber 3D. Acha que escolhi mal?

Vovó...Zona 3 - Tal Pai, Tal Filho (Like Son Big Mommas: Like Father,Like Son)
EUA - 2011 - 107
Comédia
Leia Mais ››

segunda-feira, 28 de março de 2011

Glee mirins!

Dando um tempo na overdose cinematográfica das ultimas semanas, e ainda sim correndo o risco de meus fieis leitores (e também os leitores ocasionais), acharem que sou uma pessoa de interesses limitados, vou passar das telonas para a telinha!

Só para lembrar a divertida cena que deve ir ao ar essa semana em Glee na Fox!

No episódio em questão o professor Shuester fica doente. Delirando de febre enxerga seus alunos do clube do coral um pouco mais jovens. Confira!

(clique para ampliar)

(clique para ampliar)
Curioso é ver o vara pau do fim ser o menorzinho da trupe, menor até que a Rachel, que por sua vez não cresceu muito desde então!

Com Will fora da jogada o episódio A Substituta coloca Gwyneth Paltrow como temporária lecionando espanhol e encarregada do clube do coral. A atriz se divertiu tanto que seu retorno a série já está programado.

Para completar o coreto, o prof. Shuester costuma assistir Cantando na Chuva, quando está doente. Ganha um doce quem adivinhar a trilha sonora deste episódio!



Glee vai ao ar, as quartas-feiras as 22h na Fox.
Leia Mais ››

quinta-feira, 24 de março de 2011

Esposa de Mentirinha

Dany (Adam Sandler), teve a maior decepção de sua vida no dia de seu casamento, ao descobrir que sua noiva amava seu dinheiro, e não a ele. Mas nem tudo foi perdido! Ao fugir do casamento direto para um bar ele descobriu a melhor cantada do mundo. Com aliança no dedo ele conta para as mulheres que é maltratado pela esposa. Elas reagem com extinto materno e resolvem consolar a pobre criatura. E o relacionamento não passa de uma noite, afinal ele é casado.

Tudo vai muito bem para, bem sucedido cirurgião plástico até que ele conhece a garota de seus sonhos em uma festa. Palmer (Brooklyn Decker) é jovem, bonita e inteligente. Contudo, na noite em questão a aliança estava em seu bolso, ao descobri-la a moça acredita ter sido enganada por um homem casado. Dany então inventa uma futura ex-esposa para encobrir sua canalhice. Convence sua fiel secretária, Katherine (Jennifer Aniston), a ser sua Esposa de mentirinha.

Como toda mentira se comporta como uma bola de neve, a história cresce e envolve os filhos de Katherine e até um primo de Danny. Todos devidamente convencidos pelo cartão de crédito do médico . Como se não fosse o suficiente, a mentira evolui para férias em família no Havai. 

Se você deduziu os rumos da história a partir daqui, você provavelmente acertou. O longa é previsível, mas a essa altura quem decide ver um filme com Sandler (sempre o coitadinho equivocado) e Aniston (a eterna gata borralheira), espera por isso. 

Mais "familia" que a maioria dos filmes de Sandler as piadas escatológicas dão um tempo. E aquelas que te surpreendem são poucas. Os furos na trama estão lá. Como o fato de a personagem de Jeniffer começar interpretando uma esposa-má-de mentinha, e terminar como uma pessoa legal. Ou da conta bancária de Sandler ser maior que o PIB dos Estados Unidos. Só assim para pagar tudo o que seus parentes de mentirinha exigem.

O que surpreende é a atuação das crianças. Com timming perfeito, muitas vezes melhores que o dos adultos e cara de fofos, fica difícil não achar graça do mini mafioso Michael (Griffin Gluck), culpado pela viagem para o Havaí. E da ótima Maggie (Bailee Madison, a irmã caçula de Ponte Para Terabítia), uma aspirante a atriz, com língua afiada, que gosta de exercitar seu sotaque britânico.

Participação especial de Nicole Kidman, como Devlin Adams, arqui-inimiga dos tempos de faculdade da personagem de Jennifer. Comédia não é o forte de Kidman, que ao menos parece estar se divertido, com a caricata mulher perfeita.

Mas tudo bem, afinal sabíamos onde nos mentíamos quando entramos na sala escura. Esposa de Mentirinha é um filme para quem não quer, e nem precisa, ser engajado e lógico todo o tempo. Quando se aceita isso a diversão começa!

Esposa de Mentirinha (Just Go With It)
EUA - 2011 - 117 min.
Comédia / Romance
Leia Mais ››

segunda-feira, 21 de março de 2011

Rango

O argumento é sem dúvida promissor: levar o velho-oeste para a animação infantil. E porque não? Já tivemos, romances, dramas, musicais e até tragédias (vide Gnomeu e Julietta), adaptados para os pequenos como animais, bonecos ou similares. Já era a hora de alguém tentar apresentar o western à petizada.

Rango (Johnny Depp) cai do carro durante a mudança em meio ao velho-oeste. Acostumado às mordomias de um animal de estimação, e acreditando que é um ator ele resolve incorporar o personagem. Bancando o caubói machão errante, coloca banca na pequena cidade de poeira, por um golpe de sorte se torna o xerife, e precisa descobrir o mistério da falta de àgua na cidade.

Logo de cara causa estranheza. Afinal seus personagens são lagartos, e outros animais do deserto nada agradáveis aos olhos mas perfeitos à adaptação. Entretanto mesmo um bom argumento, com o design e tecnologia perfeitos podem desandar.

Tentando ser "um roteiro inteligente", o longa exagera em metáforas e referências. Com direito a cena de descoberta onírica, e tudo! Se o visual, nada fofo afasta as meninas a narrativa rebuscada afugenta os meninos. A não ser que você o tenha criado a muito bang-bang.

Mas aí você deve estar pensando: Nem toda animação é feita para crianças, Rango deve ser uma delas! - Verdade, mas não é o caso. Para os adultos o excesso de metáforas e referências torna a narrativa arrastada e cansativa. Mesmo porque, é um bang-bang tradicional, os mais velhos sabem onde o longa vai chegar. As firulas na tela apenas tornam tudo mais demorado e exaustivo.

Outro problema de Rango, veio antes mesmo do filme estrear: a expectativa. O nome de Johnny Deep no título somado a frase "dos produtores de Piratas do Caribe", e ao trailer que reuné as únicas cenas realmente boas do longa, geraram uma expectativa sem tamanho. Quando se vai ao cinema esperando demais, é comum sair decepcionado.

Eu confesso! Fui assistir Rango atraída pelo nome de Johnny Deep no elenco. O que é no mínimo insano, uma vez que os cinemas brasileiros só exibem cópias dubladas, e elas nem mesmo utilizam o dublador habitual do ator (é, eu presto atenção as vozes). Erro meu. Talvez tivesse aproveitado mais se esperasse o DVD com audio original.


Rango
EUA - 2010 - 107 minutos
Animação / Faroeste
Leia Mais ››

quinta-feira, 17 de março de 2011

Gnomeu e Julieta

William Shakespeare deve estar se revirando no túmulo! Foi o que veio imediatamente a minha mente ao ver pela primeira vez o cartaz de Gnomeu e Julieta. Felizmente eu não podia estar mais errada. A nova versã do amor impossível entre um Montéquio e uma Capuleto, é uma ótima iniciação para os pequenos, e não ofende em momento algum a inteligência dos mais velhos.

Sabe porque aquela senhora que vive no fim da sua rua tem um jardim mais bonito que o seu? Porque ela tem anões de jardim. E a exemplo dos brinquedos de Toy Story, quando não estamos olhando os anões ganham vida, e cuidam do jardim, é claro!

Vizinhos, a senhora Montéquio e o Sr. Capuleto se odeiam, e seus enfeites de jardim os acompanham. Em uma disputa eterna que não se sabem ao certo, quem, como ou quando começou.  Gnomeu, é um gnomo azul, e Julieta é da familia dos vermelhos. Quando ambos se encontram em quintal, neutro sem saber seus sobrenomes (ou melhor suas cores), se apaixonam. E o resto da história você conhece! Caso contrário, onde tem vivido nos últimos 400 anos?

Uma vez que é um filme para crianças, algumas adaptações são feitas. Os grandes duelos da trama, na animação, são corridas de cortadores de grama. As mortes de Teobaldo e Mercutio buscam saídas bem criativas para poupar os pequenos. Já o final trágico é mesmo abandonado, mas não antes de uma aula de literatura, onde Shakespeare em pessoa (ou melhor em estáuta), explica e defende seu final.

A trilha sonora reaviva a memória dos adultos, com sucessos de Elton John, produtor-executivo e responsável pela trilha sonora. Enquanto a dublagem original (que vamos poder conferir apenas em DVD), traz James McAvoy e  Emily Blunt  como protagonistas. Além de Michael Caine, Maggie Smith, Jason Statham e até Ozzy Osbourne.A versão brasileira traz tem Ingrid Guimarães como a ama/sapo de Julieta, e o casal Daniel de Oliveira e Vanessa Giácomo na pele (ou cerâmica dos pombinhos).

E por falar em cerâmica, os mais detalhistas vão adorar a riqueza dos detalhes dessa animação. Tudo muito bem feito, desde as marcas do tempo nos gnomos mais antigos até o som de cerâmica quando estes se movimentam ou se tocam. É tudo tão realista, que quando os personagens se arriscam em manobras mais radicais nos apavoramos - Ele vai quebrar! - esquecendo que em desenhos animados nem sempre as regras da física se apliquem.

Eu nunca gostei de anões de jardim. Suas figuras me parecem assustadoras em meios as plantas durante a noite. O fato de saber o que as estatuazinhas fazem  quando não estamos olhando ainda me preocupa, mesmo assim não pude deixar de me render a feliz surpresa que é Gnomeu e Julieta.

Gnomeu e Julieta (Gnomeo and Juliet)
EUA, Inglaterra - 84 min.
Animação / Comédia
Leia Mais ››

segunda-feira, 14 de março de 2011

O Ritual

Não se engane pelos cartazes tenebrosos e os trailers estilo exorcista, O Ritual não é um filme de terror. O que não significa que não seja um bom filme.

Michael Kovak um seminarista (Colin O'Donoghue) em dúvida quanto a sua vocação é enviado ao vaticano para participar de um curso de exorcismo. Lá, graças ao suas dúvidas, ganha aulas individuais com um dos poucos exorcistas em atividade Padre Lucas (Anthony Hopkins). Para completar a equipe, Angeline (Alice Braga) uma jornalista que está fazendo uma matéria sobre a escola de exorcismo passa a seguir o protagonista

Baseado no livro The Rite, de Matt Baglio um jornalista que conviveu os membros da instituição de ensino e decidiu relatar a experiência. Sim! Existe uma escola de exorcismo em pleno século XXI. Mas, antes que você pense em perseguições a epilépticos e pessoas com distúrbios mentais, os padres são treinados acima de tudo para distinguir doenças mentais de possessões demoníacas.


É aí, que está toda a tensão em torno de O Ritual. Na combinação de "baseado em fatos reais", com a ambientação realística, embora sombria, da trama. Sem cabeças girando, suco de ervilhas ou fumaça preta saindo da boca de possuídos, o longa pode decepcionar quem esperava por um filme de terror convencional. Entretanto, deve deixar mais que satisfeitos aqueles que se entregarem ao thriller psicológico. 

O mal, não está presente de forma pirotécnica, mas nos detalhes. Detalhes que podem definir o que é, ou não, real. O diabo é  inteligente, nada mais natural que a disputa entre o bem e o mal seja intelectual e não física.

Se ainda assim precisa de um motivo a mais para assistir a O Ritual, este está resumido em duas palavras: Anthony Hopkins. Inspirado como nunca, vai do humor ao surto sem pestanejar.No que parece ser sua atuação mais "a vontade" desde O Silêncio dos Inocentes. Competente Alice Braga, acompanha de forma eficiente assim com o resto do elenco. A única exceção é o protagonista Colin O'Donoghue, desconhecido e pouco expressivo, não convence em seu papel. O que não gera grandes danos, uma vez que o elenco de qualidade carrega, O'Donoghue e a trama com facilidade.

O Ritual, é um ótimo suspense mal vendido. Lançado ao público como mais um filme de terror, sub-gênero=exorcismo, esconde uma produção de relativa qualidade que representa bem o gênero (ou sub-gênero).


O Ritual (The Rite)
EUA - 2011 - 114 min.
Suspense
Leia Mais ››

quinta-feira, 10 de março de 2011

Bruna Surfistinha

Livremente baseado no livro O Doce Veneno do Escorpião, Bruna Surfistinha o filme pretende narrar a tragerória de Raquel Pacheco. Uma adolescente de classe média que aos 17 anos resolve fugir de casa e se tornar garota de programa. Eu disse pretende pois a fidelidade ao livro passa longe desta adaptação, infinitamente mais preocupada em dar a sua protagonista ares de heroína, do que seguir a história ao pé da letra.

Na vida real, Raquel era uma garota de classe média, alta que desfrutava dos privilégios dessa situação. Cleptomaníaca, usava sexo como forma de rebeldia. No filme Raquel (Débora Secco) sofre de bullying e de preconceito do irmão mais velho por ser adotada e tem baixa auto-estima. As únicas vezes em que rouba é perdoada pelo roteiro (por vingança ou atenção), e vê a fuga como forma de escapar da humilhação na escola. O que não responde o porque de fugir para um bordel, e não para qualquer outro lugar? Especialmente se tratando de uma menina desengonçada e tímida. É aí que a personalidade real de Raquel, que conduziu a escolha na vida real, faz falta. Na tentativa de diferenciar  bastante as fases da vida de Raquel, enquanto a torna uma heroína, o roteiro deixa de lado nuançes de uma mulher com personalidade marcante, que explicariam melhor seus atos.

Já no bordel, e atendendo por Bruna, a garota desabrocha, vira mulher e se destaca entre suas colegas de trabalho. Entretanto a grande virada acontece quando a moça decide compartilhar suas experiências em um blog. A página na rede, virou sensação nacional, e deu a Raquel, independência financeira, e o que a mocinha fragil do início do roteiro mais queria: popularidade!

Depois acompanhamos as conseqüências da fama repentina: auto-estima na estratosfera, narcisimo, irresponsabilidade e drogas. Muitas drogas, que levam ao fundo do poço a garota que fugiu de casa para não depender de ninguém, mas não percebe que depende dos clientes. A ponto de ser resgatada por um, com que, (a Raquel real) vive até hoje.

Débora Secco está convencida de que este é o papel de sua vida. A moça de entrega de corpo e alma, o primeiro deles literalmente, embora sua imagem marcada pelos personagens de novelas da globo, nunca nos deixe acreditar completamente nela. Não é a Bruna/Raquel, é a Débora interpretando a Bruna/Raquel. Ao menos o esforço da moça é valido. As boas atuações ficam a cargo da ótima Drica Moraes, dona do bordéu para onde raquel foge. E Cássio Gabus Mendes, o primeiro cliente da moça.

A maior preocupação é a equivocada censura do longa: 16 anos. E as ressalvas desta blogueira quanto a idade apropriada para ver Bruna Surfistinha passam longe das inúmeras cenas de sexo. Mesmo porque, para aguém dessa idade esse tipo de conteúdo não é inacessível.

O problema é a mensagem. Não sou puritana, e não quero fazer juízo de valor sobre as pessoas que escolheram (ou não tiveram escolha) a profissão mais antiga do mundo como meio de vida. Mas acho preocupante transformar em heroína alguém que escolheu essa vida, mesmo com dezenas de opções disponíveis. E depois mostrar o sucesso e glamour dessa escolha, para jovens ingênuos ou iludidos com o brilho da fama.

O longa é claramente vendido para adolescente, vide a narração do trailer "Ela nunca foi a garota mais popular da escola". Fico me perguntando, quantos adolescentes impopulares na escola vão sentar na sala escura, acompanhar a jornada de heroína de Bruna, e comprar a idéia? 

Bruna Surfistinha
Brasil - 2010 - 109 minutos
Drama
Leia Mais ››

segunda-feira, 7 de março de 2011

O Besouro Verde

Os posters de Besouro Verde são os mais feios que já vi. E até o presente momento não encontrei nenhum que trouxesse apenas o herói do título sozinho, em foco. O motivo da feiura, não sei explicar (deve ser mal gosto mesmo), mas a ausência de destaque para o herói mascarado até faz sentido.

Britt Reid (Seth Roge) é o filho bon-vivant do dono do maior jornal da cidade. Nascido em berço de ouro, tudo o que o rapaz quer é curtir. Quando o pai milionário morre ele não demonstra menor interesse pelo seu império jornalístico, estando mais interessado em beber um belo café pela manha. É aí que ele descobre que Kato (Jay Chou), o cara que faz o café perfeito da mansão e conserta os carros de seu pai, também é ótimo projetista de traquitanas, super-carros e mísseis, além de ser um mestre no kung-fu. O milionário então decide aproveitar as habilidades do novo amigo, e sua grana para se tornar um herói, que só para complicar mais um pouco vai agir disfarçado de vilão.

Para completar a equação ainda temos Lenore Case (Cameron Diaz), jornalista especializada em criminalística que acaba se tornando o cérebro da operação Besouro Verde. E Chudnofsky (Christoph Waltz, vencedor do oscar de melhor ator coadjuvante em 2010 por Bastardos Inglórios), um chefão do crime de meia idade e com problemas de identidade. Dois atores obviamente atraidos pelo diretor da produção Michel Gondry, diretor de filmes independentes e algumas vezes complicados de entender como Brilho eterno de uma mente sem lembranças... e Rebobine por favor.

Dois canos fumegantes!
Um humorista, uma estrela de hollywood, um astro pop anonimo do ocidente (do outro lado do glogo, Jay Chou é muito famoso!), um ganhador de Oscar, e um cineasta não convencional, em uma adaptação de um programa de rádio dos anos 1930, que teve uma fracassada temporada de TV nos anos 1960, antes de chegar aos quadrinhos. Tá surpreso de o projeto sair do papel? Você não é o único.

Incrívelmente a aventura convence, e até diverte especialmente se você não for muito exigente com o roteiro. Afinal, é um filme de herói as avessas escrito por um humorista. Apenas certifique-se de dar preferência à versão dublada, pois Jay Chou, o Kato, fala pouco inglês e aparentemente isso compromete bastante sua atuação. Quem disse que não existe vantagens na dublagem?
Coadjuvante de luxo:
vim escolher gravatas!

Excelente atuação mesmo, apenas a de Christoph Waltz, que depois de ganhar um prêmio da academia parece estar afim de se divertir e se entrega com vontade ao seu confuso vilão. Com problemas de identidade é persuadido por James Franco (em participação especial, rapidíssima logo no início do filme), a mudar de visual, e muda novamente quando mascaras verdes entram na moda.Tudo para aumentar o temor sobre seu nome, e até este ele muda. Não dá para não rir!

Fazendo juz ao estilo filme de herói, ainda tem explosões, traquitanas legais e muito kung-fu. Além de interesses amorosos e brigas entre parceiros. 

Explorando o sidekick!
Agora, caro leitor você deve estar se perguntado, porque faz sentido que o Besouro Verde não tenha mais destaque no cartaz?  Observação que fiz ainda no primeiro parágrafo. Britt, nunca se esforçou para aprender nada, não é um gênio, apenas tem muita grana e entusiasmo. O que deixa a maior parte do trabalho para os outros. As decisões sobre que caminho seguir, vem de Lenora, gênio do crime. E o trabalho pesado fica seu parceiro, que além inventar, montar, consertar e manter todos os equipamentos é uma maquina de kung-fu com direito à visão especial. Triste é que o rapaz nem ganha um codinome. 

O Besouro Verde (The Green Hornet)
EUA - 2011- 119 min
Ação / Comédia
Leia Mais ››

quinta-feira, 3 de março de 2011

Escrevendo por aí!

Adoro escrever! Mas isso vocês já devem ter percebido, afinal é pré-requisito para manter um bom  blog. Pois este ano vou intensificar ainda mais a minha rotina na frente do PC e escrever pela internet a fora. Quer saber onde?

Olha que luxo! Agora sou colunista. Isso mesmo, toda semana escrevo dois artigos para a agência Pub & Comunic. Procure na área de diversão a coluna, CineTv (eu não podia escrever sobre outra coisa, não é!). E depois que ler, votar 5 estrelas e comentar (será que estou sendo exigente demais?), pode passear pelo site e vai encontrar noticias, e colunas sobre os mais variados assuntos. Variados, mesmo tê até coluna sobre tradições japonesas. Vale a pena conferir!
Pub & Comunic - (http://pubecomunic.com/)


A menos, que seja novato por aqui o DVD, Sofá e Pipoca, você já conhece. O projeto para formar cinéfilas melhores, em que me engajei com duas colegas blogueiras/cinéfilas continua a melhorar nossa cinefilia este ano. Depois de cumprirmos com sucesso a lista de filmes do Almanaque do Cinema Omelete, ampliamos nossos horizontes. Agora nossos meses são temáticos, e até você,  caro leitor, pode nos ajudar na escolha de filmes e temas. Dê uma passadinha por lá, e nos ajude a nos tornar cinéfilas de qualidade.
DVD, Sofá e Pipoca - (http://dvdsofaepipoca.blogspot.com/)


Se ainda assim você não tiver enjoado do meu texto, ou estiver curioso sobre o que fiz até aqui pode visitar meu Portfólio on-line. Lá tem trabalho gráficos, videos e textos desde os tempos da faculdade.
Portfólio on-line - (http://portfoliofabianebastos.blogspot.com/)

Viu como ando atarefada? Portanto não se espante se de vez em quando (ou em sempre), a coisa por aqui ficar um pouquinho bagunçada. 

Até o próximo texto! (isso é se você conseguir descobrir em qual dos endereços acima ele será publicado)
Leia Mais ››
 
Copyright © 2014 Ah! E por falar nisso... • All Rights Reserved.
Template Design by BTDesigner • Powered by Blogger
back to top