segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

O Turista

Dica para assistir O Turista: não leve muito a sério. Se você curte Johnny Depp e/ou Angelina Jolie vai gostar com certeza. Mas, se entrou na sala à procura de um grande thriller de espionagem...

Não que o filme seja ruim, mas o gênero está tão batido que o longa tem que ser muito original para realmente surpreender, ou mesmo empolgar. Remake (olha falta de originalidade aí!) de Anthony Zimmer - A Caçada, filme francês de 2005, O Turista é um filme comum de espionagem, cheio de ação, e com algumas previsíveis reviravoltas.

Frank Tupelo é um fugitivo procurado por lavagem de dinheiro. Depois de muitas cirurgia plastica seu rosto tornou-se uma incógnita dificultando o trabalho dos policiais, em vêem em sua esposa Elise (Angelina Jolie) a única chace de captura-lo. Seguindo as ordens de Frank, Elise pega um trem para Veneza escolhendo um turista qualquer (Johnny Depp) para servir de isca para os policiais. A partir daí assistimos a estranha relação entre o pacato turista, um professor de matemática e a moça enquanto ambos são perseguidos, por bandidos e mocinhos.

Depois de tantos personagens estranhos ao lado de Tim Burton, Depp aparentemente desaprendeu como interpretar "caras normais", seu comum professor de matemática é cheio de caretas e corre igualzinho a Jack Sparrow. Já Jolie adota um sotaque britânico forçado. Ambos atuando no "automático", não entregam performances à altura de seus sobrenomes. Talvez por que o longa em si não exija tanto assim. 

As cenas de ação satisfatórias, perseguições de barco, tiroteiros fugas por telhados (porque todo filme em Veneza tem uma fuga sobre telhados?). E por falar em Veneza, a cidade dá um charme a fotografia do filme, e os figurinos não ficam atrás. Afinal, quantos vestidos de festa continuam bonitos depois de cenas de ação? Finalizando a fórmula pronta, Paul Bettany e Timolthy Dalton se esforçam em pontas de luxo em um filme cujo único pecado é se levar a sério demais. 

O Turista (The Tourist)
EUA - 2010 - 103 minutos
Ação, Drama, Suspense
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terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Incontrolável

Um veículo em alta velocidade, e com carga que pode causar uma enorme explosão circula por áreas habitadas colocando em risco a vida de centenas de pessoas. Não, não estou falando de Velocidade Máxima, (com Keanu Reeves e Sandra Bullock), muito menos de sua nem tão brilhante sequencia. Em Incontrolável o veiculo é um trem gigantesco que vai medir forças com Denzel Washington.


Inspirado por um incidente real de 2001, Incontrolável começa com uma simples falha humana, que coloca um trem cheio de combustível explosivo em curso, na velocidade máxima e sem maquinista. A locomotiva ameaça dezenas de cidades em seu caminho, enquanto decisões erradas dos executivos da empresa apenas agravam a situação, que se aproxima cada vez mais de um catastrófico descarrilamento em uma área urbana.

Frank Barnes (Densel Washington), um funcionário descontente com sua aposentadoria forçada e obrigado a treinar um dos jovens para quem os veteranos estão perdendo as vagas, resolve colocar seu conhecimentos sobre o funcionamento da ferrovia em prática para evitar o acidente. Contrariando as ordens de seus superiores e mostrando que a experiência é muito mais valiosa que a juventude e as estatísticas e planejamentos de quem só conhece o trabalho por trás de uma mesa.

Will Colson (Chris Pine, o novo Capitão Kirk), é o jovem a ser treinado e cheio problemas em casa. Enquanto Rosario Dawson segura as pontas como a controladora de tráfego, e "ponte entre executivos e trabalhadores" Connie Hooper.

O foco do longa está todo voltado em parar o gigantesco trem, nos mostrando as diversas opções possíveis, muitas delas erradas, e outras certas mas que só seriam notadas tarde demais, ou por quem está de fora da situação. Mesmo assim ainda sobra tempo para os heróis enfrentarem seus problemas pessoais, e exorcizarem seus demônios durante a trágedía. E segundo as regras do cinema, nada funciona tão bem quanto uma catástrofe para solucionar problemas, reunir famílias, ampliar horizontes e perspectivas.

Não exige grandes atuações, embora eu tenha a sensação que Denzel represente sempre o mesmo personagem, portanto não há dificuldades para ele. Enquanto seus coadjuvantes de luxo, Pine e Dawson, não precisam se esforçar tanto para nos fazer acreditar que trabalham na ferrovia. Mas não importa, pois quem vai ao cinema ver este tipo de filme não busca atuações inspiradas e sim adrenalina constate, e nisso o longa de Tony Scott, (que trabalhou com Denzel em outros 4 longas) é mais que eficiente.

Em movimento todo o tempo, sempre há um novo obstáculo a ser superado ou uma nova decisão equivocada para agravar a situação, colocando os personagens, e espectadores em constante alerta. Uma tensão pela qual curtimos passar, pois de alguma forma sabemos que o dia será salvo a tempo. Talvez role um pouco de culpa, por nos entretermos com a desgraça alheia, quando lembramos que o longa foi inspirado em um incidente real, mas a sensação não vai muito além dos créditos.

Incontrolável (Unstoppable)
EUA - 2010 - 98 minutos
Ação
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quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

As Viagens de Gulliver

Baseado no livro homônimo de Jonathan Swift, As Viagens de Guliver atualiza a história do náufrago que se encontra em uma ilha cheia de pequenos humanos. Guliver (Jack Black), é o responsável pelo correio de um grande jornal, que segue sua vida de preguiça e video-games, e sem coragem para falar com a moça que gosta, a mais de uma década. Quando um novato almofadinha é promovido e se trona seu chefe, ele percebe que precisa mudar de vida. Mas, ao tentar chamar a editoras de viagem Darcy (Amanda Peet) para sair, entra em pânico e acaba se apresentando como ecristor e viajante profissional, e se candidatando a escrever uma matéria que promete desvendar o segredo do Triângulo das Bermudas.

Apanhado por uma tempestade, aporta em Liliput, uma ilha de pessoas muito pequena que vivê em uma monarquia com um rigido sistema de classes. Inicialmente confundido com uma fera, é elevado ao estatus de "grande protetor", e cercado por regalias após salvar o rei de um incêncio. Além de aproveitar seus mimos, ele também tenta ajudar o câmponês Horatio (Jason Segel) a conquistar, e merecer, a Princesa Mary (Emily Blunt), para desespero do comandante almofadinha noivo da moça.

Se um nerd fosse dono do mundo ele provavelmente se pareceria com Liliput pós-Guliver de Jack Black. Lá ele não é apenas amigo do rei, mas considerado o cara mais legal do mundo e todos fazem de tudo para agrada-lo. Entre as diversas regalias proporcionadas pelos liliputianos ao personagem de Black, està uma versão da Times Square cheia de outdors de musicais da Brodway, filmes como Wolverine, marcas como Clavin Klein e até da série Glee, tudo devidamente alterado para incluir Guliver como estrela maior. 

Uma casa à beira mar, com homer-theater (ênfase na parte do Theater), onde ele pode contar aos moradores da ilha sua história, desde a descoberta de ser filho do Darth Vader, até quando morreu no naufrágio do Titanic. Enquanto espera que os pequenos construtores consertem seu barco para que ele possa voltar para casa, reassumir seu posto de "Presidente Incrível" e dar descanso ao vice-presidente Yoda. Guliver em troca, apresenta moda e (boa) música moderna, aos pequenos. É claro todas composições dele!

Toda a graça de Guliver está toda aí, nas referências e na boa música. Embora o elenco se esforce o longa não alcança todo o potencial que a história oferece. Black diverte, e se diverte, ao mesmo tempo em um papel já familiar para ele, o de fracassado que abusa da única chance que teve. Mas é Emily Blunt que se destaca, dando vida a uma princesa que oscila de mocinha indefesa à garota moderna e rebelde, ambas muito engraçadas!

Nem mesmo o ensaio de comédia romântica que a aventura faz após a descoberta de Liliput, anima o roteiro que poderia ser melhor explorado. O 3D é fraco e altamente dispensavel. Até diverte, mas ao final dos 93 minutos de projeção deixa um gostinho de "ué? é só isso?". Uma pena, a premissa é boa e o elenco estava motivado, poderia render muito!

As Viagens de Gulliver (Gulliver's Travel)
EUA - 2010 - 93 min.
Comédia
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Entrando numa fria maior ainda com a família

Já faz quase uma década desde que Gaylord "Greg" Focker (traduzido como fornica na legenda e Pinto na dublagem) e Jack Byrnes se conheceram. Duas aventuras e alguns membros a mais na familia depois e eles aparentemente ainda não se acostumaram com a existência do outro, em Entrando numa fria maior ainda com a família.

Jack (Robert De Niro) está doente e percebe que precisa de um sucessor para dar continuidade ao legado Byrnes. Tendo perdido sua primeira opção, o agora não tão confiável, Dr. Bob, marido de sua filha mais velha e pai do bebê que Jack amamentava no segundo longa, o ex-agente da CIA deposita sua confiança em Greg (Ben Stiler). O enfermeiro aceita da bom-grado a tarefa, embora já esteja sobrecarregado com a reforma de sua casa, o aniversário dos gêmeos e sua posterior entrada em uma escola particular muito cara. Como solução ele aceita um trabalho extra proposto por Andi Garcia (Jéssica Alba, se divertindo), que leva Jack a suspeita de adultério. E uma nova tentativa de colocar sua filha Pam (Teri Polo), no caminho correto, ou seja nos braços do ricaço/genrro perfeito Kevin Rawley (Owen Wilson).


É verdade, piadas de vômito e do Poderoso Chefão estão mais batidas que milk-shake de morango. Mesmo assim, nos divertimos, muito mais pelos personagens a quem nos apegamos em dois longas, e pelos atores que parecem se divertir ao interpreta-los, que pelas situações cômicas forçadas. Investigar alguém via Google? É serio? Um ex-agente da CIA não conhecia o Google?


Dustin Hoffman e Barbra Streisand (vovô e vovó Focker), aparecem como coadjuvantes de luxo acrescentado nada além de suas "personas cinematográficas" à história. Jéssica Alba interpreta uma jovem animada, ao ponto de ser irritante, e bastante sem noção. Claramente se divertindo com o papel, como uma garotinha no parque.

Em uma rara ocasião em que o título nacional é mais adequado que o original, Little Fockers (pequenos Fockers, na tradução literal), o longa deixa meio de lado os gêmeos. Embora o título sugerisse uma história focada neles. O único problema no título brasileiro é que, caso haja mais sequências, ele provavelmente não caberá no cartaz, uma vez que eles apenas acrescentam mais palavras ao original: Entrando numa fria / maior ainda / com a família ...

Um longa desnecessário? Sem dúvida! Mesmo assim, é muito divertido. Ei! Não me condenem, não dá para ser inteligente e engajado o tempo todo né!

Entrando numa fria maior ainda com a família (Little Fockers)
EUA - 2010 - 98 min
Comédia
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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Coiote vs Papa-Léguas

É sempre a mesma coisa, o faminto Coiote adquire um produto ACME para ajudar em sua caçada do veloz Papa-Léguas. Depois da montagem de uma traquitana complicada e da interminável espera até que a presa apareça o predador sempre se dá mal. Defeitos ACME, a gravidade ou sua própria estupidez são os maiores inimigos do Coiote. Enquanto o Papa-Léguas parece alheio a toda movimentação ao seu redor, e algumas vezes não fosse por seu característico Bip-Bip, poderia ser confundido com um pé-de-vento.

Alguém aí, consegue explicar porque, mesmo com a repetição constante, nunca enjoamos disso? Enquanto ninguém descobre este mistério, vamos curtir mais um pouco. Este vídeo caprichado da Apache Pictures substitui os protagonistas animais por versões humanas, sem faltar com respeito às normas do mundo dos desenhos.



Chuck Jones, criador do desenho publicou os 10 mandamentos do desenho do Papa-Léguas, em seu livro Chuck Amuck, de 1989. Entretanto o animador Michael Maltese afirma nunca ter ouvido essas regras antes, o que talvez explique algumas violações.

Os 10 mandamentos do desenho do Papa-Léguas

  1. O Papa-Léguas não pode sacanear o Coiote; ele só deve correr e fazer “beep-beep” (porém, há dois episódios em que o Papa-Léguas dirigindo um ônibus atropela o Coiote).
  2. O Coiote não pode ser afetado por nenhuma força externa: seu fracasso deve advir unicamente do uso de produtos Acme ou de sua própria estupidez. (uma vez violada por um trovão)
  3. Wile E. Coyote poderia acabar com sua caçada a qualquer momento – não fosse ele um fanático. Entretanto, ele jamais desistirá, já que está sempre certo de que sua próxima tentativa será bem sucedida.
  4. Está vetado qualquer diálogo, com exceção de “beep-beep!”, além das placas do Coiote. (porém em um curta o Coiote grita de dor e ri)
  5. O Papa-Léguas nunca deve deixar a estrada. (Violada ocasionalmente)
  6. Toda a ação deve se passar no habitat dos dois personagens: o deserto americano. (Violada uma vez, com constelações de Papa-Léguas e Coiote no céu)
  7. Todas as ferramentas, armas e outros artefatos devem ser de origem Acme.
  8. Sempre que possível, fazer da gravidade o pior inimigo do Coiote.
  9. O Coiote sempre sai mais humilhado do que ferido de suas armações.
  10. O público, no final das contas, é solidário ao Coiote.
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segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Enrolados

Logo após seu conturbado e quase miraculoso nascimento Rapunzel é sequestrada do reino de seus pais. Muitos anos se passaram sem nenhuma pista do paradeiro da princesa, mesmo assim todos os anos seus pais a homenageiam soltando lanternas luminosas aos céus.

Flynn Rider (Zacary Levi, o Chuck, na versão brasileira o escolhido foi Luciano Huck provavelmente por causa de uma piada nasal recorrente no longa)  é um habilidoso ladrão, que roubou a tiara da princesa desaparecida. Em sua fuga acaba se abrigando em uma torre sem escadas e nocauteado por uma jovem de longos, muito longos, cabelos loiros e sua frigideira. Preso e com a tiara em poder da moça, Flynn aceita um acordo: levar Rapunzel (Mandy Moore) para ver as lanternas luminosas e devolve-la em segurança à sua torre em troca da jóia real. Tudo em um prazo de 3 dias enquanto a super-protetora "mãe" da moça (Donna Murphy) está fora da cidade.

A aventura começa aí! A dupla tem de enfrentar bandidos da estrada, os ex-parceiros de crime de Flynn, guardas do reino e a suposta mãe da moça que,é claro, volta para casa antes da hora. Em meio a toda confusão, Rapunzel descobre o mundo, Flynn um novo jeito de levar a vida, e juntos o amor. Afinal ainda é um filme de princesa Disney.

O 50º longa animado do estúdio do camundongo, apresenta mais uma princesa a lucrativa franquia real, ao mesmo tempo que tenta agradar os meninos (por isso a ausência de referência à princesas no título). Enrolados eito em  computação gráfica, ainda traz o estilo dos clássicos Disney, que inclui muita cantoria, belos cenários, e coadjuvantes divertidíssimos, como o cavalo heróico Max, e o camaleão único companheiro de Rapunzel na torre.

Entretanto as princesas mudaram, e bem diferente de suas colegas como Branca de Neve e Cinderela, Rapunzel se defende muito bem sozinha, chegando a salvar seu "não/príncipe" em várias situações. O resultado é muito mais ação e aventura. 

O único problema é se distrair durante a belíssima cena das lanternas luminosas, pensando que soltar balões é proibido e que no mundo real as lanternas poderiam causar queimadas e outros acidentes. Essa é a beleza dos contos de fadas, mundo onde garotas podem ter metros e metros de cabelo, sem economizar no condicionador, e onde coisas perigosamente belas podem ser feitas sem grandes danos, só pela magia!

Enrolados (Tangled)
EUA - 2010 - 100min
Animação
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sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Princesas decaídas: Rapunzel

Finalizando a série Princesas decaidas, Rapunzel mostra onde estaria nos dias de hoje. Admito, esta imagem não é tão divertida quanto as de suas colegas da realeza. Na verdade é uma imagem bastante triste. Fazer o que?! O autor desconhecido (sabe quem é? É você? Me conte!) não podia acertar todas!

Para a moça de enorme cabelos, foi reservado o pior dos finais infelizes

  • Acreditem ou não, o fato desta imagem ser publicada no mesmo dia que estréia no Brasil Enrolados (a versão Disney da história de Rapunzel), é mera coincidência!

Outras princesas no mundo real
Cinderela
Chapéuzinho Vermelho
Branca de Neve
Jasmin
Bela (a da Fera)
Bela Adormecida
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quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Muita Calma Nessa Hora

É sério! Precisa de muita calma mesmo para assistir a mais esta comédia nacional. Especialmente se você espera que o filme chegue em algum lugar. 

Depois flagrar o noivo com outra às vésperas do casamento, Tita (Andréia Horta) surta e resolve aproveitar a casa reservada para a lua de mel ao lado das amigas, Aninha (Fernanda Souza) Mari (Gianne Albertoni). No caminho dão carona à riponga Estrela (Débora Lamm), que está a procura do pai que nunca conheceu.

Pronto. É apenas disso que se trata o filme de Felipe Joffily: férias divertidas em Búzios (Buzios? Mesmo? Com tanto lugar no mundo!). A idéia é mostrar as idéias anseios e aspirações dos jovens, na língua deles. E o que o jovens querem? Praia, festa, curtição, amigos e só. Preocupante, não? 

É o retrato de uma geração. Jovens de classe média alta cujo único objetivo na vida é se divertir. Embora as personagens enfrentem a temporada na práia como "as férias que vão mudar minha vida", não terminam muito longe de onde começaram.
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Exceção a regra, a personagem de Débora Lamm, uma típica hippie com samambaia a tira-colo e cheia de frases feitas, saídas de musicas conhecidas (mais caricato impossível), tem um objetivo: conhecer o pai. Entretanto o grande mistério é logo desvendado, e a pouca graça que a trama tinha desaparece de vez.


Mais o pior ainda está por vir. Se você resolveu encarar a sala escura incentivado pelos vários nomes conhecidos da TV presentes no poster aí em cima, esteja preparado. Nomes como, Lúcio Mauro Filho,  Ellen Roche, Sérgio Mallandro, Bruno Mazzeo e Leandro Hassum e Marcos Mion, fazem apenas participações especiais, muitos no estilo, "uma ceninha só para dizer que apareci!".


Entre os com um pouco mais de destaque encontramos Nelson Freitas como um argentino, Marcelo Adnet é  um playboyzinho fanático por computadores e Maria Clara Gueiros uma doméstica puritana horrorizada com o comportamento das jovens. O divertido  Luiz Miranda  da vida a uma Drag Queen vendedora de drinks e Lúcio Mário Filho pedindo toda hora - Toca Chiclete, aí!.


Ideologia? Não querem, mas precisam desesperadamente de uma para viver.  E aí, quem sabe, realmente ter um fim de semana que mude tudo. Enquanto isso, os jovens de Muita Calma Nessa Hora, se deslumbram com a liberdade de uma vida fácil, muito sexo, drogas e rock and roll (quando é que vão tocar Chiclete?!).

Se você é do tipo que adorava malhação, e só parou de assistir porque não tem mais idade, vai adorar. Se não, aproveite a sugestão do título e tenha muita calma na hora de acompanhar os amigos na seção.

Muita Calma Nessa Hora
Brasil  - 2010 - 92 minutos
Comédia
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segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Em Dezembro no DVD, Sofá e Pipoca


Acabou a festa! Inacreditávelmente, cumprimos nosso cronograma (quase) direitinho, e este mês nos despedimos da lista de 50 filmes do Almanaque do Cinema Omelete. Um faroeste, uma comédia famíliar, um drama japonês e uma ficção científica espacial encerraram o desafio (dava para ser mais eclético?). Além do acerto de contas, finalmente assistimos os filmes que ficaram para trás, e ainda desejamos um 2011 cinematográfico com uma retrospectiva. Ufa!

E não acabou ainda! 2011 começa com um balanço do projeto e continua com muitas novidades. DVD, Sofá e Pipoca, um projeto para formar cinéfilas melhores!






2001: Uma Odisséia no Espaço
Quer que desenhe?
Viagem no tempo e no espaço
2001: versão estendida!?
Filme para pensar (e muito!)
Que viagem!
Tim Burton desvenda o enigma de Kubrick
Curiosidades da Odisséia

Zerando a lista - os filmes que não conseguimos ver a tempo!
De tirar o chapéu - Cidadão Kane
Segunda chance - Terra em Transe
Avacalha e se esculhamba! - O Bandido da Luz Vermelha
Impassível, nunca! - O Nascimento de Uma Nação
Se não aguenta, bebe leite... - Os Imperdoáveis


3 blogueiras, 1 desafio: 50 filmes clássicos a serem vistos e comentados durante um ano. Será que dão conta? DVD, sofá e pipoca, um projeto para formar cinéfilas melhores!




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