sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011

Neste último post de 2010, nada de listas, memes ou retrospectivas (Ei! Essa ultima nunca fiz!). Vou apenas pegar carona nas comemorações de outro blog do qual participo, o DVD, Sofá e Pipoca, e publicar aqui um vídeo que relembra todos os clássicos que vimos esse ano.

Você reconhece todos? Tenho orgulho de dizer: eu consigo!

Feliz 2011!
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quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Princesas decaídas: Cinderela

Vida de princesa não é fácil! Antes ela tinha uma casa para arrumar, comida para fazer, roupas para cozer. Mesmo com a ajuda de ratinhos e passarinhos era muito trabalho, sua vida tinha um objetivo: servir! Agora casada, cheia de criados para fazer o trabalho por ela e com animais que podem trazer doenças banidos do castelo, e o cartão de crédito estourado em uma loja de sapatos, a mais famosa das princesas passa seus dias afogando as mágoas!

Preciso de um hobbie!

  • E o príncipe, por onde anda? Minhas "irmonstras" ao menos me ditraíam. Ele vive reclamando de meu vício em sapatos!


Outras princesas no mundo real
Chapéuzinho Vermelho
Branca de Neve
Jasmin
Bela (a da Fera)
Bela Adormecida

Imagem encontrada à deriva na rede, autor desconhecido. É você? Sabe quem as fez? Me conte!
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Tron - O Legado

No ano de 1982, Tron - Uma Odisséia Eletrônica, foi o primeiro longa a usar computação gráfica em larga escala, para tornar real o mundo dentro dos computadores. E apesar de inovar a sétima arte atualmente é desconhecido do grande público.

Atualmente o uso de computação gráfica em longas, não apenas deixou de ser novidade, como chegou a um nível de realismo interminável para os espectadores de 1982. O cinema está passando por uma onda de "remakes" oitentistas, logo o cenário é mais perfeito para reinventar Tron.

Tron - O Legado, começa sete anos após aventura original, Kevin Flynn (Jeff Bridges) é o bilhonário dono da Encom e conta orgulhoso para seu filho suas aventuras em Tron. Horas depois o bilionário desaparece, sem seu comando a postura da empresa muda, e o jovem Sam Flynn (Garrett Hedlund) cresce rebelde ignorando suas reponsabilidades como maior acionista da empresa, e aprontado com a diretoria da Encom sempre que pode. Vinte anos após o desaparecimento, uma pista sobre o paradeiro de Flynn faz com que Sam volte ao antigo escritório de seu pai, e sem querer encontra o caminho para a "Grade", o mundo dentro dos computadores.

Muito neon (chamam de fluor hoje em dia, né!), curvas e fluidez, visualmente Tron é lindo! O visual é impecável independente da tecnologia em que se assista 2 ou 3D. Ainda bem pois o 3D escasso deixa a desejar. Logo no início da projeção um letreiro avisa, partes do filme são exibidas em 2D, mas deve se assistir com os incômodos óculos durante toda a projeção. Quando dizem partes, não são poucas! Mesmo no mundo dos computadores onde a tecnologia aumentaria o efeito de imersão, muitas cenas são exibidas da forma tradicional. Um conselho, poupe seu dinheiro e assita em uma sala comum mesmo.

A novidade tecnológica da vez é Clu. O vilão tem a aparência de Jeff Bridges do longa de 1982, e é criado totalmete por computação gráfica. No início a estranheza é inevitável, sabemos que aquele não pode ser o Jeff Bridges, muito menos uma pessoa real. Alguns minutos mais tarde esquecemos completamente a sensação. Diferente dos humanos criados por computação anteriormente Clu, não tem os "olhos" vazios de seus antecessores, logo é muito mais realista.


Se tem algo que empolga em Tron é a trilha sonora! Com musicas de Daft Punk criadas especialmente para o longa, o concerto eletrônico grandioso completa o visual, e até o supera em algumas cenas. Além de instigar a vontade de dançar em quem está do lado de "cá" da tela. Algumas cenas trazem participações especiais da dupla de música eletrônica.

O ponto fraco da produção é o enredo, que embora é simples, precisava ser melhor cuidado. Muitas perguntas ficam no ar, seqüencias não fazem sentido e o gancho para a continuação é óbvio. Embora não haja certeza de um  próximo filme.

Talvez seja efeito de assistir a terceira Crônica de Nárnia no mesmo dia, mas fiquei encontrando referências bíblicas durante toda a projeção. E Com tanta psicodelia visual, também é difícil evitar pensamentos duplos cada vez que um humano é mencionado como usuário, quando está dentro da rede.

A execeção de Garrett Hedlund, que parece só conhecer expressões faciais e poses de catálogos de moda, o resto do elenco se esforça bastante. Olívia Wide (a Treze, de House) dá vida a elegante Quorra, enquanto Michael Sheen encarna um muito estranho dono de boate.

Inconsistências no roteiro, não ligue para elas! E aproveite o que Tron - O Legado oferece de melhor: um visual incrível combinado com boa música.

Tron - O Legado (Tron Legacy)
EUA - 2010 - 125 min.
Ficção científica
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

A História da Natividade: século XXI

É viciado em redes sociais? Então vai entender a história direitinho.
Feliz Natal! E até o próximo post...

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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada

Nárnia chama os irmãos Pevensie novamente, ao menos dois deles. Lúcia (Georgie Henley) e Edmundo (Skandar Keynes) visitam pela terceira vez o reino de Aslan (voz de Lian Neeson), desta vez acompanhados do primo Eustáquio (Will Poulter). Agora eles embarcam no navio real chamado Peregrino da Alvorada, para ajudar o ainda Rei Caspian (passaram se apenas cerca de quatro anos desde a última aventura), a desbravar as distantes ilhas dos mares de Nárnia e encontrar sete lordes e terminar com uma terrivel maldição.

Formado por episódios distintos, é a mudança de cenário a maior novidade da terceira aventura baseada na obra de C. S. Lewis. Em cada ilha visitada pelo navio, novos desafios são impostos as personagens. E novas criaturas são apresentadas. Cáspian (Ben Barnes), Lucia e compania tem de enfrentar, mercadores de escravos, criaturas invisíveis, e até fumaça misteriosa. Fumaça, ilhas mágicas, pensou que Lost era original né!

Longe de Nárnia, no mundo real, a Segunda Guerra está em curso. Pedro (William Moseley) e Suzana (Anna Popplewell), cujo aprendizado/colaboração com o reino de Nárnia terminou na aventura anterior, estão seguindo suas vidas, e assumindo responsabilidades de adultos normais. Enquanto Lúcia e Edmundo passam uma longa temporada com seus tios e o mimado e convencido primo Eustáquio. 

Lúcia se sente feia e sem valor ao se comparar com a irmã mais velha. Já Edmundo, a exemplo de Pedro anteriormente, se recusa a ser tratado como criança, a aceitar que aqui ele não é um rei. Eustáquio odeia os primos, não acredita em fantasia e acha que quem lê contos de fadas, ao invés de livros de "fatos reais" não tem futuro. 

A volta a Nárnia, impõe situações que vão mostrar a Lúcia seu verdadeiro valor. Ajudar a Edmundo a aceitar a vida real e Eustáquio a acreditar na fantasia. Tudo devidamente acompanhado de lições de moral e recheado de metáforas cristãs. O que de forma alguma obriga ao espectador (ou mesmo ao leitor) a perceber a histórias de forma religiosa.

A Viagem do Peregrino da Alvorada, assim como as outras crônicas de Nárnia são aventuras simples e agradáveis de assistir. Como uma brincadeira de faz de conta, basta aceitar que mágica é possível para embarcar na aventura. Neste longa a simplicidade ainda é mais evidente, devido a divisão mais episódica da história.  

As pequenas aventuras que resultam em uma história maior, do qual o longa é composto também tornam possível a insersão de pequenos "clímaxes" durante todo a projeção. Com aventura o tempo todo, é dificil perder o interesse seja você criança ou não. Mas não se engane, o público alvo são os pequenos, o execsso de lições de moral, que podem irritar os mais velhos, é prova disso. Não dá para ser engajado todo o tempo, despretenção também faz parte da aventura e da diversão.

De forma geral, As Crônicas de Nária em páginas ou na tela, além de divertir, são uma ótima iniciação á fantasia para os pequenos. Preparando os para encarar histórias mais complicadas, como O Senhor dos Anéis, sem medo.

A Caminho do Reino de Aslan,
 será o paraíso?
Mais simples, que O Leão a Feiticeira e o Guarda-roupa, que teve a árdua tarefa de apresentar um universo complexo. E menos linear que Principe Cáspian. A Viagem do Peregrino da Alvorada fica entre as duas e encerra com razoável qualidade a passagem dos irmãos Pevensie pela franquia. Caspian e Eustáquio ainda retornariam, mas das quatro crônicas restantes apenas a aventura final, A Ultima Batalha, conta com a aparição de quase todos as personagens. Basta saber se a franquia sobrevive com novos heróis. 

As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada 
(The Chronicles of Narnia: The Voyage of the Dawn Treader)
EUA - 2010 - 115 minutos
Aventura / Fantasia
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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Princesas decaídas: Chapéuzinho Vermelho

Ok! Antes que você reclame, eu sei que a Chapéuzinho não é uma princesa. Entretendo, a guria que não saía de casa sem seu gorro vermelho também tem seu lugar reservado no panteão dos contos de fada. E como a imagem ficou tão divertida como a de suas colegas da realeza, ela merece um espacinho.

Filme de cabeceira "Super Size Me"
  • Na era do fast-food os lanchinhos levados pela menina, para sua vovó, não são lá muito saudáveis. Eu teria pena da saúde da boa velinha se não desconfiasse que após a longa caminhada pelo bosque a cesta chegará vazia.

Outras princesas no mundo real
Branca de Neve
Jasmin
Bela (a da Fera)
Bela Adormecida

Imagem encontrada à deriva na rede, autor desconhecido. É você? Sabe quem as fez? Me conte!
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sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Lois, a mãe da Lois!

Smallville, me curei completamente desse vício graças ao SBT que, para variar, parou de exibir a série por volta da 7ª temporada (a gatonet local não tem Warner, vergonha!). Entretanto admito, até eu já estava enjoada da série que já não era do "superboy" a muito tempo. Até kriptonianos crescem minha gente!

Sempre preferi as versões para TV do homem de aço, à suas encarnações no cinema (predileção que só fui entender depois que Bill esclareceu algumas coisas, momentos antes da Noiva tirar sua vida. Mas isso é assunto para outro post, valeu Bill!). Logo é de se imaginar: cresci assistindo à encarnação anterior do super-herói na TV. Lois & Clark ainda é uma de minhas séries favoritas.

Você deve estar se perguntando porque fico rodeando e divagando sobre o cara que veste a cueca por cima das calças. Eu tenho um propósito, prometo! Mesmo não acompanhando mais episódio-a-episódio, volta e meia agente lê algo sobre aquela série que abandonou (é, trabalhar o desapego é um trabalho àrduo e de longo prazo).  

Foi lendo que descobri uma surpersa para os fãs de Lois & Clark:  Terry Hatcher (a Lois do seriado dos anos 1990) fazendo uma participação especial como mãe da Lois (Erica Durance).



Smallville está em sua 10ª e ultima temporada. E pelo visto está aproveitando para fazer o maior numero de homenages, e trazer várias participações especiais para terminar com estilo! 
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Princesas decaídas: Branca de Neve

O Principe da Branca de Neve foi o que menos teve trabalho para conquistar sua donzela, bastou uma bitoca (em algumas versões nem isso ele fez). Enquanto a moça teve que arrumar a bagunça de sete em troca de casa e comida. Já deu para imaginar o resultado dessa combinação.
Onde estariam nossas princesas favoritas nos dias de hoje?

Me livrei dos sete anões, e agora, o que faço com meus sete filhos?

  • Primeiro foi a madrasta, depois os anões, agora é o "Encantado" que usufrui das habilidades domésticas de Branca. Esta por sua vez gostou tanto de cuidar de pessoas menores que ela, que não demorou para arranjar uma penca de pimpolhos!

Outras princesas no mundo real
Bela (a da Fera)
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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Megamente

O que Lex Luthor faria se de repente não precisasse mais se preocupar com o Super-homem evitando o sucesso de seus planos malignos? Convenhamos grande parte do trabalho dos vilões, além de tentar conquistar o mundo, e descobrir um jeito de evitar que os heróis atrapalhem seus planos. O protagonista da a nova animação da Dreamworks não podem nem ser chamado de anti-herói. Ele é o vilão mesmo! Desses que dedicam parte da vida a combater um herói.

Megamente (voz de Will Ferrel) foi colocado , ainda bebê (azul e cabeçudo), em uma nave a caminho da Terra quando seu sistema solar estava prestes a ser destruído. Assim como outro menino de um planeta vizinho. Infelizmente as circunstâncias em que nosso planeta acolheu os dois foram bastante diferentes. Em um exemplo perfeito de que o meio faz o homem, as oportunidades da vida tornam o menino azul de cabeção anormalmente grande vira o vilão. Enquanto o outro menino de dentes brilhantes, bochecha rosada e um belo topete se torna o herói de Metrocity.

A vida dos dois se resume na constante disputa entre o bem e o mal. O que inclui fugas e planos de conquista do mundo mirabolantes, atos e poses heróicas, muitas "frases de efeito", o sequestro e resgate da repórter (de TV) Rosane Rocha (Tina Fey), e claro, resultado favorável ao time do bem. O jogo muda quando Megamente finalmente vence a disputa, eliminado seu concorrente. Depois de dominar a cidade e conseguir tudo que sempre quis, ele fica sem objetivo.Uma crise depressiva mais tarde, ele resolve fazer o que for preciso para encontrar um novo combatente e recriar seus dias "sem glória", mas com muita diversão.

Enqanto a Disney passa boas mensagens, a Dreamworks se especializou em desconstruir o convencional. Logo, desde Shrek não é dovidade brincar com antigas histórias e abusar das referências para isso. O que, deforma alguma, torna o longa menos divertido.A descostrução de universos virou moda e corre o risco de ficar repetitivo. Entretanto, o roteiro de Megamente, é ágil e tão inteligênte quanto seu protagonista cabeçudo.
O alvo aqui é o universo dos super-heróis, principalmente o mais famoso deles. As referências ao Supe-homem estão por toda parte da chegada de Megamente e Metro Man (o herói, com voz de Brad Pitt), até sua recorrente vítima repórter, mas estão longe de ser as únicas. Enquanto os pequenos se divertem com as piadas, os adultos vão se deliciar com as referências, cuja pouca idade os impedem de conhecer. Espalhadas por todo canto, vão de Barack Obama ao Sr. Miyagi.

Para completar o pacote, uma trilha sonora que completa a história. Músicas de Guns n' Roses a Michael Jackson, deixam muito marmanjo na vontade de comprar o CD, além de oferecer o estilo grandioso que todo vião merece. Inteligênte, cheio de charme e estilo (vide Lá Mama Negra!) é assim que todo vilão deveria ser!

(Megamente) Megamind
EUA , 2010 - 96 min.
Animação / Comédia
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sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Princesas decaídas: Jasmin (Aladin)

Segundo a Wikipédia Aladin é um rapaz que nasceu na região do Afeganistão. Basta assistir o noticiário de vez em quando para imaginar a situação na qual Jasmin, sua princesa, vive atualmente.
Onde estariam nossam princesam favoritam nos dias de hoje?

    Ainda bem que essa princesa não curte vestidos de festa!
  • De que lado será que ela luta? Seja qual for ela devia levar o tigre. Se o Aladim emprestar a lâmpada então...
    Princesa Jasmin engajada na conquista de "um mundo ideal"!


Bela Adomecida  e Bela (a da Fera) no mundo real.
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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

The Walking Dead


É isso?! Acabou?! Só em Outubro de 2011 agora? Será que aguento?

O final de temporada que suscitou tantas perguntas a esta blogueira que vos escreve, fez com que 8,1 milhões de estadunidenses parassem em frente a TV no ultimo domingo. Seis milhões só na primeira exibição (o canal exibe uma reprise no fim da noite.

Mas não se engane com as as perguntas. O final da temporada de The Walking Dead está longe de ser frustante como o episódio derradeiro de Lost. As perguntas são na verdade resultado de um trabalho bem feito e altamente viciante.


Baseado na HQ de Robert Kirkman, que no Brasil ganhou o título de Os Mortos-Vivos, a versão para a TV começou com cenas chocantes (garotinha zumbi logo de cara!), e com uma narrativa um tanto familiar homem em coma acorda e encontra uma cidade totalmente deserta e muitos cadáveres no caminho (Extermínio de Danny Boyle?!). A sensação de "déjà vu" passa assim que vemos o primeiro zumbi em cena (e nem chega a ser um inteiro!). O cineasta Frank Darabont aproveitou o tempo de sobra que uma série de TV possibilita (diferente das duas horas de um longa-metragem), e com o ritmo, estética de cinema conta a história do mundo pós-apocalíptico zumbi de um jeito que deixaria qualquer fã, e mesmo o George Romero orgulhoso.

Aos poucos, entendemos a ameaça. Barulho alto atrai os zumbis. É preciso destruir o cérebro para extermina-los. Pode-se encarar um ou dois, mas em grande número são perigosos. Nos percebem pelo cheiro. Irnformações não muito novas, mas muito bem distribuídas, e usadas na trama e pelos personagens.

Embora o grande atrativo sejam os comedores de carne, a história não é sobre os mortos-vivos. Aliais, filmes de zumbis nunca são sobre eles. São sempre sobre as pessoas que sobram, sua luta pela vida, a beleza e feiúra da natureza humana. Desespero, brigas, atitudes impensadas, atos altruísticos, solidariedade, está tudo em cena. Tudo junto e misturado, compondo as diversas reações que podemos ter em situações extremas pela sobrevivência. 

Nos (apenas) seis epsódios de The Walking Dead, acompanhamos o tal cara em coma mencionado anteriormente. Em assistente de xerife que depois de entender o que aconteceu com o mundo, se empenha em uma busca pela mulher e filho. E mais tarde lidera a sobrevivência do grupo ao qual se uniu. E mesmo que os vivos sejam a parte mais interessante dessa equação, antes do fim ainda entendemos um pouco de como o cérebro de um morto-vivo funciona, e como o mundo reagiu a eles. Notou que não mencionei nomes? Realmente não consegui decorar, para mim os personagens eram, o xerife, a esposa, o amigo...

Ainda não entendemos como o mundo acabou, e nem deixamos nossas personagens em segurança. Estão a salvo, por hora. (Horas mesmo, as noites são perigosas por lá!). Deixando um prato cheio de possibilidades para a, já confirmada, segunda temporada prevista para outubro de 2011. 

O único porém dessa temporada foi a exibição da Fox que, além dos intermináveis intervalos comerciais,  privou alguns expectadores do audio original. E reduziu o episódio piloto original de 90 minutos, para uma versão de 54 minutos. Aparentemente a emissora voltou atrás e promete iniciar a reprise da temporada com a "versão do diretor", na próxima terça.

Quem diria! Enquanto dezenas de séries tentam ser a "nova Lost", a melhor novidade do ano veio de um gênero criado em 1968.
Não é que eles tem nome, eh... menos os zumbis né!
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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

A Rede Social

Brasileiros são viciados no Orkut, mas no resto do mundo quem impera é o Facebook, "criado" por Mark Zuckerberg um gênio da informática em, em 2004, quando estava seu segundo ano em Harvard. E quando digo gênio, é sério!

Logo na primeira cena, nos vemos perdidos na verborragia cerebral do estudante, ao ponto de olhar assustados para cadeira ao lado - só eu que não entendi nada?. A preocupação logo passa, não somos os únicos. A própria namorada de Zuckerberg, não compreende metade do que ele diz, se irrita com a velocidade da conversa e com a obsessão do namorado pelas exclusivíssimas fraternidades universitárias. O resultado é um fora muito bem dado.

Já ouviu o ditado cuidado com a fúria de uma mulher rejeitada? Acredite ou não o conselho pode ser aplicado a nerds, especialmente aqueles com um Q.I. elevado, habilidade em programação e um computador com internet disponível. De cara cheia,  totalmente arrasado, e alguns posts rancorosos em seu blog depois,  Mark resolve fazer algo mais produtivo. Ele invade as redes das universidades e cria um site que coloca as estudantes em um ranking de beleza. E que duas horas depois derruba o servidor de Harvard, com nada menos que 22 mil acessos.

A façanha lhe rendeu um interrogatório da faculdade e a atenção dos também estudantes, os gêmeos Cameron e Tyler Winklevoss e Divya Narenda que convidam Mark para ser programador de um site de relacionamento de Harvard. Ele topa, e logo depois começa a evitar o trio. Meses mais tarde abre o "TheFacebook" com a ajuda do amigo brasileiro Eduardo Saverin. Que também é jogado para escanteio, quando Sean Parker, criador do falecido Napster, entra em cena e lhe apresenta os prazeres da vida desregrada.

O filme, baseado no livro Bilionários por acaso, de Ben Mezrich, apresenta a história da criação da rede de relacionamento a partir dos dois processos que Zuckerberg enfrentou. Um pelo roubo da idéia dos irmãos Winklevoss e Narenda. E outro por reduzir a participação de Saverin no capital do Facebook. Curiosamente, fala mais da incapacidade social de Zuckerberg que de sua habilidade de conectar pessoas.

Aceitação, popularidade e sucesso é o que Mark busca o tempo todo. "Não me aceitam em seu clube, então crio um só para mim! Se rolar uma grana no processo, é lucro". Nada retrata melhor a primeira década do novo milênio, quando temos cada vez mais amigos virtuais que nos conhecem a fundo, e estamos mais distantes dos amigos de verdade. E quando acredita-se que "criar" um trabalho seja melhor ou mais fácil que encontrar um. Empreendedorismo puro!

Fincher (O Curioso Caso de Benjamin Button), escolheu a dedo, quem deveria posar para esse retrato dos nossos tempos. O verdadeiro Mark Zuckerberg, que me perdoe, mas ele corre o risco de ser eclipsado pela versão de Jesse Eisenberg, que embora mais caricata é impressionantemente realista. Andrew Garfield (que além de ter um nome engraçado, também é o próximo Homem-aranha), se faz presente e faz com que compremos sua briga. Diferente dos Winklevoss (Armie Harmer, dá vida aos dois,embora o corpo de Tyler pertença a outro ator, Josh Pence), pomposos, esnobes, e sincronizados parecem mais a versão de Harverd de Fred e George Weasley, impossível não tirar os achar divertidos e imediatamente torcer contra.

Entretanto nada supera a escalação de Justin Timberlake como Sean Parker, criador do Napster, site que embora falido redefiniu o comportamento a indústria fonográfica. A atuação não é tarefa difícil, já que Parker é um canastrão e Timberlake também. A parte divertida é escalar um astro pop para dar vida aquele que foi o maior pesadelo para as vendas de CDs.

Na minha humilde opinião um dos melhores filmes, e personagens do ano. No final das contas o gênio não é, mal caráter ele apenas tira do caminho todos que possam atrapalhar o sucesso de sua criação. Você não entende tudo o que Mark Zuckerberg fala, discorda do que ele faz durante quase todo o filme, e mesmo assim não consegue desviar a atenção da tela.

A Rede Social (The Social Network)
EUA - 2010 - 120 minutos
Drama
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sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Em Novembro no DVD, Sofá e Pipoca


No penúltimo mês do projeto para formar cinéfilas melhores, conhecemos a 8ª maravilha do mundo, descobrimos o cinema Noir, tentamos entender os incompreendidos e viajamos em uma romântica, porém sofrida embarcação.


Estamos reta final do DVD, Sofá e Pipoca. Faltam apenas quatro dos 50 filmes de nossa lista. Começamos este ultimo mês cinéfilo com Rástros de Ódio.



King Kong


A Morte Num Beijo


Os Incompreendidos


O Atalante


3 blogueiras, 1 desafio: 50 filmes clássicos a serem vistos e comentados durante um ano. Será que dão conta? DVD, sofá e pipoca, um projeto para formar cinéfilas melhores!
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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Princesas decaídas: Bela (a da Fera)

Outra realidade triste do mundo fora dos contos de fada: a beleza é passageira, mesmo que seu nome seja Bela.
Onde estariam nossam princesam favoritam nos dias de hoje?

Ainda "Bela", mas não tão natural!
  • Apesar de amar uma Fera, no mundo real a protagonista de A Bela e a Fera não conseguiria conviver com o fato que sua beleza pode durar apenas no nome.

Bela Adomecida no mundo real.
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