sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

O problema do "E SE?"

Tenho um problema desde pequena, talvez alguém aí possa me ajudar. Não sei ao certo quando começou. A lembrança mais remota que tenho é de quando tinha cerca de uns 7 anos. Talvez tenha começado aí.

Parque de diversões visita a cidade, família, amigos, trem fantasma...

-Não vou! - 7 anos, eu sabia que teria pesadelos, racionalmente escolhi ficar de fora. Quando todos saíram dizendo o quanto foi legal, mais engraçado que assustador, não pude evitar pensar - E se eu tivesse ido?

Tenho 25 anos, já fui a vários outros trens fantasmas e até hoje volta e meia essa pergunta me vem a mente. Desde então é impossível enumerar quantas vezes o "E SE?" me atormentou. A cada decisão por mais boba ou óbvia que seja, (o melhor caminho é...) fico na dúvida. Seja pela Lei de Murph ou da "improbabilidade" o "E SE?" teima em ser a melhor escolha, especialmente quando deixamos a opção de lado estando altamente propensos a se arrepender.

Perdida em minha mente outro dia (não devia fazer isso, a mente é um lugar perigoso, eu não devia me aventurar sozinha), pensei: E se não for só eu? E se decidíssemos mergulhar de cabeça nos "E SE?"? E se eu publicar isso? E se acharem loucura ou bobagem? E se Alguém tiver a solução do meu "E SE-ismo"?

Então eis o post!
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quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O que restou da folia...

O ano começou!
Passado o carnaval não tem mais desculpa. Nada mais de praia, descanso, folia...

E já que todo anos os brasileiros adiam o inicio do ano até as festividades carnavalescas (tão bom quando cai em março né!), quando finalmente começa tem que ser para valer. Então protetor solar na bolsa, ventilador na mira, e tente não pensar que calorão tá chamando uma praia.

No resto é torcer que venha logo um descanso. Não deve demorar, afinal esse é o pais do feriado. Até lá divirta-se com as memórias que só carnaval pode proporcionar! Ô povinho criativo!


Não estão de acordo com as
novas normas de segurança.


O irmão perdido do Homem de Ferro
o invencivel (ao menos até a próxima chuva) Homem de Papel



Tem Iphone...
E Ipod, ou não pode?

.
Que Avatar que nada! Sucesso de público são esses azuis aí!
Curte Orkut?
É mais do tipo Facebook?


Também temos MSN!

É Barbie ou é Susy?

Com a proibição de fazer xixi na rua usar essa fantasia pode ser extremamente prejudicial à saude.

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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Como viver a vida, segundo a Globo

Atualmente sou uma cinéfila seriemaniaca, mas confesso ja tive minhas fases de noveleira. Quando criança era mais frequente, agora elas vem e vão. Por isso achei super coerente postar aqui esse texto de Leandro Vieira*. Uma reflexão interessante (diferente) sobre novelas. Será que estamos conscientes do que estamos vendo. Pense nisso!

Como viver a vida, segundo a Globo
É fato: as novelas da Globo e seus programas de grande audiência continuam ditando normas, valores e costumes. Volta e meia ouvimos alguém soltar famosos bordões como “hare baba”, “tô certo ou tô errado?”, “né brinquedo não”, “ishalá”, e outros consagrados pelos folhetins globais.

Antes que alguém levante a mão para perguntar, esse texto tem, sim, muito a ver com Administração. Qualquer evento que influencie, direta ou indiretamente, o nosso comportamento é extremamente importante para a forma como conduzimos os nossos negócios. Não é à toa que os grandes anunciantes disputam a peso de ouro o horário nobre da televisão brasileira - bem como os próprios atores. Da mesma forma, as grifes (re)direcionam suas coleções aos estilos exibidos pelas belas e influentes atrizes das novelas, mesmo que essas se passem em lugares exóticos como Índia e Marrocos, ou genuinamente brasileiros como Barretos, Rio e São Paulo. Até pouco tempo atrás, muitas moças estavam usando parte do sutiã à mostra, para imitar o modelito de Norminha, a simpática – e faceira – personagem interpretada recentemente por Dira Paes. Novelas ditam modas e, como administradores, devemos estar atentos.

Espanta-me essa última, que traz o curioso título de “Viver a Vida”. Apesar de apresentar depoimentos emocionantes de pessoas reais que superaram grandes problemas no final dos episódios, Viver a Vida dá um show de deturpação de valores do começo ao fim de cada capítulo.
Normalmente, as obras de ficção dividem claramente as pessoas entre boas e más, o certo e o errado são evidentes, e nos colocamos a torcer pelo sucesso do protagonista e o castigo dos vilões, como o fizemos em A Favorita, com o duelo entre Donatela e Flora.

Na novela de Manoel Carlos, esse dualismo não existe. Com a desculpa de aproximar seus personagens da realidade, o autor lhes confere virtudes e defeitos. Entretanto, paira um ar de normalidade sobre todas as safadezas cometidas pelos personagens, que eu chego a me perguntar o que ele quer dizer, realmente, com “viver a vida”.

Viver a Vida é uma novela onde praticamente todos os personagens enganam uns aos outros. O marido trai a esposa com a prima dela, a esposa trai o marido com o cara da academia, o outro troca a companheira de uma vida inteira por uma modelo 30 anos mais jovem , que agora já vive um affair com o sujeito que conheceu no meio do deserto (que corre o risco de ser filho de seu próprio marido), irmãos (gêmeos!) disputam a mesma garota... ufa! E tem muito mais, mas não quero tirar a paciência do leitor com essas picuinhas.

Onde mora o perigo?

Diversos estudos, em especial os conduzidos pelo Prof. Robert B. Cialdini, da Arizona State University, demonstram que temos uma grande tendência a fazer o que a maioria faz – mesmo que seja um comportamento socialmente indesejável. Segundo Cialdini, somos naturalmente maria-vai-com-as-outras.

Manoel Carlos gasta o seu latim para provar que trair é algo normal, que todo mundo trai todo mundo e não há nada reprovável nisso. Pelo contrário: é até algo bonito, poético. As puladas de cerca ocorrem sempre com o belíssimo pano de fundo da cidade maravilhosa ao entardecer, do alto de uma asa delta, ou nas areias paradisíacas de Búzios, ao som de uma belíssima trilha sonora. Sei lá, sei lá...

Há algum tempo, havia em minha cidade um jornalzinho que circulava entre os colégios, cuja maior atração eram os recadinhos que os alunos postavam uns para os outros. Depois que Aline Moraes interpretou uma jovem lésbica em uma novela, houve uma explosão de recados (românticos) de garotas para garotas. Não estou fazendo juízo de valor no que diz respeito às escolhas sexuais de ninguém. Entretanto, desconfio que muitos desses recados não tinham nada a ver com a sexualidade dessas garotas. Elas apenas queriam ser a Aline Moraes... Imagino que, se a personagem da bela atriz fosse interpretada por Regina Casé, o efeito no jornal teria sido nulo ou completamente inverso.

Mesmo sabendo que o comportamento é uma potente fonte de influência social, geralmente as pessoas que participam de estudos de psicologia social dizem com veemência que o comportamento alheio não influencia o seu próprio. Você aí do outro lado também deve estar dizendo que isso é uma grande besteira, que você não é influenciado por novelas, nem por ninguém. Beleza. Mas, com certeza, você conhece um monte de gente que adora seguir a maioria. O perigo está na mensagem, repetida diariamente à exaustão, justamente no horário em que a maioria dos televisores sintoniza a rede do plim-plim. Muita gente assimila o comportamento dos personagens como adequado, moderno e normal. A novela de Manoel Carlos é a receita para o fracasso de uma sociedade que tem (ou já teve?) na família o seu mais firme alicerce. Viver a vida, de verdade, é muito mais do que isso. Tô certo ou tô errado?

*Leandro Vieira é Mestre em Administração pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Certificado em Empreendedorismo pela Harvard Business School. Tem MBA em Marketing, pelo Instituto Português de Administração e Marketing (IPAM) . Administrador de Empresas pela UFPB e bacharel em Direito pelo UNIPÊ. Foi professor da Escola de Administração da UFRGS. Criador e Editor do Portal www.Administradores.com.br.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

O paradeiro das letras

Era o começo de um episódio qualquer de Star Wars. Você estava lá lendo atentamente o letreiro flutuante que explica em que pé está a luta dos rebeldes contra o Império. Então você tem um estalo:

- Pra onde essas letras vão?

Elas estão lá em todos os 6 episódios voando em direção ao infinito, como se tivessem um caminho a percorrer para um destino certo. Onde será que vão, se é que param algum dia. Talvez nem George Lucas saiba.

Era o que você pensava, até hoje! Foi encontrado um vídeo que termina com as dúvidas sobre o destino das letrinhas.

A brincadeira nasceu durante as férias de Natal, quando uns amigos entediados pegaram suas câmeras e em 30 minutos fizeram esse vídeo. Depois de 3 semanas de edição os 8 minutos de fita que eles gastaram viraram um vídeo com cerca de 3 minutos e muitos efeitos especiais.

Muito legal! Mas não me convençeu, Star Wars é melhor que Star Trek.

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Cinema e Carnaval

Esse post veio direto do aprendizado que vem junto com o DVD, sofá e pipoca. A descoberta veio durante a pesquisa paralela que fazemos sobre o filme da semana do projeto. E prova que cinema e Carnaval podem caminhar juntinhos.

O filme era Metópolis de Fritz Lang (1927), e uma caprichada referência a ele foi feita no carnaval de 2007 no desfile da Mocidade Independente de Padre Miguel. A escola entrou na Sapucaí com o enredo "O futuro do pretérito: Uma história feita a mão".

Apesar de o foco ser o artesanato, Rôbos também desfilaram para mostrar que a criatura pode ameaçar o criador. Futuro + revolta + robôs = Metrópolis.

O figurino do primeiro casal de mestre-sala e porta bandeira, faziam referência ao longa de Lang. Assim como a ala Nós, Robôs e o carro abre-alas. Quem disse que cinéfilos e foliões não combinam?

Confiram abaixo fotos e um vídeo do desfile.




Fonte: Folha On-line
Imagens:
UOL Carnaval 2007 - Publius Vergilius/UOL
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Amigos, cervejas e fantasias!

Postar em pleno Carnaval. Tarefa difícil! Festa, amigos, fantasias, calor, cerveja... Acabei de me lembrar! Um curioso comercial de cerveja na Malásia juntou tudo isso, e ainda é muito engraçado!

Vejam só o que um cara é capaz de fazer para conseguir uma (ou duas!) loira gelada. E por falar nisso... post de Carnaval resolvido!

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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Glee - 1ª temporada

Não é a primeira vez (e provavelmente não vai ser a ultima) que afirmo aqui: adoro musicais! Pessoas cantando e dançando sem ensaio (como todos sabem a letra e a coreografia?), plateia ou motivo aparente. A-D-O-R-O! Logo, quando estreou Glee, colei no sofá. E ao mesmo tempo roí as unhas. Será que dá certo???

A série, chegou ao fim da 1ª temporada ontem, punindo os maus e recompensando os bonzinhos e os arrependidos. Que ela agradou não é segredo, o Globo de Ouro tá aí para provar. Mas admito a trama em si é fraquinho, e fora algumas divertidas pitadas de humor negro, bastante previsível. Mesmo assim os prêmios vieram, e a blogueira aqui viciou. Como é possível?

Sabe como é série de High School, agente se apega, por mais boba que seja. Torcemos para os bonzinhos e vibramos com os malvados que amamos odiar (manda ver, Sue!). Aliais, se ligamos a TV em uma série de colégio adolescente, é isso que estamos procurando. Uma história bem bobinha com problemas que resolveríamos facilmente na vida real. Qual é eles sempre escolhem a pior opção!

Mais isso é só o aperitivo, o que realmente nos faz ficar é a música. Muita música, boa música, para todos os gostos e estilos. Tantas que nos 13 primeiros episódios foram usadas cerca de 70, e várias delas foram parar nos 2 CDs, da série.

Uma pesquisa recente revelou: os brasileiros são os mais apaixonados por música em todo o mundo. Eu, sou brasileira e não vou desistir dessa série tão cedo. Que venha a segunda temporada de Glee!

Vídeos para te deixar com um gostinho. Curiosidade: a coreografia de My Life Would Suck Without You de Kelly Clarkson, traz trechos de coreografias apresentadas ao longo da série.

Leia também:
Glee
Nada Previsível (Glee no Japão)

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terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

LOST - Temporada final

Chega de espera! O AXN estréia hoje (09/02) a sexta e derradeira temporada de Lost, com apenas 1 semana de atraso em relação a TV estadunidense. Depois de 5 anos, não entendendo nada, finalmente chegou a temporada que deve colocar os "pingos nos is". Ou não.

Se você é um viciado em séries persistente que ainda acompanha a Lost, mesmo se perdendo de vez em sempre em seus mistérios e reviravoltas, deve estar tão ansioso como a blogueira que nos escreve. Então escolham o melhor lugar na sala, desliguem os celulares, e preparem os neurônios, pois respondendo, ou não, a todas as perguntas geradas em 5 temporadas (será que dá tempo?), queremos acompanhar cada cena.

E só para aumentar o clima ou até dar uma ajudinha a quem se perdeu no caminho. Veja o vídeo que resume em 8 minutos e 15 segundos (815!), tudo que aconteceu na ilha até agora. A narração é divertidíssema, uma vez que mesmo correndo como uma louca, a narradora tenta dar emoção as falas.

P.S.: Nas próximas terças-feiras as 21h, não estou em casa, nem atendo telefone, então não me procurem.

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domingo, 7 de fevereiro de 2010

2 anos falando nisso...

2 anos, bodas de algodão. Nunca achei que chegaria tão longe. É sério! Não achei que conseguiria manter o blog por tanto tempo. Neste 8 de Fevereiro serão oficialmente 24 meses falando nisso...

A idéia é basicamente a mesma, talvez um pouco mais madura. Tem até uma apresentação mais bonitinha. Chame como quiser: terapia, passatempo, exercício de escrita, espaço de idéias... meu blog é tudo isso e muito mais. É a porta para chutar minhas idéias mundo a fora, mesmo que não tenha ninguém para ouvi-las.

Viu! Cada vez curto mais escrever por aqui. Aproveitando para repetir: não importa quanto tempo passe, ou quantas visitas meu blog tenha, ainda fico toda boba quando alguém lê meus textos e comenta, então...continuem viu!
E não é o o blog (e a blogueira) que está mais velho, os números também cresceram. Foram um total de 182 posts, 129 desde o ultimo aniversário. Cerca de 60 leitores via feed, 34 seguidores e 30,855 (!) pageviews. Legal! Mais uma vez, não tô contando.

Agradeço aos colegas da blogsfera e a todos que já passaram por aqui, e aos que ainda vão passar (assim espero!), por dedicarem um tempinho para "falar nisso" comigo.

Vamos ver se aguento mais um ano?

Então, é big, é big, é big, é hora, é hora, Rá Tim Bum!!! ÊEEEEE!!!
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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Lost no estilo 24hs

Semana que vem estréia a ultima temporada de Lost. Finalmente vamos ter as respostas que tanto procuramos, ou não. De qualquer forma vamos curtir muito.

Mas, se você é ansioso como eu, e acha que essa semana está passando devagar demais. Que tal matar a saudade da ilha com esse vídeo de um fã.

Seja quem for, esse cara teve o maior trabalho para editar diferentes episódios em um estilo 24hs. Assim podemos ver o que cada um estava fazendo no momento da queda do vôo 815 da Oceanic.

Quem sabe os produtores não se inspiram e lançam uma versão de Lost assim? Ficaria mais facil de entender.

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quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Amor Sem Escalas

O que você carrega em sua mochila? Ryan Bingham (George Clooney), não carrega quase nada, e não é só literalmente. Profissional de uma empresa que se encarrega de demitir funcionários para outras empresas, que não tem dirigentes com coragem para tal, sua relação com a familia é quase nenhuma. Não tem amigos, vive de vôo em vôo. A única coisa a que é apegado, aliais viciado, é ao sitema de milhagens. Metódico tem um sistema para executar seu trabalho, com direito a frases decoradas e tudo o mais.

As coisas começam a mudar quando ele conhece, Alex (Vera Farmiga), literalmente sua versão de saias. Logo os dois se entendem muito bem e passam a combinar escalas e trocar mensagens de celular.

Até aí a vida de Ryan só mudara para melhor. Então aparece Natalie (Anna Kendrick), uma jovem recém saída da universidade que invetou um novo sistema de demissões, através da tela do computador. Tornando ainda mais fria e impessoal a tarefa e acabando com as viagens constantes dos funcionários. Quando duvida do projeto, "demissão via web", Ryan recebe a tarefa de treinar Natalie e mostar como são as coisas fora do escritório.

Profissionais de demissões, cenário bastante familiar para um mundo recém-saído de uma crise, mas não se engane. Amor Sem Escalas está longe de ser um filme datavél. O roteiro foi baseado em um livro homonimo de Walter Kirn, lançado em 2001. Também está longe de ser a comédia romântica que o péssimo título brasileiro evoca.

Amor Sem Escalas é um filme sobre pessoas, relacionamentos e a importância deles para cada um de nós. O personagem de Clooney usa todo o charme do ator, para nos seduzir a favor da vida sem amarras, ao mesmo tempo que suas experiencias nos faz questionar essas vantagens.

O entrosamento do elenco é evidente. A Alex de Vera Farmiga, cumpre o papel de seduzir Clooney, o público e ainda sim manter um certo mistério. Já Anna Kendrick, dá vida a uma Natalie frustada, neurótica e assustada com o futuro, a ponto de beirar as lágrimas a cada vez que pisa na bola. E apesar de ser apresentada como uma arrogante estraga prazeres, no fim acabamos torcendo, e muito, por seu sucesso.

Durante duas horas pegamos um vôo sem escalas para a reflexão, sobre o que fazer com nossas vidas. Como lidar com as pessoas que nos cercam? O que manter e o que atirar pela janela? Ao fim agente ganha muito, mas nossas mochilas não pesam quase nada!

Amor Sem Escalas (Up In The Air)
EUA, 2009 - 109 min
Romance / Drama / Comédia
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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Em janeiro no DVD, sofá e pipoca

Este ano três blogueiras toparam um desafio: cumprir uma lista de 50 filmes considerados importantes por um Almanaque de Cinema. O primeiro mês passou e a experiência rendeu nada menos que 17 posts.

Foram 3 filmes analizados. Além das resenhas de cada blogueira para cada um deles, você também pode conferir, curiosidades, vídeos e informações sobre os filmes.

E o Vento Levou - isso é que é começar em grande estilo.


O Poderoso Chefão - peçam a benção

Em Fevereiro elas começam visitando Metrópolis. Visite também DVD, Sofá e pipoca.
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