quinta-feira, 26 de novembro de 2009

2012

O ano é 2012, aparentemente o calendário Maia estava correto e uma série de catástrofes em sequência, que culminariam no fim do mundo como o conhecemos, se inicia. Acompanhamos a corrida contra o tempo para salvar a humanidade, em especial um escritor fracassado (John Cusack), que tenta reconquistar o amor dos filhos e salvar, os moleques e mais um grupo de pessoas dos eventos apocalípticos.

Enredo mais comum impossível. 2012 seria um filme catástrofe típico, não fosse por pequenos detalhes. Dirigido por Roland Emmerich (O Depois de Amanha, Independece Day), o longa tem um enredo mais global que seus parentes catastróficos. Nada de piadas do tipo "sem stress, os ETs só invadem os EUA" ou "liga não, o mundo só acaba em NY". Dessa vez sobrou para todo o mundo, até nosso Cristo foi detonado.

Enquanto isso os personagens dividem o pouco tempo de tela que lhes resta, em meio a tantos efeitos especiais, para resolver seus problemas pessoais. Pedir perdão, se despedir, consertar as coisas é a reação geral da população mundial ao enfrentar sua extinção. Contudo ainda há espaço para sermos mesquinhos, mostrar o lado feio da natureza humana e buscar a redenção, quando os poderosos tem de escolher em arriscar sua sobrevivência e abrir mão do seu conforto para ajudar algumas dezenas de pessoas.

Se o objetivo do filme-catástrofe é nos mostrar como nossos problemas são pequenos diante do caos generalizado (mesmo quando foge da realidade), 2012 faz isso em dimensões gigantescas. Fissuras tectonicas, terremotos, erupções vulcânicas e maremotos, a escala de cada catástrofe é tão grande, realista e assustadora que resta ao expectador roer as unhas e esperar que o mundo ainda esteja lá fora quando sair da sala escura.

2012
EUA -2009 - 158 min
Ação / Ficção científica

2 comentários:

Giselle de Almeida disse...

É aquela coisa, o filme tem até boa intenção, mas é looooongo demais, e reúne todas as mentiras que um filme-catástrofe poderia ter numa história só. Achei bem mais ou menos, apesar do John Cusack, q eu amo ;)

Fabiane Bastos disse...

É longo mesmo. Melhor não comprar refri gigante!rs

Mas os efeitos especiais são os melhores. O mundo nunca foi tão bem destruído!

 
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