quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Sete Vidas

O fiscal da receita estadunidense, Ben Thomas (Will Smith) decide encontrar sete pessoas para ajudar a mudar suas vidas, supostamente dando um jeito para eles conseguirem acertar as contas com o leão. O único critério, é que elas realmente mereçam. E para ter ceteza disso ele passa a "vigiar" e conviver com essas pessoas. Mudando a vida dos ajudados bem como sua propria maneira de ver a vida.

Com uma fórmula sobe encomenda para fazer chorar, o longa tenta enfatizar o suspense. Entretanto as idas e vindas temporais, usadas para criar esse mistério tornam o início confuso, afastando o público menos persistente. (Essa foi a seção de 2 pessoas lembra?)

Para quem tem paciência, e conseuiu ficar acordado e atento durante a primeira meia hora, o filme começa a fazer sentido, e a ficar muito óbvio também, revelando facilmente o verdadeiro propósito do protagonista. A partir daí fica faltando apenas entender os motivos que levaram o personagem aquela busca. O passado de Ben é revelado aos poucos durante todo o filme.

Assim Sete Vidas passa do suspense ao romace, e consequentemente ao drama, estilo choradeira.

Contudo, a afinação do elenco faz o longa valer a pena. Will Smith está bem ajustado ao papel, mas é Rosario Dawson quem surpreende. Mais comumente vista em papéis mais leves e(ou) sensuais, ela mostra que pode carregar papéis mais complexos, interpretando a frágil Emily Posa, uma tipógrafa com problemas cardiacos, que Ben pretende ajudar.

Uma história bonita, que conta com um ótimo elenco, mas merecia melhor tratamento. O suspense forçado do início se desenrrola em uma trama melosa e sem surpresas. Fazendo o expectador torcer mais para ter errado ao adivinhar o final no meio da projeção, que pelo final feliz dos personagens.

Sete Vidas (Seven Pounds)
EUA, 2008 - 118 min - Drama
  • P.S.: Cuidado para não confundir com Sete Vidas - Curta-metragem brasileiro que conta a história de de sete pessoas que acreditam ser donas de um mesmo gato.
Leia Mais ››

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

BOLT - Supercão

O Primeiro filme totalmente produzido na "nova era dos Estúdios Disney", após a compra da Pixar e com Jonh Lasseter no comando criativo, Bolt - Supercão, prova que não devemos subestimar o estúdio de animação mais antigo do mundo.

Bolt é o astro de uma famosa série de TV, onde protege a garotinha Penny dos bandidos que sequestraram seu pai. O problema é que o cãozinho acha que tudo que acontece no programa é real. Quando os produtores resolvem dar uma incrementada no programa, e terminam as gravações do dia com Penny sequestrada pelos bandidos, Bolt se desespera. O cachorro foge dos estúdios para salvar Penny e embarca em uma aventura onde vai descobrir o que é ser um cachorro de verdade.

A animação é impecável. A cada ano as tecnologias tornam as animações por computador mais realistas. Bolt apresenta os humanos "computadorizados" menos estranhos até o momento, além de cenários, explosões e até um incêndio bastante convincentes.

O longa faz piada da falsidade e artificialidade do show-biz todo o tempo, com o personagem-titulo tentando entender o que é real e o que é atuação, depois de abandonar sua vida estilo Show de Truman. (será que o personagem de Jim Carey passou por isso depois de sair por aquela porta no fim do filme?)

Divertido, com uma história inteligente, personagens carismáticos e narrativa ágil, o road-movie canino traz cenas de ação de fazer inveja a Jack Bauer (talvez nem tanto!). Mas com certeza o seriado do Bolt faria sucesso nas telinhas. Os episódios são gravados em plano-sequência, já que o cachorro não sabe que é mentira não podem refazer a cena, o que torna Penny a mais incrível atriz-mirin do planeta (fala sério, ela tem que acertar tudo no primeiro take!) e o resto da equipe um divertido bando de neuróticos com o trabalho.

Do lado de fora dos estúdios o humor gira em torno do fato de Bolt não saber que não tem super-poderes de verdade (isopor é a criptonita dele), na relação com seus novos amigos a gata de rua Mittens e o ramister viciado em TV (e fã de Bolt) Rhino, e nos hilários pombos.

A versão em inglês traz Jhon Travolta na voz de Bolt e Miley Cirus (a Hannah Montana) como Penny. No Brasil a voz de Bolt é do dublador "oficial" de Travolta, Mário Jorge. Rhino está divertidíssimo feito pelo ator global Leandro Hassum (do Zorra Total).

O escorregão foi a escolha da também global Maria Clara Gueiros. Nada natural, a sensação que temos é que a qualquer momento a gata vai gritar "vem cá te conheço!". Infelizmente, parece que na maioria das vezes o critério de escolha dos dubladores é a publicidade e não o talento pra coisa. O fato do cara ser bom ator ou humorista nem sempre é suficiente para que faça uma boa dublagem.

Fora isso, Bolt é diversão para toda a família!
Bolt - Supercão (Bolt)
EUA, 2008 - 96 min - Animação / Infantil
Leia Mais ››

sábado, 24 de janeiro de 2009

O Dia Em Que a Terra Parou

Uma grande esfera espacial pousa no Central Park em Nova York. Assustado o governo dos Estado Unidos convoca os melhores cientistas do mundo para estudar o estranho globo. Dele sai o alienígena Klatu (Keanu Reeves), com a intenção de dar um ultimato a humanidade: ou mudamos nosso relacionamento em relação ao planeta o vamos ser eliminados dele.

Entretanto a política estadunidense de atirar primeiro e perguntar depois (isso se tiverem afim de ouvir os outro né!), põe tudo a perder. Somos considerados um raça primitiva e destrutiva, e devemos ser destruídos para o bem das demais espécimes da Terra.

Entre os cientistas, a especialista em bactérias alienígenas Dra. Helen Benson (Jennifer Conelly), cria uma frágil ligação de confiança com o extraterrestre. A partir daí cabe a ela e seu enteado (Jaden Smith, filho de Will Smith) convencer Klatu de que os humanos podem mudar, impedindo nosso extermínio.

Refilmagem do clássico de ficção cientifica homonimo, lançado em 1951, o longa de 2009 peca pela falta de equilíbrio. Aparentemente apoiado apenas nos nomes famosos do elenco e no grande número de efeitos especiais o filme demora a empolgar e quando empolga acaba!

O excesso de efeitos especiais deixam a história em segundo plano. E mesmo eles soam falsos em algumas situações. Como o gigantesco robô indestrutível, e a forma de extermínio, que ao invés de eliminar apenas os humanos, apaga tudo em seu caminho tornando necessário que o planeta seja replantado e repovoado (com animais apenas).

Faltam explicações sobre os alienígenas e sua tecnologia. A história é mostrada de forma corrida, e não deixa espaço para os atores desenvolverem seus personagens. Keanu interpreta no modo piloto automático, seu alienígena sem emoções. O potencial de Jennifer é pouco explorado e o pequeno Jaden vira apenas um garotinho irritante.

Melhor momento do filme, a explicação do Professor Barnhard (John Cleese) do porque a humanidade merece mais uma chance, dura muito pouco. Apesar de bem feita a cena podia ser melhor explorada.

O Dia Em Que a Terra Parou, parece ter sido feito as pressas, desperdiçando um bom argumento, um ótimo elenco e exagerando nos efeitos especiais. Na verdade o trailer parece ter sido mais elaborado que o filme em si, pois empolga muito mais. Uma pena!

O Dia Em Que a Terra Parou (The Day The Earth Stood Still)
EUA, 2008 - 103 min -Ficção científica
Leia Mais ››

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Crepúsculo

Admito que não me importei muito quando Crepúsculo estreou nos cinemas. Achava que era mais um filme de vampiros feito para arrancar dinheiro de adolescentes. Mas depois de tanto burburinho, seções lotadas e milhões de dólares acumulados, a curiosidade bateu e tive que conferir.

E eu estava certa Crepúsculo é mesmo feito para arrancar dinheiro de adolescentes (especialmente do sexo feminino). O problema é que é muito bem feito!

Baseado no best-seller homonimo de Stephenie Meyer, o longa começa com a chegada de Bella (Kristen Stewart) a pequena cidade de Forks. Ainda meio deslocada acaba fazendo amizade com Edward (Robert "Cédrico Digory" Pattison), um dos filhos adotivos dos Cullen, que são muito pálidos, somem em dias de sol e não se misturam com os outros.

É claro que a amizade logo fica "colorida", e não demora muito para Bella, ao contrário do resto da cidade, desconfiar dos estranhos hábitos do seu novo namoradinho. A menina fez uma pesquisa básica no "Santo Google" e logo descobre que o rapaz é um vampiro.

A partir daí começa o romance meloso, enfeitado com efeitos especiais, pega fogo. Com Bella tentado encontrar seu lugar nessa nova relação e Edward se segurando para não pular no pescoço da guria. Enquanto isso estranhas mortes aparentemente provocadas por animais assustam os moradores.

Embora assolados por criticas negativas, o filme está arrastando multidões para o cinema. Apoiado no sucesso do livro (que é na verdade uma série, e é claro, os próximos filmes ja estão em produção) e na atracão entre o casal de protagonistas. Fazer o que! Agente acaba se apegando e torce por eles.

Detalhe que chamou a atenção foi a diferença de reações na sala escura.
Enquanto os rapazes saíram um pouco decepcionados. Acho que esperavam mais vampirismo, sangue, e pescoços mordidos!
- Muito "pop" esse filme. Tem Romance demais! - Ouvi um deles reclamar, os demais concordarem.

Já nas meninas o efeito é completamente oposto. Não ouço tantos - AHW!!!, desde a aula sobre Anne Guedes que tive na faculdade.

A Saga Crepúsculo: Crepúsculo (Twilight)
EUA, 2008 - 122 min
Suspense / Romance / Drama / Fantasia
Leia Mais ››

domingo, 18 de janeiro de 2009

Coração de Tinta

O restaurador de livros Mo Folchart (Brendan Fraser) tem um dom raro, é capaz de trazer à vida personagens e situações de livros apenas lendo-os em voz alta. O problema é que toda vez que alguém sai do livro, uma pessoa do mundo real entra em seu lugar, por isso Mo não lê nada em voz alta desde o desaparecimento da esposa.

Sozinho com a filha Meggie (Eliza Bennet, uma das crianças de Nanny McPhee), viaja de sebo em sebo a procura do livro Coração de Tinta. Título que lia quando a esposa desapareceu deixando em seu lugar, o vilão Capricórnio (Andy "Gollun" Serkins), e o engolidor de fogo Dedo Empoeirado (o sempre ótimo Paul Bettany).

Baseado no livro da escritora alemã Cornélia Funke (O Pequeno Vampiro e O Senhor dos Ladrões), o longa traz um ótimo argumento, (Quem nunca quis conhecer a Capitu só para perguntar se ela traiu mesmo Bentinho?), mas comete o mesmo erro que Eragon.

Na tentativa de tornar o longa mais comercial (leia-se mais fácil de entender, eles acham que o publico é burro?), a magia do livro fica para trás. A história é apresentada de forma corrida colocando os personagens em uma maratona para chegar bem rápido ao "gran finale". Ignorando as inúmeras possibilidades que a história oferece e provavelmente alguns capítulos do livro também (é não li esse!).

Mesmos as divertidas referências literárias (é o Totó realmente deixou o Kansas, e o TicTac cansou do Gancho) espalhadas aqui e ali, podiam ser melhor trabalhadas.

O elenco se esforça, e Paul Bettany até consegue se sobressair com seu vilão-bonzinho (daqueles que amamos odiar), mas no geral os personagem mereciam um tratamento melhor do roteiro, assim como todo o filme.

Helen Miren (a Rainha) está divertida fazendo uma tia-avó, um tanto amalucada, de Meggie. Enquanto Jim Broadbent faz o escritor de Coração de Tinta, que tem diálogos hilários com os personagens que ele mesmo criou. Não é para menos, imagine ficar cara a cara com alguém que você mesmo inventou!

Coração de Tinta é uma ótima idéia, que foi mal executada.
Resta saber se a bilheteira será suficiente para estimular a produção dos dois outros livros da trilogia de Funke. E esperar que recebam o tratamento que merece, bem acima do filme atual.

Coração de Tinta - O Livro Mágico (Inkheart)
EUA / Reino Unido, 2008 - 105 min Aventura / Fantasia
Leia Mais ››

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Outro dia no Shopping...

Cinema de opostos
13h30 - 7 vidas
Total de expectadores na sala: 2. Incluindo eu e minha amiga.

16h40 - O dia em que a terra parou
Total de expectadores na sala: Não dava pra saber, mas os lugares eram disputados a tapas e muita gente assistiu ao filme nas escadas.

Entre ouvido na (kilometrica!) fila
- Minha chefe tá la na frente. Ia pedir para ela comprar o ingresso pra mim, mas lembrei que não posso.
- Porque?
- Porque saí do trabalho para fazer só para fazer um serviço de rua, e vim pro cinema.

Vitrine da Marisa
Na vitrine da loja 4 manequins, vestidos apenas com banners de preço.
Manequim feminino 1 - R$9,90
Manequim feminino 2 - R$19,90
Manequim feminino 3 - R$29,90
Manequim Masculino 1 - R$39,90
Diante disso agente pensa: " Tá dificil achar homem até na vitrine!"
Leia Mais ››

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Impressões sobre o Globo de Ouro

Aconteceu no ultimo domingo o Globo de Ouro 2009. A lista completa dos vencedores você pode conferir aqui. Eu, que assisti a cerimônia pela TNT, me limitarei a comentar alguns detalhes que chamaram minha atenção.

  • Por que o Johny Deep, que apresentou o prêmio de melhor atriz em musical ou comédia, falava tão devagar e com tom de voz tão baixo que mal dava para ouvi-lo, mesmo com o microfone? Ele estava, cansado, desanimado, tímido ou ele guarda toda sua energia para sua atuação? (Se a resposta for a ultima opção, tudo bem é só continuar mandando ver em seus papéis!)
  • Ficou claro que a Kate Winslet, já estava bastante acostumada a apenas concorrer. Ela estava completamente em órbita quando foi receber o segundo prêmio. Não se pode fazer isso com as pessoas, e se a mulher tivesse um piripaque em pleno palco?


  • Qual o problema do Rubens Edwald Filho com, a HBO e o Mickey Rourke? Aliais qual o problema dele com tudo? O cara só reclama dos resultados e faz comentários infelizes ou óbvios de mais para terem alguma importância. Além de parecer não saber separar seu gosto pessoal da análise critica dos filmes. Em compensação a tradução simultânea dele estava melhor do que a tradutora escolhida pela TNT. Em alguns momentos a mulher desaparecia e Rubens traduzia tudo.
  • Qual é o meu problema? Porque ainda presto atenção no que comentaristas desses prêmios dizem? Todo ano são os mesmos comentários sem noção e desinteressantes. Eu não aprendo, mesmo!
  • Sem querer desmerecer o trabalho de Heath Leadger (pelo contrário seu Coringa é realmente excepcional) mas, será que se estivesse vivo ele receberia este prêmio? Aparentemente o fato de ele estar morto pesou mais na escolha que a atuação em si. Uma injustiça com os outros concorrentes que também apresentaram ótimos trabalhos e um desrespeito com o próprio ator. Que pode ter ganho um prêmio por ter morrido, e não por reconhecimento ao seu ótimo desempenho.

Fora isso, a festa foi a mesmice de sempre. Piadas ensaiadas, vestidos estranhos (acho que a Jeniffer Lopez estava fantasiada de estátua dourada), penteados piores ainda (Drew Barrimore roubou o cabelo da Cassandra do Sai de Baixo, lembra do capacete da Cascacú?). E também teve uma homenagem legal para o Steven Spilberg.

Leia Mais ››

domingo, 11 de janeiro de 2009

O que você ouviu em 2008?

Ainda se despendindo de 2008.
Este vídeo reúne as 25 músicas mais tocadas nos Estados Unidos no ultimo ano, segundo a Billboard.
O curioso é que os hits foram mixados de forma a parecer uma única música.

Leia Mais ››

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

John Williams é o cara!

O canadense Corey Vidal postou no YouTube uma curiosa homenagem ao compositor John Williams. O vídeo conta a história de Star Wars apenas com as musicas mais famosas do compositor.
Será que você reconhece todas???


O vídeo ficou tão legal que foi indicado para o People's Choice Award. A cerimônia de premiação acontece em 9 de Janeiro em Los Angeles.

Leia Mais ››

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Da minha janela...

05 de Janeiro de 2009 - Segunda-feira
Primeiro dia útil e primeira briga inútil do ano!

Dois irmãos discutem no meio da rua. O primeiro quer fechar a loja do pai (um senhor de 80 anos). O segundo afirma que não o deixará fazê-lo, pois ali nada os pertencia. Os insultos adquirem a cada minuto volume mais alto, e calão mais baixo, chamando a atenção dos vizinhos.

Estes por sua vez, já ouviram dizer que o tema da briga foi parar nos tribunais no ano anterior, com resultado a favor do velho pai. Mas, aparentemente, o primeiro irmão é brasileiro, "não desiste nunca!"

Enquanto isso, a mãe dos dois (também na faixa dos 80 anos) sente-se mal pela briga. Embora primos e cônjuges insistam que parem pelo bem da senhora, os dublês de Caim e Abel do século XXI, ignoram as súplicas, e mesmo o estado da mãe, dando continuidade a gritaria.

Esta foi a visão de minha janela, as 9h da manha, da primeira segunda-feira de 2009.

Parece que o espírito de esperança e mudança das festas nos abandona mais cedo a cada ano.
Leia Mais ››

quinta-feira, 1 de janeiro de 2009

Ano novo, jeans novo

Ainda envolvida pela clima de mudanças que nos envolve no ano novo (quer agente queira, ou não), resolvi dar ao Ah! E por falar nisso um novo visual. Abrindo caminho para atender minha resolução nº1 para 2009.

E o jeans novo vem cheio de acessórios, com 3 colunas e ícones móveis (coloca o mouse em cima de um titulo qualquer no menu, clica e arrasta pra onde quiser). Legal, né!

Na coluna da direita você encontra informações sobre essa blogueira que vos escreve, quem sou eu, coisas que leio on, e off-line. Na coluna do meio as ferramentas do blog, você pode até receber meus posts em seu e-mail. E na da direita, os posts (Dã!).

Então adeus versão 2008, e que 2009 seja um ótimo ano para todos os blogueiros!


Leia Mais ››
 
Copyright © 2014 Ah! E por falar nisso... • All Rights Reserved.
Template Design by BTDesigner • Powered by Blogger
back to top