sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

God That's Good

Desde que começou a divulgação de Sweeney Todd, de Tim Burton tive a estranha sensação de ja ter visto aquela história antes. Realmente a história não é nova, o musical faz sucesso na Broadway desde 1979. E a peça ja foi adaptada para o cimena e TV diversas vezes, grande parte delas antes de ser adaptada para musical por Stephen Sondheim.

Infelizmente não assisti essas versões, mas ja havia me deparado com a peça em outro longa. Menina dos Olhos (Jersey Girl) de 2004, conta a história de um publicitário (Ben Afleck) que perde a esposa (Jeniffer Lopez) e o emprego, e é obrigado a voltar para a casa de seu pai, no subúrbio de Nova Jersey, para criar sozinho sua pequena, e precoce, filha.

No filme a guria tem que apresentar um numero na escola. Todos os seus coleguinhas vão apresentar um numero de Cats, mas ela nunca assitiu a peça que não estava mais em cartaz. Papai Afleck então, promete leva-la para assistir qualquer outra peça que ela escolher. Ela escolhe Sweeney Todd. Nem preciso dizer que a apresentação do número na escola deixou os expectadores de queixo caido.

Confira o número God That's Good apresentado no filme. A garotinha, Raquel Castro, vale o ingresso (ou melhor a locação). O filme ainda tem Liv Tyler no elenco.

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terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

Oscar 2008

Nada como um bom Oscar pra animar um domingo a noite, não?
Previsível, uma surpresa aqui outra ali, piadas ensaiadas, desfiles de vestidos (uns bonitos outros nem tanto), galãs para ficar admirando... É agente se diverte!!!

E no geral o Oscar 2008 foi muito bom. Apesar de, segundo especialistas , ter sido a cerimonia com menor audiência da história do prêmio. Eles dizem que a culpa foi a ausência de blockbusters entre os indicados. Mas agente aqui não liga!
Estamos mais do que acostumados a não ter assistido a maioria dos longas candidatos afinal eles só chegam aqui depois do prêmio, isso quando chegam.

Aliais assistir o Oscar em terras tupiniquins vai além do fato de só assistir os filmes depois. O expectador que só conta com a TV aberta, pra acompanhar perde todo o inicio da cerimonia, já que além do fantástico também precisa esperar o BBB, acabar (porque não fazem como no carnaval e adiantam a "espiadinha" para antes do fantástico? Ou melhor parem de exibir esse troço já cansou mesmo!).

Quem tem a sorte (se é que podemos chamar assim!) de ter a TNT, tem que aturar a péssima tradução simultânea, a tradutora as vezes falava parte dos discursos em inglês, ou mesmo não falava deixando o trabalho para o comentarista. Outro problema da TNT, já que os comentários de seu ilustre convidado não acrescentam nada ao expectador. Ao menos isso a Globo melhorou desde o ultimo ano, sua tradução melhorou (ainda muito longe de ser boa, mas isso é difícil de fazer) e os comentários de José Wilker foram bem mais inteligentes que seu concorrente.

Para quem conseguiu abstrair tudo isso, foi bem agradável de assistir, principalmente pelas retrospectivas dos últimos 80 anos de cerimonia. E pelas surpresas nos premios de Atriz para a francesa Marion Cotillard e atriz coadjuvante para Tilda Swinton. O resto foi a festa previsível que agente adora. Quer saber mais sobre os ganhadores leia o texto da Raphaela Ximenes ela assistiu a maioria (ou pelo menos mais que eu) e pode falar melhor.

O que não deu pra ignorar é o grande numero de publicidade na cerimonia, desde a (brilhante) aparição de Steve Carel ao lado de Anne Hataway, para promover seu filme Agente 86, passando pela presensa de Miley Cirus também para chamar a atenção para o filme derivado da Série Hannah Montana, até o nada sutil jabá que o apresentador Jon Stewart fez do iPhone e do Nintendo Wii.

Prêmios previsíveis, piadas ensaiadas (a dos bebês foi ótima), transmissão ruim, muita publicidade....fazer o que!

O Oscar é assim, e agente gosta!
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

Sweeney Todd - O barbeiro demoniaco da rua Fleet

Ok! Adimito que sou suspeita pra avaliar qualquer filme de Johnny Depp, ainda mais se for um filme de Tim Burton. E também adimito que adoro musicais, por mim as pessoas podiam sair cantando e dançando pelas ruas.

Então imagina a felicidade da criança quando foi ver Sweeney Todd?
Nem o fato de ser a história de um assassino (bem sangrento por sinal) me incomodou!
É gente tem sangue, muito sangue! Mas a história do barbeiro preso injustamente, que volta anos mais tarde pra se vingar é perfeita para o estilo de Tim Burton.

Depp e Helena Bohan Carter formam bom dueto. E pasmem Alan Rickiman canta direitinho! Aliais o elenco está bem afinadinho, mesmo com um Borat (Sacha Baron Cohen) meio apagadinho, e com a cara do Marcos Mion. Burton apenas falha ao não amarrar melhor o final da personagem Johana, o que não impede que sua imaginação complete a história.

Agora pegando carona no comentario nonsense de Gisele no blog Comentar é preciso .
Não se espante se tiver a sensação de que alguem pode sacar uma varinha a qualquer momento. Isso é normal, uma vez que Timothy "Rabicho" Spall, Alan "Snape"Rickman e Helena "Belatrix" Bohan Carter, são todos notórios comensais da morte nos filmes de Harry Potter.

E deus abençoe Moulin Rouge por ressucitar os musicais e possibilitar pérolas como esta!!!
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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Eu sou a lenda

Você gosta de filmes com finais bem bolados? Então não vá ver Eu sou a Lenda, no cinema.

Não é que o novo filme do Will Smith não seja bom, pelo contrario. É um daqueles de apertar o braço da pessoa ao lado até deixar marca, enquanto grita -"não, por aí não!!!", "volta volta!!!"
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O elenco está afinado, o que nesse caso significa que Will, consegue se relacionar bem com o cachorro e os dois seguram bem a história. Os esfeitos especiais e os monstros tem qualidade pra Golum nenhum botar defeito. E as cenas de Nova York deserta são impressionantes, não dá pra imaginar a Times Square daquele jeito sem ajuda de efeitos especiais. A participação de Alice Braga não é nada de espetacular mas também não atrapalha o ritmo da história.

Mas o final deixa a desejar. O filme morre na praia, literalmente. O problema é que, como sempre, os produtores optaram pelo final comercial, com medo que os estadunidenses não entendenssem um final mais elaborado. Felizmente o diretor Francis Lawrence filmou o final alternativo, que vai estar disponível no dvd. Portanto se você prefere filmes que o final seja tão bom quanto o resto da história dispense a tela grande e espere Eu sou a lenda chegar as locadoras.

Pra quem gosta de detalhes o filme é baseado em um livro de Richard Matherson, de mesmo nome, que ja foi adaptado para o cinema outras duas vezes. Mortos que matam (The Last Man on Earth) de 1964 e A ultima esperança da Terra (The Omega Man) de 1971.
.
E sim! O cachorro é mesmo o personagem mais legal do filme!!!!
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Cidade dos Homens chega a maioridade e desce o morro

  • Critica escrita para o Blog Noticias e Pontos de Vista, em 30/08/2007

Pontuado pelos aniversários de dezoito anos de seus protagonistas, Cidade dos Homens chega ás telonas para mostrar o crescimento de seus personagens. Laranjinha e Acerola não lutam apenas para sobreviver, mas para descobrir quem são, encontrar seu lugar na vida adulta.

Enquanto laranjinha busca o paradeiro de seu pai, Acerola reluta em assumir seu papel de pai. Ambos os temas introduzidos na série, são reapresentados no filme, o que pode parecer repetitivo, mas necessário para situar o expectador que não acompanhava a série na TV.

O longa segue o ritmo da TV além de ser pontuada por flashbacks, (da série e do curta-metragem Palace 2), que remontam ao expectador, a trajetória vivida pelos personagens. Cenas feitas com a Câmera na mão e edição frenética, como na TV, aumentam a tensão na disputa pelo poder na favela.

Pano de fundo para a história, a guerra pelo poder é declarada no morro. Laranjinha e Acerola são obrigados a deixar a Favela da Sinuca, e acabam descobrindo que a cidade pode ser tão, ou mais, hostil que a favela.

Sem seu referencial, é na Sinuca que está tudo e todos que conhecem, e atravessando uma fase de auto-conhecimento, os personagens descobrem fatos que os colocam em lados opostos da disputa. A partir daí cabe a cada um decidir como levar suas vidas.

Derivada de Cidade de Deus (2002), Cidade dos Homens apresenta um Rio de Janeiro muito diferente do longa de Fernando Meirelles. Onde a cidade lá em baixo pode ser mais confusa e perigosa que a favela. O filme também mostra a importância do meio em que vivemos, assim como das relações de amizade construídas desde a infância, nas nossas ações adultas. Para Laranjinha e Acerola fatores determinantes, na escolha do caminho a seguir, seja ele um lado da disputa ou a renúncia do mundo que conhecem.
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Os Simpsons - O Filme

  • Critica escrita para o Blog Noticias e Pontos de Vista, em 16/08/2007

“Não acredito que agente pagou para assistir uma coisa que passa de graça na tv. Agente é otário, tudo mundo nesse cinema é otário”

A primeira fala de Os Simpsons – o filme, mostra que o longa, não apenas vai seguir o tom sarcástico da série de TV, mas também vai abusar do espaço a mais para ampliar as piadas ao máximo. A trama gira em torno da maior burrada de Homer, que põe em risco toda Springfield, e torna toda família fugitiva, já que seus vizinhos buscam vingança.

Fiel ao estilo anárquico da TV, o longa é um episódio mais longo da série, um ótimo episodio. A falta de ousadia no roteiro é compensada com as piadas e o bom humor da série, e mantém as características dos personagens cultivadas longo de vinte anos.

Mesmo com a necessidade de ser mais atemporal, as piadas tratam temas atuais, que vão dos sucessos de bilheterias, até a paranóia do governo Bush. Além do humor físico em alta escala, já visto no trailer.

Animação é visualmente melhor que a série, que nunca se destacou por uma animação de qualidade ou desenhos muito elaborados (afinal qualquer criança desenha o Bart).

Com a trama girando em torno do conflito familiar e dos problemas da cidade não sobra muito espaço para os inúmeros personagens da série. Estão todos presentes, mas o tempo destinado a eles é pequeno. Entretanto é possível perceber pela primeira vez o grande numero de personagens do universo de Os Simpsons.

Participações especiais, destaque na TV, também estão no longa, você pode conferir a “credibilidade de Tom Hanks” e uma apresentação da banda Green Day.

Desrespeito ao meio-ambiente, violência física e verbal, paranóia, atentado a pudor, personagens conhecidos do publico, e bom humor do inicio ao fim (literalmente! não saia da sala até o fim dos créditos), fazem do longa o que deve ser. Nada muito diferente ou elaborado apenas mais uma aventura, em grande escala, da família amarela que nos faz rir de nós mesmos.

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